espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário
O Comunismo nunca existiu
No próximo sábado às 15h00, na CasaViva, terá lugar uma apresentação do livro ‘O comunismo nunca existiu – A guerra civil europeia (1917-1945)’, publicado pelas Edições Antipáticas e com presença de autores.
Com textos de João Valente Aguiar, António Louçã, Victor Serge, Miguel Pérez, Ricardo Noronha e João Bernardo.
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Da introdução ao livro:
«Não estando apostados no resgate de um qualquer "verdadeiro marxismo", interessa-nos sobretudo a discussão contemporânea acerca dos usos e possibilidades do comunismo, enquanto palavra que designa um horizonte igualitário e emancipatório, mas também uma prática subversiva específica, inseparável da crítica intransigente de tudo aquilo que existe.
Não têm sido poucas as vezes em que essa palavra surgiu para traçar um terreno de demarcação face às diversas variantes de liberalismo que estruturam o espaço público e falam ininterruptamente de cidadania e pleno emprego, de soberania e crescimento.
O comunismo é para nós o movimento real que supera esse estado de coisas, que desnaturaliza as relações sociais vigentes, que interrompe o curso habitual da história para desenhar com um gesto livre a possibilidade de uma vida outra, de um mundo para lá do Estado e do trabalho assalariado, assente na partilha e na produção comum, pelo qual nos possamos libertar do reino da necessidade.
É a essa luz que lemos a teoria e a história do movimento operário, que nos procuramos apropriar de ferramentas e conceitos de crítica tanto da economia política como das formas de poder, que nos empenhamos nos combates do nosso tempo e que insistimos em disputar uma palavra que continua a significar para nós exactamente o contrário daquilo que veio a representar durante grande parte do século XX.»
Edições Antipáticas
O Mapa das Punkekas
A Casa não tem quartos, mas as quartas têm Casa. Hoje, com os elementos contra noites ao ar livre, voltamos ao interior para nos deliciarmos com panquecas e darmos uma vista de olhos colectiva ao mais recente número do Jornal Mapa.
A partir das 19h00 - Mãos na Massa
A partir das 20h00 - Mapas, blá blá blás e Bye Bye Barcelona (documentário) - para se pensar no que acontece(u) por lá e perceber o que, se deixarmos, acontece(rá) por cá.
Mal estejam prontas - Degustação de panquecas e outras iguarias.
Livro (apresentação) - SOLO EL ME LLAMA MARINA DI BEIRUT
Segunda, 28 Julho, 20:00
"Tengo que confesar que yo soy una ladrona; no, mejor dicho soy una cleptómana, que bajo un aire iocente y distraído roba las palabras, puntos, frases, comas y suspiros de los demás..."
Tradução Colectiva das Heterotopias (Foucault) - 4
Continuação da tradução colectiva (a partir do francês) do texto "Heterotopias" de Michel Foucault.
Já só faltam dois princípios para acabar a tradução!
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel.
Tradução colectiva das Heterotopias (Foucault) - 3
Continuação da tradução colectiva (a partir do francês) do texto "Heterotopias" de Michel Foucault.
Ficámos no final do segundo princípio, ainda faltam quatro!
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel
Continuação da tradução Colectiva das Heterotopias (Foucault)
Tradução colectiva (a partir do francês) do texto "Heterotopias" de Michel Foucault.
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel
Tradução Colectiva das Heterotopias (Foucault)
Tradução colectiva (a partir do francẽs) do texto "Heterotopias" de Michel Foucault.
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel.
Jantar com o Mapa nº4 e a fractura hidráulica
Apresentação de Hiperligações
Marginalidades
Nos caminhos da insurreição
Modos de vestir, cabelos e barbas
Viajar, desterrar-se
Viver os sonhos, ser pura acção
Na flor da criatividade conservar-se dos vícios
Armar-se de idealismo e da aventura selvagem
Amar o sol, os elementos e ungir-se de mil artifícios
Vencer e superar os falhanços da normalidade
lançamento do Folhas Soltas nº 3
Sessão com o lançamento do Folhas Soltas nº 3, programa de Rádio CasaViva Especial Palestina, jantar palestino e conversa desassossegada à mistura.
EMENTA:
Falafel recheado de Folhas Soltas nº 3
Molho de iogurte salpicado de um programa de Rádio CasaViva Especial Palestina + palavras e música q.b.
Pão ázimo salteado de uma bd
Molho de tomate temperado com fanzine bds
Arroz à moda pilaf apurado com conversa
Surpresa no prato para as curiosas...
Semana Palestina

Ornaização: Grupo Acção Palestina
chegou o MAPA 3
O nº 3 do Jornal MAPA (http://www.jornalmapa.pt/ para quem ainda não conhece) chega às ruas no Porto.
Quem quiser ler e/ou distribuir no seu tasco, livraria, quiosque, oficina, café de esquina ou canto mal afamado apareça na CasaViva, de forma a fazê-lo em primeira mão. Há-de haver cerveja e sumos naturais (ou não)
lançamento do Lápis Desafiado 2
Fartos de estarem imóveis e pontiagudos, esquecidos nos copos e nos estojos, em casas, malas, gavetas e papelarias, os lápis começaram a responder a desafios e descobriram que podiam ter uso. Puseram-se primeiro a escrever. E nasceu o Lápis Desafiado nº 1, um conjunto de quinze textos de não-escritores, pessoas que gostam de escrever.
Agora, a partir desses textos, surgiram desenhos e colagens, feitos por grandes e pequenos, mouros e morcões, todos e qualquer um. Está cá fora o Lápis Desafiado nº 2, o resultado desta arte sem artistas.
No dia 16 de Setembro, segunda-feira, este novo número, que traz já um novo desafio, vai ser apresentado na CasaViva (Porto), às 21h30. Há chá, bolinhos, conversa e outras formas de brincar com palavras.
No domingo seguinte, 22 de Setembro, a apresentação é na Casa da Achada (Lisboa), às 18h, onde também vão estar expostos os originais que deram origem a este conjunto de imagens.
Toda a gente é bem-vinda. A vir à CasaViva, a vir à Casa da Achada, e a responder ao terceiro desafio...
domingo, 22 setembro 18h00 – Casa da Achada, Lisboa
let's talk about punk, baby!
Como não podia deixar de ser, haverá música, petiscos e frescas 20% menos caras.
Lápis Desafiado 1
Será uma rotina algo digno de ser contado?
Junto ao rio devorei encontros não planeados e a vida tornou-se um sorriso.
Já sentia o cheiro a maresia.
Perdeu-se o chamamento da ordem.
Seguimos, vivos, para o cemitério vizinho.
Duas mãos.
Falas sempre tão baixinho.
A lagarta da Alice podia aparecer e falava ao telefone.
Merda! Já é tarde.
Pessoas andavam com as suas vidas às costas.
De molas nos pés.
Deu por si sentado a olhar-se ao espelho.
Sabia dos sentimentos.
Vestiu-se e pegou no telefone.
E então? É por isto?
Quinze formas de dar forma a um desafio inicial.
Quinze não escritores que desafiam a sua não condição e escrevem com a condição de respeitarem o desafio.
Apresentação do MAPA #1
A violência de excepção torna-se a regra do dia-a-dia
Apresentação do nº.1 do jornal MAPA, acabadinho de sair do forno.
Traz um eurito e levas um MAPAzito
última hora: saiu o mapa

MAB Invicta
3-4 | 10-11 | 17-18 março, entrada livre
O MAB-Festival Internacional de Multimédia, Arte e Banda Desenhada é um evento dedicado a várias artes como cinema, ilustração, literatura ou animação, com especial enfoque na banda desenhada.
Decorre nos fins-de-semana de 10-11 e 17-18 de março, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e contará com autores reputados nestas diversas artes, oriundos do Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Itália, Espanha e Portugal.
A CasaViva acolhe a programação paralela: novidades editoriais, exposições e concertos. Começa um fim-de-semana antes, já no próximo, dias 3 e 4, e decorre nos dois fins-de-semana seguintes, 10-11, 17-18.
CONCERTOS
sábado, dia 3
18h Orquestra do Ruído (Lx/Porto)
19h Xoto (Setúbal)
20h Absent Circus (Porto)
21h Phalovich (Lisboa)
domingo, dia 4
20h Jesse James (Porto)
21h Insane Slave (Porto)
sábado, dia 10
20h Protest and Serve (Porto)
21h Dead October (Porto)
domingo, dia 11
19h Paulette Wright (França)
20h Dirty Coal Train (Viseu)
21h Trashbaile (Porto)
sábado, dia 17
18h Old Trees (Coimbra)
19h Dead by Pregnacy (Porto)
20h Conto do Vigário (Lisboa)
21h No No (Viseu)
domingo, dia 18
18h Tiger Picnic (Viseu)
contacto: festivalmab@gmail.com
www.facebook.com/MABInvicta
Zeca pirata online
É com muito prazer que anunciamos a disponibilização online do CD Zeca Pirata, editado pela CasaViva.
14 bandas que passaram pela casa tocam temas de José Afonso. Uma obra de arte feita com meios 100% amadores, editada de forma 100% amadora e, agora, disponível para todos (também podem comprar o CD na CasaViva, com direito a capinha e livreto, também eles 100% amadores). DIY or DIE.
Zeca pirata ...a cantar desde 1929 foi lançado fez um ano no início deste mês, na sequência do convite da Associação José Afonso para comemorar os 80 Anos de Zeca. Mais info aqui.
zeca pirata... a cantar desde 1929
20h00 Estreia mundial de Zeca pirata na RaDIYo CasaViva, em audição colectiva e comentada na cozinha.
22h00 Projecção de Legados de Zeca, um documentário de Marco Pereira, que gera a crítica que, presumidamente, José Afonso faria sobre a sociedade portuguesa pós-25 de Abril.

Inevitavelmente pirata
O 25 de Abril não foi feito para esta sociedade, para aquilo que estamos agora a viver, dizia Zeca Afonso à RTP2 em 1984, mal imaginava ele como podiam continuar certeiras as suas palavras 36 anos depois da Revolução dos Cravos. E 36 anos depois, quando se comemoram 80 anos do seu nascimento, é com Zeca a exortar os jovens à insubordinação, à subversão, que arranca este Zeca pirata.
Inevitavelmente pirata, porque o Zeca, para além da liberdade, cantava tudo aquilo que define uma humanidade fraterna e solidária, em tudo contrário a uma humanidade presa a conceitos de propriedade, material, intelectual e artística. O Zeca é património mundial, exemplo maior dos que lutam e acreditam num mundo mais justo, onde não têm lugar nem muros, nem ameias, e em cuja concepção não existe o outro, existe o nós!
E nós concretizamos Zeca pirata, um projecto consensual para o colectivo CasaViva assim que convidado a participar nos 80 Anos de Zeca: desafiar músicos/bandas que tocaram na casa a gravarem uma versão do cantautor. Saíram 15 versões de 13 músicas. Uma com pronúncia galega, de uma terra calcorreada por Zeca; outra com pronúncia austríaca, de um sítio onde Zeca chegou mesmo que nunca lá tenha ido. Umas mantendo o cariz popular, outras substituindo a guitarra acústica pela eléctrica, saboreando a intervenção com notas de rock, uns acordes de jazz, sons eléctricos, ruídos imprevistos e um ligeiro toque punk. O retoque final teve a cumplicidade de Blandino e a cronologia da edição dos álbuns a que as músicas pertencem é a única responsável pelo alinhamento, com o VídeoJogos, como excepção, a fechar.
Suspeitamos que o Zeca havia de gostar do resultado. Obviamente disponível para cópia pirata.












