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Rádio Amotinada 29 de Abril

Ter. 29/Abril, 23:59




O episódio mais violento de contestação urbana do séc XX nos EUA teve início a 29 de Abril de 1992 em Los Angeles, após o veridcto do tribunal que ilibava os agentes policias das agressões cometidas sobre Rodney King, apesar das filmagens que provavam o contrário. A reacção da comunidade negra foi imediata e rapidamente transformou-se numa revolta generalizada dos mais desfavorecidos contra a repressão policial e o sistema social e económico.

They said it was for the black man
They said it was for the Mexican
And not for the white man
But if you look at the streets, it wasn't about Rodney King
In this fucked-up situation and these fucked-up police
It's about comin' up and stayin' on top
And screamin' 1-8-7 on a mother fuckin' cop
Sublime - "April 29th 1992"

http://radiocv.punked.us

Kestamerda com retroactivos

Ter. 29/Abril, 21h00 - 22:30



Desta vez, fomos buscar algumas notícias aos jornais de 25 e 26 de Abril de 1974 para fazermos alguns comentários 40 anos depois. Com umas cervejas à mistura (para suavizar o pó dos jornais...). 

http://radiocv.punked.us

Ciclo de cinema: Mês do auto-controlo (if you hesitate, make sure you masturbate)

Seg. 28/Abril, 21:30 - The Guide - Last Week - Last Orgasm



O mês de Abril será um mês orgasmico e por sua vez o mês do auto-controlo. A Casa Viva apresenta:
  1. The Female Matrix - Sex, Orgasm, and Vitality
  2. Guide to Masturbation for Girls and Women
  3. Orgasms & Female Sexual Dysfunction
  4. Are we in control of our decisions

Extra:

  • Hablemos Blanco
  • Sex in Hotel
Sem legendas!

Poesia na casa

3ª, 22 Abril 21h30 entrada livre


 
“Uma geração que consente deixar-se representar por um Professor Aníbal Cavaco Silva é uma geração que nunca o foi. É um coio d´indigentes, d´indignos e de cegos! É uma resma de charlatães alaranjados e de vendidos, e só pode votar e parir abaixo de zero!”. 

Mário Viegas inspirou-se em Almada Negreiros para escrever o Manifesto anti-Cavaco, vamos seguir-lhe as pisadas e continuar com a poesia de escárnio e maldizer. Tragam poemas para ler, ouvir e partilhar que outros vos esperam, Pim!

Se não puderes aparecer, ouve na Rádio CasaViva (radiocv . punked . us)

Ciclo de cinema: Mês do auto-controlo (if you hesitate, make sure you masturbate)

2ª, 21 de Abril 21h30 - 3ª sessão


Shame - Steve McQueen - 2011

Jantar e Conversa: Repressão e Resistência na cidade de Hamburgo

5a feira, 17 de Abril, 20.30


A Casa Viva irá receber gentes de Hamburgo para uma conversa sobre Repressão e Resistência nesta cidade alemã.

Haverá jantar com menu exclusivo CV apresentado na hora, oportunidade para se discutir o que se quer fazer (ou não) desse grande antro que é a cidade enquanto se dá ao dente. Até lá!

A grande cidade sempre foi simultaneamente sonho e pesadelo. O sonho: se consegues fazer lá irás conseguir fazê-lo em qualquer parte. O pesadelo: se não és bem sucedido, é a “penúria”, tal como George Orwell descreveu  de forma tocante no seu romance com o mesmo nome de 1933  Ainda assim, para milhões de moradores das cidades o pesadelo assombra cada vez mais à medida que uma série de tendências tornam as cidades insustentáveis em todos os sentidos – socialmente, economicamente e ambientalmente. Agora, pela primeira vez na história , mais de metade da população vive em cidades. Em 2050, segundo uma previsão das NU, cerca de 70 por cento dela irá passar a sua vida em aglomerações urbanas. A que tipo de vidas isto levará se as coisas assentarem numa repetição dos padrões do passado?

Repressão & Resistência na cidade de Hamburgo

Hamburgo é uma das cidades mais ricas da Alemanha. Mas Hamburgo também é uma das cidades onde as classes mais desfavorecidas economicamente, mais sofrem, com frequentes ataques e tensões sociais.
Actualmente, estão a agravar-se vários conflitos, nomeadamente relacionados com a questão do direito à cidade vs desenvolvimento capitalista de cidade e política xenófoba do regime europeu de migração.

Estes conflitos são:

1) A situação legal do Rote Flora (http://florableibt.blogsport.de/english/), um dos centros culturais
autónomos mais antigos da Europa, que está ainda hoje em estado de ocupação.
2) O acelerado processo de gentrificação (ou enobrecimento) de toda a cidade, processo que levou à expulsão de uma grande fatia da população pobre dos antigos bairros operários no centro da cidade, como St. Pauli, (onde se situa o Rote Flora), mas também a Reeperbahn (zona de bares,
discotecas e da prostituição legal).
3) A miséria de um grupo de imigrantes africanos (à semelhança de milhões que lidam com este regime em toda a Europa) que, vindo da Líbia, chegaram à união europeia (UE), passando pela ilha Lampedusa.

(http://www.lampedusa-in-hamburg.tk/)
Public declaration march 2014:http://lampedusa-hamburg.info/en/
http://wiki.rechtaufstadt.net/index.php/Introduction_to_Recht_auf_Stadt_Hamburg 

Sábados com anarquia

6ª, 18 abril 20h00 entrada livre






















Com jantar às 20h e apresentação do texto A contínua atracção do
nacionalismo de Fredy Perlman.

Para espicaçar a leitura do texto e dar um cheirinho do que o mesmo aborda, aqui vai um pequenino excerto:

"Os esquerdistas ou revolucionários nacionalistas insistem que o seu nacionalismo não tem nada em comum com o nacionalismo dos fascistas e dos nacional-socialistas, que o seu é um nacionalismo dos oprimidos que oferece uma libertação pessoal e também cultural. As reivindicações dos nacionalistas revolucionários têm sido difundidas pelo mundo pelas duas
instituições hierárquicas mais antigas que sobreviveram até ao nosso tempo: o estado chinês e, mais recentemente, a Igreja Católica.

Actualmente, o nacionalismo tem sido apontado como estratégia, ciência e teologia de libertação, como realização do ditado iluminista de que o conhecimento é poder, como resposta comprovada à pergunta: "Que fazer?" Para desafiar essas reivindicações e vê-las em contexto, necessito questionar o que é o nacionalismo – não apenas o novo nacionalismo
revolucionário, mas também o antigo nacionalismo conservador. Não posso começar por definir o termo, porque nacionalismo não é uma palavra com uma definição estática: é um termo que cobre uma sequência de diferentes experiências históricas."

Disfrutem!


Sábados com anarquia.


A continua atração do nacionalismo 

Ciclo de cinema: Mês do auto-controlo (if you hesitate, make sure you masturbate)

2ª, 14 de Abril 21h30  entrada livre
2ª sessão - Nymphomaniac Vol II de Lars Von Trier [118']
Sem legendas - áudio em Inglês

 

 

Ciclo de cinema: Mês do auto-controlo (if you hesitate, make sure you masturbate)

O auto-controlo é cada vez mais, nesta sociedade, sinal de bons modos e possibilidade de sucesso em todos os níveis, tanto ao nível pessoal como profissional. Contudo o Eu racional de cada um de nós será sempre um escravo das emoções segregadas pelo instinto irracional das emoções.

2ª, 7 de Abril 21h30 entrada livre
1ª sessão - Nymphomaniac Vol I [110']  de Lars Von Trier
Sem legendas - áudio em Inglês

























Próximas sessões:
2ª, 14 de Abril 21h30 - 2ª sessão
Nymphomaniac Vol II de Lars Von Trier [118']
Sem legendas - áudio em Inglês

2ª, 21 de Abril 21h30 - 3ª sessão

TEDx Multi-vídeos About Self-Control
Sem legendas - áudio em Inglês
1. A motion for masturbation - the naked truth
2. Boys, sex and control
3. The Great Porn Experiment
4. Are we in control of our decisions?
(cada video 10 a 20 minutos)


2ª, 28 de Abril 21h30 - 4ª sessão 

TEDx - The Female Matrix [50']
Sem legendas - áudio em Inglês
Uma abordagem científica acerca do orgasmo (boys/girls)

Livro do mês: "Autobiografia de um Irredutível"


Porque um livro também respira, volta e meia a Biblioteca da CasaViva destaca um exemplar de uma das suas prateleiras e chama-lhe "livro do mês". 
Em Abril 2014 escolheu:

Autobiografia de um Irredutível
                                              de Cláudio Lavazza

Como o título indica, trata-se da autobiografia de Cláudio Lavazza, um anarquista italiano, participante activo nos chamados «anos do chumbo» em Itália. Enquanto membro dos grupos Proletários Armados pelo Comunismo (P.A.C) e Comunistas Organizados pela Libertação Proletária (C.O.L.P) teve que se exilar em 1982 devido à repressão.  Em 1996, é detido na aldeia de Bujalance, na cafetaria Sete Portas, após uma fuga falhada, na sequência da expropriação da sede do Banco Santander de Córdoba,  em que mata dois polícias em defesa da vida dos seus companheiros e da sua.  Actualmente, encontra-se sequestrado pelo Estado Espanhol. Tem passado estes anos nos corredores ilegais de isolamento do FIES, acrónimo de «Fichero Interno de Especial Seguimento», este sistema carcerário,  possivelmente mantido secreto até 1967, validando as suas origens ditatoriais e alimentando o disfarce democrático do Estado Espanhol, ocultando cruel e ilegalmente detidos políticos. Este sistema penitenciário carece de dispositivos de controlo assegurando os direitos e a dignidade do ser humano. Na escuridão aterrorizadora deste dispositivo estatal, Claudio Lavazza tem participado em protestos pelos quais tem sido ainda mais criminalizado.

Mais informação:
Breve entrevista da Contra Info a Cláudio Lavazza
O livro encontra-se disponível para leitura na Biblioteca da Casa Viva.

Sábados com Anarquia na CasaViva

sábado, 5 abril 18h00 entrada livre


 





















Este é um dos primeiros do que se esperam ser vários sábados onde através de discussões, reflexões e/ou desvaneios se pretende desconstruir aquilo que entendemos por anarquia.

18h Debate "Misérias e limites da mentalidade activista"*
21h Documentário Lucio (anarquista, atracador, falsificador, pero sobre todo… albañil)
Noite fora... Festa do teledisco chunga


*Sugestão de leitura para preparar o debate (em inglês): zinelibrary.info/files/giveupTotal.pdf

"Aqui Não Jaz João César Monteiro" - 5ª sessão

2ª, 31 março 21h45 entrada livre
Vai e Vem, 2003 (english subtitles)
 


 











João Vuvu, viúvo, sem família, à excepção de um filho que se encontra a cumprir pena de prisão por duplo homicídio e assalto a um banco à mão armada, vive sozinho em casa própria, ampla, soalheira e indiciadora de apreciável abastança, num bairro antigo de Lisboa, situado no sopé do Monte Olivete. Pouco ou nada sociável, o senhor João Vuvu efectua diariamente o seu passeio no autocarro nº 100, repetindo infatigavelmente o mesmo trajecto: no sentido ascendente entre a praça das flores e o jardim do Príncipe Real e, no sentido descendente, até ao ponto de partida e subsequente regresso a casa.

O último filme de João César Monteiro, é a obra mais biográfica do autor. Nele, João César desmonta o seu próprio cinema para depois o voltar a refazer, autocritica-se e expõe-se emocionalmente. E fá-lo sempre na presença daqueles que dele se alimentaram, o público, o tal que João César Monteiro, um dia, quis que se fodesse. Um dos maiores filmes do cinema contemporâneo.

É efectivamente uma despedida em forma de frames, e de sorrisos em esguelha, e de humor negro quase “nosferatus”, e de tristeza enraivecida, e de tempo cíclico, e de radical critica à sociedade, e de ternura sincera. E tudo é uno num olhar azul, final, que nos convida a sermos João César Monteiro com o próprio, no próprio.

É um abraço azul, enorme, quase sufocante, que João César Monteiro nos oferece na despedida. Isso e toda a sua obra.

Leitura ajantarada a 3 vozes

6ª, 28 março 20h00 entrada livre



 












Uma fonte anónima e inédita conta que um dia darwinistas, maltusianos e sociólogos foram convidados à mesa de homens poderosos, capitalistas e proprietários, a nata da sociedade de então. Quando chegaram já embriagados de tanta ciência, embebedaram-se de poder. Nessa famosa noite de luxúria educada, num momento de loucura, estipularam que a lei do mais forte e a competição são a regra da natureza. Nessa noite configuraram as relações de poder que ainda hoje nos assolam.

Pois, vejam bem, foi preciso relermos Kropotkine para ficarmos a saber que FOMOS ENGANADAS! A LEI DO MAIS FORTE NÃO É, NUNCA FOI A REGRA!
Venham descobrir os pormenores desta fantástica história que passa pela vida das formigas, dos pássaros, dos ratos, dos coelhos e das lebres...

Se não puderem aparecer, sempre podem pôr os ouvidinhos colados à melhor rádio cá da tasca!

“O MISTÉRIO DO COISO e outras histórias" de Thomas Bakk

6ª, 21 março 21h30 entrada livre 



Um espetáculo de contos da autoria de Thomas Bakk, Contautor. Autor e Contador de histórias, tem livros publicados e peças encenadas em Portugal, Brasil e Angola. Formado em Arte Dramática e com um longo percurso como artista performativo, volta à Casa Viva para uma única apresentação do espetáculo que já foi visto por milhares de pessoas em todo o país. As histórias são contadas pelo próprio autor que narra e interpreta várias personagens, utilizando o Teatro e a Música, num espectáculo despojado e bem-humorado. Os mais hilariantes contos jocosos, da fábula ao realismo fantástico, que levará o público do riso às lágrimas. 

Duração: 60 minutos Público-alvo: Adulto

https://www.facebook.com/Contautor

Poesia na casa

4ª, 19 março 21h30 entrada livre


 










Tu que te dizes homem! Tu, que te alfaiatas em modas e fazes cartazes dos fatos que vestes pra que se não vejam as nódoas de baixo!” Começando com “A Cena do Ódio” de Almada Negreiros, ou com outro poema qualquer, vamos ler poesia satírica, de escárnio e maldizer, que vontade não falta de partir tudo, neste caso só com palavras. Tragam poemas para ler, ouvir e partilhar que outros vos esperam.

Se não puderes aparecer, ouve na Rádio CasaViva (radiocv . punked . us)

Kesta Merda?! Tertúlias sobre a actualidade

, 18 março 21h30 entrada livre



















Quase todos os dias somos brindados com pérolas informativas que nos fazem soltar um grande "Kesta Merda!", seguido de uma vontade voraz de debatê-las e dissecá-las até às entranhas. Aqui entra a CasaViva, onde todos os temas são importantes e qualquer assunto pode ser desmontado.

Basicamente de duas em duas semanas, entre copos e petiscos (se alguém chegar com eles), cada um traz as actualidades que mais o tocaram, intrigaram e pasmaram, para conversar sobre elas com quem estiver por lá. Porque pensar em conjunto abre sempre mais portas. 

Se não puderes vir, sintoniza a Rádio CasaViva.  

ciclo cinema: "Aqui Não Jaz João César Monteiro" - 3ª sessão

2ª, 17 março 21h45 entrada livre
O Último Mergulho 1992 [87'55''] 
(english subtitles) 

O que o jovem Samuel fazia àquela hora da noite, no cais deserto, nunca se saberá ao certo. De facto, quando o senhor Elói - um velho marinheiro reformado - o abordou, ele olhava fixamente as águas do Tejo. Cansado que estava dos seus dias, Elói não podia deduzir de outro modo: Samuel estava ali para pôr cobro à vida...

“Por acaso, escrevo sobre O Último Mergulho no dia em que a imprensa portuguesa publicou as primeiras críticas aos dois primeiros filmes (“O Ar” e “O Fogo”) da série “Os Quatro Elementos” em que João César Monteiro se atirou à Água. Foi uma encomenda da Televisão Portuguesa, depois de uma proposta de Paulo Branco. Os críticos que hoje leio espantam-se (alguns, virtuosamente, indignam-se) que os autores dos episódios já estreados (João Botelho e Joaquim Pinto) se tenham esquecido que estavam a fazer tele-cinema e não cinema. Ainda não vi os ditos filmes. Mas, se tiverem razão, benza-os Deus. Deus, que abençoou certeiramente O Último Mergulho, que é só cinema, todo o cinema e nada mais do que o cinema. César Monteiro não esqueceu a televisão ou (como é que dizem?) o visual. Pelo contrário, muito alembrado deles, virou-lhes as costas. Onde queriam chegadinho, ficou longe. Onde queriam longe, ficou chegadinho. Inventou as distâncias. O cinema é a arte dessa invenção. E é possível ouvir as citações finais do Hyperion - uma em francês, outra em português - como manifestos estéticos, brados guerreiros sobre o cinema e pelo cinema. “Não deixar que a guerra se arraste, por amor à paz”. “Esta terra coberta de luto, desnudada, que eu tanto queria vestir de bosques sagrados e adornar com todas as flores da vida grega” é também a terra pilhada do cinema, em 1992. É também, mas não é só. Como O Último Mergulho é também, mas não é só, um canto fúnebre. O Último Mergulho é um filme sobre o Cinema e sobre Portugal. Como todos os filmes anteriores de João César Monteiro. Este só talvez seja o mais raivoso. Mas tropeço na ternura e tenho menos certezas.”

por João Benárd da Costa em A Muda

ficha técnica


Próximas sessões:
24/3 4ª sessão - Branca de Neve 2000 [72'31'']
31/3 5ª sessão - Vai e Vem 2003

ciclo cinema: "Aqui Não Jaz João César Monteiro" - 2ª sessão

2ª, 10 março 21h30 entrada livre
Recordações da Casa Amarela 1989 [117'20'']
(english subtitles)

Um homem de meia idade vive no quarto de uma pensão barata e familiar, na zona velha e ribeirinha da cidade, até ser despejado por assediar a filha da dona da pensão. Sozinho, e privado de quaisquer recursos, vê-se confrontado com a dureza do espaço urbano e é internado num hospício, de onde sairá por ponderada decisão de homem livre, para cumprir uma missão que lhe é indicada por um velho amigo, doente mental como ele: «Vai e dá-lhes trabalho!»...

Primeiro filme, de uma triologia, onde João César Monteiro interpreta João de Deus, um alter-ego do autor que, segundo o próprio, é “um farsante e psicologicamente irredutível e impenetrável. Habitante do mundo dos limbos, privado de Deus, é um ser imaturo e singular, apenas relacionado com a experiência da linguagem que lhe é transmitida e que tenta apreender através do seu próprio corpo.”

Premiado com o Leão de Prata no Festival de Veneza em 1989
ficha técnica

Próximas sessões:
17/3 3ª sessão - O Último Mergulho 1992 [87'55'']
24/3 4ª sessão - Branca de Neve 2000 [72'31'']
31/3 5ª sessão - Vai e Vem 2003

aí eu cria cria!!!!

6ª, 7 março 11h00 entrada livre 

















Estamos convidando crias e não crias a aparecerem num encontro onde o objectivo é o convivio de tal forma que as crias tenham o tempo e espaço para se poderem expressar! 

Pretendendo também proporcionar o tempo e o espaço para partilhas e outras manias...formas de estar, criar, alimentar, cuidar, transmitir, reunir... 

Querendo aproveitar o melhor possível o dia o convite, diz que na CasaViva estarei eu e a cria Anita e Lia a partir das 11h, venham cedo! 
O Almoço será partilhado: traz algo já cozinhado, para aquecer há fogão e para comer há ferramentas! 

Pela tarde fora brincando e partilhando... traz o que te apetecer! 

Partilha este evento com quem te fizer sentido! 

Até breveeeeeeeeeee...