xadrez à tarde, avant punk crust à noite

sáb. 11 novembro, entrada livre

Das 15h30 às 18h30:
1º torneio de xadrez de outono do musas
Organização do Sport Musas e Benfica, direccionada a jogadores federados e não federados, de clubes escolares ou outros, de todas as idades.


















mais informação em http://musas.pegada.net/

23h00:
j’m’en fous
Concerto avant punk crust de squatters suíços.

dia mundial contra a shell

6ª feira, 10 novembro, 21h00 entrada livre

Relembrando o assassinato do activista ambiental Ken Saro-Wiwa e a problemática das alterações climáticas no Dia Mundial Contra a Shell, o GAIA apresenta na casaviva167:

21h00: a hora do chá, um momento de meditação por um mundo melhor e por aqueles que lutam para que esse mundo “aconteça”.
22h00: “a herança – o mundo dos nossos filhos”, documentário sobre as alterações climáticas.
23h00: tertúlia dinâmica sobre as alterações climáticas e a procura de soluções para o problema.
00h00: música, actividades interactivas e convívio.

Mais informação em http://www.gaia.org.pt/

registos diferentes

talitha kum

nasa

Jornalistas ignoram Javier Couso

Irmão de José Couso, repórter assassinado pelos EUA no Iraque, reclama justiça.
Fotos: Ursula Zangger















“Nesta sociedade vertiginosa em que vivemos, as notícias passam de moda e os mortos caducam.” Com esta acusação, o espanhol Javier Couso terminou a sua conferência na casaviva167, no dia 2 de Novembro, sobre a morte do seu irmão José Couso, repórter de imagem da Tele5, vítima do ataque das forças militares dos Estados Unidos ao Hotel Palestina, em Bagdad, em 2003.
Exactamente porque “as notícias passam de moda e os mortos caducam” nenhum jornalista compareceu na primeira conferência de Javier Couso em Portugal. Nem por solidariedade para com a família de um colega de profissão, que exige justiça relativamente à morte de um jornalista deliberadamente assassinado pelo exército norte-americano, numa tentativa clara de calar a imprensa independente, que à data fazia a cobertura noticiosa da ocupação de Bagdad.
No dia 8 de Abril de 2003, as forças militares dos EUA instaladas na capital iraquiana mataram outros dois jornalistas: o ucraniano Taras Protsyuk, da agência britânica Reuters, e o jordano Tareq Ayoub, da cadeia de televisão Al-Jazeera.
José Couso e Taras Protsyuk morrerem na sequência dos disparos de um tanque contra o Hotel Palestina, que feriram outros três jornalistas, e Tareq Ayoub morreu num ataque por míssil às instalações da televisão árabe.
















“O meu irmão não é mais importante do que os outros”, frisou Javier, após a projecção de um filme não censurado com imagens e testemunhos que denunciam a culpa do regimento de infantaria 3, do exército norte-americano, no ataque ao Hotel Palestina, nomeadamente o sargento Thomas Gibson, que efectuou o disparo, o capitão Philip Wolford, comandante da unidade, e o tenente-coronel Philip de Camp, comandante do regimento e que deu a ordem para disparar.
Sobre estes três militares foram emitidos, em Outubro de 2005, pelo juiz espanhol Santiago Pedraz, mandados inéditos de busca e captura internacional por crimes de guerra, após a queixa-crime movida pela família de José.
Mas cinco meses depois, em Março deste ano, a Audiencia Nacional espanhola arquivou a investigação, deixando sem efeito os anteriores mandados. Os familiares de José recorreram ao Supremo Tribunal espanhol. Apesar de Javier ter consciência de que vencer o caso é “muito difícil”, o processo ainda não terminou, nem tão pouco a luta por justiça das pessoas envolvidas na associação Hermanos, Amigos y Compañeros de José Couso (HAC-José Couso), criada após a sua morte. Nesse âmbito Javier desdobra-se em conferências pelos quatro cantos do mundo.

É necessário
não ficar indiferente à impunidade
com que o Governo norte-americano
comete crimes por todo o Globo!

Mais informação em http://www.josecouso.info/

duas bandas diferentes

6ªfeira, 3 novembro, 23h00 entrada livre

talitha kum
Som acústico: duas guitarras, baixo e percussão.
Banda de música instrumental, experimental. Pretende criar ambientes orientais, étnicos.

nasa
Guitarra, baixo, bateria e voz.
Som que funde várias raízes, numa base de sonoridade rock e uma melodia suportada pelo mínimo de materiais.

José Couso: crime de guerra

a ocupação do Iraque

conferência com Javier Couso
5ª feira, 2 novembro,
21h00 entrada livre

José Couso é um de 100 jornalistas que morreram no Iraque nos últimos três anos e meio. José Couso, espanhol, era repórter de imagem da Tele5 e foi assassinado pelo Exército dos Estados Unidos da América – mais três companheiros – no dia 8 de Abril de 2003. A partir de então, o seu irmão Javier desenvolveu uma incessante actividade para exigir investigação e justiça, dando origem ao primeiro mandado de Busca e Captura Internacional por Crimes de Guerra movido contra militares norte-americanos. O caso judicial encontra-se no Tribunal Supremo Espanhol.

Trazendo a público a análise dos factos sucedidos no dia 8 de Abril de 2003, em Bagdad, inseridos no controlo informativo da ocupação do Iraque, Javier Couso tem participado em dezenas de conferências em Espanha e noutros países. Nesse âmbito, realiza três conferências em Portugal, a primeira das quais no Porto, na casaviva167 (Praça Marquês de Pombal, 167).

Esta iniciativa tem o apoio do Espaço Musas, Tribunal Internacional do Iraque – Porto e casaviva167.

Mais informação em http://www.josecouso.info/.

concertos fortuitos

sábado, 21. entrada livre

Encontro acidental de três bandas: Nuno Prata, Calhau e Trashbaile. Workshop de culinária a abrir, DJ Miserável aka Vitorugo a fechar.

Fair Trade Fest! - Outubro Justo
Workshop de culinária justa às 14h30, orientado pela Cor de Tangerina.
Concerto quase acústico de Nuno Prata às 18h30. http://todososdiasfossemestesoutros.blogspot.com/
Integrados no Fair Trade Fest!, que se realiza este mês no Porto, promovido pela Reviravolta / Comércio Justo.
http://www.reviravolta.comercio-justo.org/intro.htm

noite de ensaios públicos



















Electrocutatus Calhautus Rudimentarum Bruttus
Electrocutatus Calhautim Rudimentarus Bruttis
Electrocutatum Calhautis Rudimentarum Bruttum


Nem mais nem menos do que o nome do segundo concerto na casaviva167 de circuito bending dos Calhau.

“João Alves Von Calhauism and Marta Ângela Von Calhauism work together since April 2006; they were already: Electrocutatus Santificatis Rudimentarum Extremis Electrocutatus Santificatus Rudimentarus Extremis Electrocutatum Santificatum Rudimentarum Extremis;;; Calhau!;;; and other samuraiesque names lost in time…” in http://www.myspace.com/calhau



















apresentação oficial da maqueta
Billy e a pêra que apaga a luz

Aproveitando umas mini-férias do rapaz das seis cordas, os Trashbaile abrem-se ao mundo e oferecem um ensaio público na casaviva167.

“Nós somos nós, ou seja, não somos mais ninguém para além de quem somos. E neste momento já nem somos o que éramos. No fundo vamos sendo, e já fomos mais do que somos. Existimos desde que nascemos, cada um de nós, e em colectivo, mais ou menos há 8 anos. (…)
Podem chamar-nos "artistas-pretensiosos-com-paranóias-de-vanguarda", mas para nós a banda é um espaço de criação e gozo, fazemo-lo com esperança lúdica e não para criar massas seguidoras e coros soantes. O último nome "TrashBaile" traduz uma vontade de fazer uma mistura entre o trash e o baile, sem tocar trash ou baile, é uma a ideia de fusão, reciclar sons e renunciar a rótulos ou juízos, nem o trash é mau nem o baile é bom – ou vice-versa – é música.” in http://my.opera.com/trashbaile/blog/

conferência SUGAI ®

Atenta aos novos nichos de mercado, a Sugai patenteou, “não uma determinada forma de jogar com as notas musicais – o que seria corrente e vulgar – mas as próprias notas musicais”, anunciou a empresa em conferência na casaviva167. Objectivo: “dar novo alento a uma indústria que jaz aos pés das novas tecnologias”. A iniciativa sucede a patenteação do conhecido martelo de S. João, desde Junho último designado "Martelo de S. João SUGAI®”.


+ info http://sardera.blogspot.com/ (post de 18-06-2006)