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Caravana Transibernal na Casa Viva

5ª feira, 26 Março, a sábado, 28 Março - Entrada livre



A Caravana Transibernal faz uma paragem pelo Porto e estaciona no Marquês. Durante 3 dias vão dinamizar a Casa Viva com conversas, debates, ateliers e jantares, com um espírito de partilha e aprendizagem comum.

No domingo, 29 Março, seguem para o Moinho para preparar um almoço Intergaláctico com distribuição de pão.

http://lacaravane.noblogs.org/

Heterónimos de Anonymous

Para além dos milagres que a malta dos zeros e uns faz com os nossos computadores jurássicos, a CasaViva tem muito pouco de anonymous. Tocam-nos, por vezes, as mesmas preocupações. Mas raramente convergimos em análises e formas de acção.
No entanto, enquanto vítimas de perseguição policial com imediata condenação mediática, achamos por bem tornar pública a nossa solidariedade e juntar a nossa voz às que condenam o raide policial de que foram vítimas e exigem a libertação imediata dos activistas detidos.
Interessam-nos pouco as certezas do ministério público. E não queremos provas de nada. Nem de culpa nem de inocência. Na guerra entre os poderosos e os que os combatem, estaremos sempre do lado dos segundos. Cumpram ou não a lei.

Roubo da Faixa - Je suis ainda mais Cova da Moura


A faixa colocada na fachada da Casa Viva, na quinta-feira 12 de Fevereiro 2015 (em solidariedade com as pessoas agredidas na Cova da Moura pela actuação violenta, abuso de poder e propósitos racistas cometidos por parte de uma instituição do Estado chamada polícia com as seguintes palavras: "A bófia invade e brutaliza. A imprensa inverte a situação. O Estado criminaliza. A sociedade engole silenciosa. Je suis Cova da Moura") foi roubada no sábado 14 de Fevereiro à tarde.

Não sabendo quem cometeu este acto danoso para com a nossa indignação e certamente a nossa capacidade financeira envolvendo o preço do pano, da tinta, da corda, além do nosso tempo e dedicação solidária, sim, desta vez, suspeitando de alguma mão claramente racista actuando por conta própria pela cidade do Porto, a Casa Viva decidiu apresentar uma queixa formal na esquadra mais próxima do local da ocorrência.

Para nossa surpresa foi-nos dito que não podíamos apresentar queixa, porque a faixa não fora roubada, mas apreendida! Foi então que se tornou claro que essa instituição do Estado, além do braço armado de uma ideologia racista, também se outorga o direito de ser as tesouras da censura. Dado que nenhuma notificação nos foi entregue, convenhamos que a diferença é muito ténue entre roubo e apreensão. Tal como é muito ténue, neste caso, a distinção entre ofensa e censura. Parece que a solidariedade consensualmente imposta obedece a padrões especificamente brancos e religiosamente cristãos que permitem ser Charlie, mas jamais ser Palestina ou Cova da Moura.

Na esquadra da Rua do Paraíso foi-nos especificado que a faixa fora apreendida por ter sido considerada «ofensiva para a instituição». O roubo legalizado pelos censores armados do Estado decorreu no sábado 14 de Fevereiro às 14 horas. A Casa Viva foi informada que o processo se encontrava consultável no site do ministério público com a seguinte referencia NPP 69096/2015. Procurámos e nada encontrámos!

Não estamos dispostas a um jogo onde a nossa forma de pensar é a bola. Se a polícia se sente ofendida pela palavra "bófia", faltam certamente dicionários, mas falta ainda mais humanidade. Pelo nosso relógio são horas de responder com as armas de quem não tem armas.

Reafirmamos: JE SUIS AINDA MAIS COVA DA MOURA

Je suis Cova da Moura

Na impossibilidade de se deslocar a Lisboa, a casaviva não podia deixar de juntar a sua voz às que se erguiam em frente à Assembleia da República contra a repressão policial.



CasaViva solidária com as vítimas de violência policial


 





















Na Cova da Moura,
a bófia invade e brutaliza,
a imprensa inverte a situação,
assim o estado criminaliza
e a sociedade engole numa digestão silenciosa.


"A violência policial é a face visível da violência de estado de que somos vítimas. Na verdade, a brutalidade policial espelha o apartheid que se vive nos bairros. Não podemos permitir que isto continue! Urge a mobilização de todos e todas contra esta barbárie."                
                                                                                   Mamadou ba

mais info em:
https://observatoriodocontroloerepressao.wordpress.com/

Desobesistir: do manual ao automático

Terça, 9 Dezembro, 21:00, Entrada Livre



(Leitura comentada do "Manual de Resistência Civil", de Pedro Bravo)


Quinta sessão de leitura do Manual de Desobediência Civil, livro de Pedro Bravo, publicado este ano, pela Letra Livre.

Pelo meio, discussões baseadas em conceitos e situações concretas, para análise dos nossos direitos e do comportamento habitual das forças de imposição da ordem.


No final, vamos esboçar uma cábula com o essencial e fazer o levantamento dos documentos tipo «minuta» a redigirmos para disponibilizar para quem precisar.

Desobesistir: do manual ao automático

Terça, 25 Nov 21:00, Entrada Livre



(Leitura comentada do "Manual de Resistência Civil", de Pedro Bravo)

Terceira sessão de leitura do Manual de Desobediência Civil, livro de Pedro Bravo, publicado este ano, pela Letra Livre.

Pelo meio, discussões baseadas em conceitos e situações concretas, para análise dos nossos direitos e do comportamento habitual das forças de imposição da ordem.

Desobesistir - do manual ao automico

Terça, 11 Nov, 21:00, Entrada Livre




Desobesistir: do manual ao automático
(Leitura comentada e oficina de desobediência a partit do "Manual de Resistência Civil", de Pedro Bravo)

Terceira sessão de leitura do Manual de Desobediência Civil, livro de Pedro Bravo, publicado este ano, pela Letra Livre.

Pelo meio, discussões baseadas em conceitos e situações concretas, para análise dos nossos direitos e do comportamento habitual das forças de imposição da ordem. Desta vez, com um final em forma de treino de técnicas de resistência e desobediência.

Ler e conversar e treinar até que a consciência do que podemos e não podemos nos liberte da submissão com que, normalmente, encaramos a polícia, automatizando respostas e comportamentos.

Desobesistir: do manual ao automático

Terça, 28 Outubro, 21:00, entrada livre




Segunda sessão de leitura do Manual de Desobediência Civil, livro de Pedro Bravo, publicado este ano, pela Letra Livre.

Pelo meio, discussões baseadas em conceitos e situações concretas, para análise dos nossos direitos e do comportamento habitual das forças de imposição da ordem.

Ler e conversar até que a consciência do que podemos e não podemos nos liberte da submissão com que, normalmente, encaramos a polícia, automatizando respostas e comportamentos.

Oficina de balões

Segunda, 13 de Outubro, 19:30, entrada livre



O GT-BDS-Norte junta-se para os últimos preparativos da performance checkpoint e a preparação dos últimos detalhes: folhetos, balões, tinta, caixas de papelão...mas como todo o activismo artístico-político requer estarmos bem alimentados, haverá preparação de uma janta colectiva às 19:30.


Se tiveres com fome aparece para descascar legumes, senão traz marcadores, balões, tinta, etc. vem para escolheres o teu papel!

Reunião GT-BDS/Norte

Quinta, 25 de Setembro, 21:30 - Entrada Livre



We like churrasco – cinemorfes com brasas e brasis mas sem brasões

Quarta, 24 Setembro, 19:00 - Entrada Livre


Se o microclima se mantiber com 30% de humidade e 25ºC no horto bibense, há churasco das frutas e legumes da época: maçã, batata, curgete, pimento, tomate. Com molho berde e molho bermelho. Sobre o negro do carbão para trabar qualquer beleidade patriótica.

 

Caso contrário haberá janta com fruta e legumes da época: Alho Francês à Brás e sobremesa de compota de maçã ou maçã fresca cortada serbida com limão e hortelã.
Faça sol ou faça lua, o digestibo será o documentário We Don't Like Samba, do colectibo alemão CIS/Berlin


19h00 – Abertura dos frigoríficos e horinha de chegares se quiseres dar uma mão a preparar o tacho
20h30 – Jantar
21h30 -  We Don't Like Samba (2014), 41m, leg. Inglês
Brasil. Depois de uma década de crescimento económico, as tensões sociais começaram a aumentar. Muitas pessoas já não acreditam num futuro melhor à boleia do grande boom económico baseado em consumo de massa e endividamento. As tensões, que foram catalisadas ainda mais pelas preparações do país para os megaeventos Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016, estouraram em 2013. As jornadas de junho levaram massas populares nunca antes vistas para as ruas em todos os cantos dos país. Desde então muitas lutas ganharam intensidade, como também a repressão. “Não somos dançarinos, somos rebeldes”, consta um gari do Rio de Janeiro no final do filme. Ele e outr@s rebeldes contam suas histórias no documentário produzido pelo grupo CIS de Berlim: “Não gostamos de samba!” – “We don’t like samba!” (*)

(*) Sinopse sacada daqui.

O Mapa das Punkekas

Quarta, 17 de Setembro, 19:00 - Entrada Livre



A Casa não tem quartos, mas as quartas têm Casa. Hoje, com os elementos contra noites ao ar livre, voltamos ao interior para nos deliciarmos com panquecas e darmos uma vista de olhos colectiva ao mais recente número do Jornal Mapa.

A partir das 19h00 - Mãos na Massa
A partir das 20h00 - Mapas, blá blá blás e Bye Bye Barcelona (documentário) - para se pensar no que acontece(u) por lá e perceber o que, se deixarmos, acontece(rá) por cá.

Mal estejam prontas - Degustação de panquecas e outras iguarias.

Reunião Grupo de Trabalho BDS Norte

Segunda, 15/09, 21:30, entrada livre




Oficina de Stencil

Sábado, 13/09, 14:30, entrada livre




Traz uma t-shirt branca, x-acto, marcador, papelão, k-line, radiografia velha, tinta em spray...

O que esconde o Tratado Comercial Transatlântico (TTIP) entre os EUA e a UE?

Sábado, 19 JUl - 15:00


Dada a importância e urgência de se encarar o modelo de existência humana que tem vindo a ser imposto, antevemos a premência da construção de uma estratégia coerente, que, seguindo diversas vertentes, represente uma tomada de posição da sociedade civil.

Perante a propalação de uma nova proposta para a criação de um paradigma de comércio internacional assente nos pilares da corporatocracia, observa-se que os meios de comunicação social têm recorrido a uma perspectiva de análise restrita da Parceria Transatlântica (TTIP), veiculando assim de forma exclusiva o ponto de vista do sector empresarial, esquecendo-se, ou, fazendo por esquecer por completo, todos os outros elementos e factores que confluem nesta proposta.

Lembramos que a história de resistência contra este tipo de propostas já é longa, e de sucesso, pelo que o processo de divulgação e consciencialização deste tema, apesar de ainda apresentar uma expressão diminuta, tem vindo a crescer de forma considerável.

Estando previsto para breve o lançamento de uma Iniciativa de Cidadania Europeia com o objectivo de travar o TTIP, e, estando a ser planeada uma acção europeia contra o TTIP para a segunda semana de Outubro, é este o momento para encarar a questão de frente e iniciar o processo de campanha em Portugal, em coordenação com os restantes povos da Europa e América do Norte.

Esta reunião, terá pois o intento de desconstruir o TTIP, congregando mentes e vontades num círculo de debate e planeamento de acções que possam contribuir para a construção de alternativas.

Sendo um ser social, o humano, não só é responsável pela direcção da sua vida íntima como também pela sociedade em que se encontra inserido.
Para mais informação podem consultar:

Conversas com a PAH

Quinta, 19/06
  • 18h00 - Conversa informal com José António Pinto (Chalana)
  • 20h00 - Jantar
  • 21h30 - Conversa com companheiras da PAH


De 18 A 22 DE JUNHO, duas activistas de Madrid e Barcelona da PAH - PLATAFORMA DE AFECTADOS POR LA HIPOTECA vão estar no território português para dinamizar sessões no PORTO, LISBOA e COIMBRA onde vão apresentar a PAH, o seu modo de organização nos bairros, as estratégias de resistência a despejos e a Obra Social.

Esperamos que nestas sessões possamos aprender com o caminho já percorrido pelos companheiros e companheiras do Estado espanhol e que sirvam como ponto de partida para um trabalho mais contínuo por cá em defesa da habitação. Que as suas experiências e conhecimentos possam ser aproveitados e adaptados às diferentes realidades específicas do território português.

Sí Se Puede!

A HABITAÇÃO ESTÁ EM CRISE


Algo que era suposto ser um direito é esquecido no meio da especulação das imobiliárias, da ganância insaciável dos bancos, das penhoras levadas a cabo pelo Estado e pela Segurança Social e dos senhorios a esfregar as mãos com o Novo Regime de Arrendamento Urbano.

O número de pessoas que vive na rua aumentou drasticamente, na mesma medida em que aumentou o número de casas vazias. Casas que são prontamente emparedadas pelos poderes políticos e económicos e entregues à especulação, em vez de serem lares para seres humanos.

Aqui ao lado, no Estado espanhol, muito se tem feito para defender o direito à habitação. A população, organizada em assembleias de vizinhos e nos núcleos locais da Plataforma de Afectados pela Hipoteca (PAH), horizontal e apartidária, conseguiu parar nos últimos 5 anos mais de 1100 despejos e realojar outras tantas pessoas.

SOBRE A PAH


A PAH é uma plataforma que surgiu há cinco anos em Barcelona e que tem levado a cabo uma luta aguerrida pelo direito à habitação. Desde 2009, cresceu imenso e estendeu-se a todo o Estado espanhol, possuindo neste momento mais de 200 núcleos locais.


Possuí uma forte ligação aos bairros, sendo caracterizada por uma organização horizontal, assembleária e descentralizada.

Usando formas múltiplas de agir - que vão desde o bloqueio de despejos para ganhar tempo para renegociar com os bancos, imobiliárias ou câmaras, até a ocupações de blocos de apartamentos inteiros por famílias desalojadas - a PAH já conseguiu impedir mais de 1100 despejos e realojar outras tantas pessoas.

SER ESCRAVA PARA SOBREVIVER, IDE-VOS FODER!

Comunicado



 
A Casa Viva, como sempre tem vindo a fazer de variadíssimas formas, assinalou o 1º de Maio (Dia Internacional do Trabalhador) com a sua posição política sobre a questão laboral, neste mundo dominado pelo Estado e pelo Capital. 

Na noite de 30/04 para 1/05, às 00:00 horas uma faixa, com uma mensagem clara e directa, foi colocada na sua fachada. A mensagem era e continua a ser a seguinte: «SER ESCRAVA PARA SOBREVIVER, IDE-VOS FODER». 

No dia 02/05 às 14:30, cerca de 38 horas depois,no dia 02/05, às 14:30, chegou o ataque da censura sem sobreaviso, nem notificações, nem explicações.

Depois de expostos estes factos, imaginem a nossa surpresa quando chegámos à Casa e verificámos que a faixa (pano, fios, madeiras) tinham desaparecido e que um vidro da janela do 1º andar estava partido. É legítimo perguntar: O que se passou aqui? Quem nos roubou a faixa? Quem partiu o vidro? Soubemos pela voz da população no local que os culpados deste ataque tinham sido a PSP, Polícia Municipal e Sapadores do Porto.

Ficámos na dúvida, pois todas as palavras escritas na faixa têm entrada nos mais prestigiados dicionários! 

Terá sido o «IDE-VOS FODER»? Certamente que não, pois em reconhecidíssimos dicionários [desde o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (2001:1778), da Academia das Ciências de Lisboa e Fundação Calouste Gulbenkian, passando pelo Novo Dicionário da Língua Portuguesa conforme o acordo ortográfico (2007:759), até ao Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (2008-2013)], a palavra «foder» não aparece nem com a definição nem com a categoria de «obscenidade». 

Portanto, não terá sido esta a palavra obscena. Terá sido «ESCRAVA»? Terá sido «SOBREVIVER»? Apesar de nem «escrava» nem «sobreviver» virem referenciadas como tal, a escravidão laboral e a sobrevivência são um facto! Daí a serem palavras censuradas por iniciativa de um poder e autoridade policial por «obscenidade», já passa a ser fascismo!

Deixai-nos utilizar a palavra «obscenidade», como algo indecente, desonesto e torpe! Obscenidade é uma entidade projectar a sua própria representação numa palavra e decidir censurar uma faixa. Obscenidade é as esquadras não disporem de um dicionário à mão! Obscenidade é a poluição visual do poder do capital publicitado pela cidade inteira à custa dos nossos olhares, a benefício das eleitas barrigas capitalistas.

Obscenidade é o espaço público nos ter sido roubado! Obscenidade é a censura!


Perguntamos: quem tem o direito de avaliar, censurar, agir, roubar e partir impunemente? Será que vão assumir o prejuízo do vidro? do pano? das tintas? das cordas?

Apelamos a que todas as casas exerçam o seu direito de fachada, já muito bem pago pelos impostos (IMI) no direito de habitar! 

Apelamos a doações de panos, tintas e pincéis!

Como contar a história da Palestina?

Sexta-feira 9 de Maio às 21:30 

 
Como contar a história da Palestina pela voz e com imagens de Carlos de Urabá. 


Carlos de Urabá é um Colombiano, que tem andado, e anda, por terras do Médio Oriente testemunhando dores e sofrimentos, e que veio até ao Porto - Casa Viva para partilhar estas histórias. 


http://youtu.be/JG2DzrLcQ40
http://youtu.be/FXotGxFgens

http://barcelona.indymedia.org/newswire/display_any/479891
http://barcelona.indymedia.org/newswire/display_any/481178