espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário
4 anos de ocupação, 4 anos de resistência
5ª, 5 abril entrada livre
ciclo de cinema sobre a guerra no Iraque

Seguido de "Muertos de Segunda", de Gran Wyoming
Depoimentos da mãe e dos irmãos de José Couso, exigindo investigação e justiça. (4'11'')
Castelhano (sem legendas).
ciclo de cinema sobre a guerra no Iraque

22h30 – "Hotel Palestina", de Alberto Arévalo Ferrera
Documentário da Tele5, em homenagem a José Couso, repórter de imagem da televisão espanhola, assassinado em 8 de Abril de 2003, em Bagdad, por forças militares dos EUA. (55')
Documentário da Tele5, em homenagem a José Couso, repórter de imagem da televisão espanhola, assassinado em 8 de Abril de 2003, em Bagdad, por forças militares dos EUA. (55')
Seguido de "Muertos de Segunda", de Gran Wyoming
Depoimentos da mãe e dos irmãos de José Couso, exigindo investigação e justiça. (4'11'')
Castelhano (sem legendas).
parceria: Tribunal do Iraque Porto e CasaViva
4 anos de ocupação, 4 anos de resistência
6ª, 30 março entrada livre
ciclo de cinema sobre a guerra no Iraque

22h30 – “Cuatro horas em Chatila”
Carlos Lapeña parte de um texto de Jean Genet para narrar o massacre nos campos de refugiados palestinianos de Sabra e Chatila. (23’)
v.o. Castelhano (sem legendas)
23h15 – “Petrolio”
Uma controversa reportagem de Sigfrido Ranucci (Rai News) sobre as motivações que estiveram na origem da intervenção no Iraque. (26’)
v.o. Italiana (sem legendas)
parceria: Tribunal do Iraque Porto e CasaViva
ciclo de cinema sobre a guerra no Iraque

22h30 – “Cuatro horas em Chatila”
Carlos Lapeña parte de um texto de Jean Genet para narrar o massacre nos campos de refugiados palestinianos de Sabra e Chatila. (23’)
v.o. Castelhano (sem legendas)
23h15 – “Petrolio”
Uma controversa reportagem de Sigfrido Ranucci (Rai News) sobre as motivações que estiveram na origem da intervenção no Iraque. (26’)
v.o. Italiana (sem legendas)
parceria: Tribunal do Iraque Porto e CasaViva
segunda-feira intensa
2ª, 2 abril, 23h00 entrada livre
Com um Punk Rock intenso e com uma mensagem politizada e poderosa, os austríacos RENTOKILL têm estado quase sempre em tour desde o seu nascimento. Há sempre uma nota saborosa de individualidade e progressão na sua música, sublinhada por uma bateria rápida e certeira e por guitarras duras e melódicas, que se estendem agressivamente por trás das suas bem pensadas letras sócio-políticas, na voz característica do seu vocalista. Nada para além de emoção crua e espírito Punk Rock, o que é muito bem captado pelo seu último álbum "Back to Convenience".
***
Os RENTOKILL formaram-se em meados dos anos 90 e são influenciados por todos os tipos de Punk DIY de todo o mundo, especialmente por artistas estadunidenses como os 7 Seconds, Rich Kids On LSD, Propagandhi, Good Riddance, Bad Religion, NOFX e Strike Anywhere.
***
sempre a picar, apresentação do #1
sábado, 24 março, a partir das 18h30 entrada livre

programa
18h30 – cinema
“Casa de Loucos”, de Andrei Kontchalovski (2003)
V.O. russa, legendado em inglês, 104’
Em 1995, durante as primeiras operações militares na guerra da Tchetchénia, um manicómio é abandonado pelos médicos e enfermeiros. Os pacientes – agora livres, em casa – passam a conviver com os rebeldes tchetchenos e o exército russo.
20.30 – jantar bio
Conscientes da importância de uma alimentação saudável baseada em alimentos de alta qualidade e isentos de químicos, Raízes e Rotomate passam, a partir deste mês, a realizar mensalmente um jantar Bio na CasaViva. Tornar possível uma refeição com a totalidade dos ingredientes biológicos a preço de churrasqueira. Isto para que o Biológico não seja como até aqui, algo disponível e permitido apenas a alguns mais afortunados. A alimentação saudável e de qualidade é um direito, não uma moda ou coisa de jet-set. Os interessados podem inscrever-se no jantar na CasaViva.
21h30 – cinema
“A Quarta Guerra Mundial”, de Rick Rowley (2003)
V.O. inglesa, legendado em português, 76‘
Da linha da frente dos conflitos no México, Argentina, África do Sul, Palestina, Coreia, de Seattle a Génova e da “Guerra contra o Terrorismo” em Nova Iorque, no Afeganistão e no Iraque, esta é a história de homens e mulheres de todo o mundo que recusam ser aniquilados nesta guerra. Numa altura em que as notícias estão cheias de palavras sobre uma nova guerra mundial, narrada por generais e filmada a partir dos narizes das bombas, a história humana deste conflito global continua por contar. O filme “The Fourth World War” junta as imagens e as vozes da guerra no terreno. É a história duma guerra sem fim e daqueles que resistem.
23h00 – concerto
AJA Força
O grupo, de cinco elementos, nasceu em Fevereiro de 2006, numa reunião da Associação José Afonso (AJA), aquando da preparação das comemorações populares do 25 de Abril. Cantam canções de Zeca Afonso e de Adriano Correia de Oliveira. As vozes são acompanhadas de guitarra acústica, unhas, maracas, adufe, pau-de-chuva, flauta irlandesa e transversal.
00.30 – concerto
The Moss
Depois da apresentação do EP nas fnacs do Porto, do apoio de algumas rádios e da participação no “aquário” do PortoCanal, Hugo Moss traz-nos o EP “the moss”. Desta vez a solo, traz-nos o folk/rock e a sensibilidade de um escritor de canções, a não perder.
01h30 – vídeo
“Manobra de Diversão Ridícula - 7/7 Documentário sobre bombas em Londres”
V.O inglesa, sem legendas, 27'53”
No dia 7 de Julho de 2005, Londres foi atingida por uma série de explosões. Provavelmente pensas que sabes o que aconteceu naquele dia. Mas não sabes. A polícia recusa-se a tornar públicas as provas que diz ter e terá mentido acerca de muitos aspectos dos atentados de Londres. Os média empresariais dispuseram-se a espalhar informações falsas e a ignorar as várias inconsistências e discrepâncias da história oficial. Ao fim de um ano, o governo decidiu finalmente apresentar a sua narrativa do acontecimento. No espaço de horas, conseguiu ver-se que tinha muitos erros, um facto já admitido pelo secretário de Estado dos Assuntos Internos John Reid. Rejeitaram sempre um inquérito público independente. Tony Blair descreveu tal inquérito como uma manobra de diversão ridícula (“Ludricous Diversion- 7/7 London Bombings Documentary ”). O que será que não querem que saibamos?
02h00 – música
DJ Mutante
Rádio vanguarda. Aleatória sintonia em alternativo pop, crises punk e electrónica rave/drum/dub. Pista em dança ou para ouvir em conversa de fundo. Também silêncios e músicas a pedido. Música estrangeira com alguns OVNIs tugas.
programa
18h30 – cinema
“Casa de Loucos”, de Andrei Kontchalovski (2003)
V.O. russa, legendado em inglês, 104’
Em 1995, durante as primeiras operações militares na guerra da Tchetchénia, um manicómio é abandonado pelos médicos e enfermeiros. Os pacientes – agora livres, em casa – passam a conviver com os rebeldes tchetchenos e o exército russo.
20.30 – jantar bio
Conscientes da importância de uma alimentação saudável baseada em alimentos de alta qualidade e isentos de químicos, Raízes e Rotomate passam, a partir deste mês, a realizar mensalmente um jantar Bio na CasaViva. Tornar possível uma refeição com a totalidade dos ingredientes biológicos a preço de churrasqueira. Isto para que o Biológico não seja como até aqui, algo disponível e permitido apenas a alguns mais afortunados. A alimentação saudável e de qualidade é um direito, não uma moda ou coisa de jet-set. Os interessados podem inscrever-se no jantar na CasaViva.
21h30 – cinema
“A Quarta Guerra Mundial”, de Rick Rowley (2003)
V.O. inglesa, legendado em português, 76‘
Da linha da frente dos conflitos no México, Argentina, África do Sul, Palestina, Coreia, de Seattle a Génova e da “Guerra contra o Terrorismo” em Nova Iorque, no Afeganistão e no Iraque, esta é a história de homens e mulheres de todo o mundo que recusam ser aniquilados nesta guerra. Numa altura em que as notícias estão cheias de palavras sobre uma nova guerra mundial, narrada por generais e filmada a partir dos narizes das bombas, a história humana deste conflito global continua por contar. O filme “The Fourth World War” junta as imagens e as vozes da guerra no terreno. É a história duma guerra sem fim e daqueles que resistem.
23h00 – concerto
AJA Força
O grupo, de cinco elementos, nasceu em Fevereiro de 2006, numa reunião da Associação José Afonso (AJA), aquando da preparação das comemorações populares do 25 de Abril. Cantam canções de Zeca Afonso e de Adriano Correia de Oliveira. As vozes são acompanhadas de guitarra acústica, unhas, maracas, adufe, pau-de-chuva, flauta irlandesa e transversal.
00.30 – concerto
The Moss
Depois da apresentação do EP nas fnacs do Porto, do apoio de algumas rádios e da participação no “aquário” do PortoCanal, Hugo Moss traz-nos o EP “the moss”. Desta vez a solo, traz-nos o folk/rock e a sensibilidade de um escritor de canções, a não perder.
01h30 – vídeo
“Manobra de Diversão Ridícula - 7/7 Documentário sobre bombas em Londres”
V.O inglesa, sem legendas, 27'53”
No dia 7 de Julho de 2005, Londres foi atingida por uma série de explosões. Provavelmente pensas que sabes o que aconteceu naquele dia. Mas não sabes. A polícia recusa-se a tornar públicas as provas que diz ter e terá mentido acerca de muitos aspectos dos atentados de Londres. Os média empresariais dispuseram-se a espalhar informações falsas e a ignorar as várias inconsistências e discrepâncias da história oficial. Ao fim de um ano, o governo decidiu finalmente apresentar a sua narrativa do acontecimento. No espaço de horas, conseguiu ver-se que tinha muitos erros, um facto já admitido pelo secretário de Estado dos Assuntos Internos John Reid. Rejeitaram sempre um inquérito público independente. Tony Blair descreveu tal inquérito como uma manobra de diversão ridícula (“Ludricous Diversion- 7/7 London Bombings Documentary ”). O que será que não querem que saibamos?
02h00 – música
DJ Mutante
Rádio vanguarda. Aleatória sintonia em alternativo pop, crises punk e electrónica rave/drum/dub. Pista em dança ou para ouvir em conversa de fundo. Também silêncios e músicas a pedido. Música estrangeira com alguns OVNIs tugas.
O Terrorismo de Estado na Rússia. A Guerra na Tchetchénia
sábado, 24 fevereiro, a partir das 18h00 entrada livre
Há dois séculos que os tchetchenos são considerados terroristas, ora pelos czares do Império Russo, ora pelos dirigentes do Partido Comunista da URSS, ora pelos chefes da Federação Russa. Mas quem é terrorista nesta história?
Cristina Dunaeva e Fernando Bonfim procuraram a resposta e registaram a pesquisa no livro “O Terrorismo de Estado na Rússia: a guerra na Tchetchénia nos descaminhos da indústria da violência” (ed. Achiamé, Rio de Janeiro), assinando pela Ação Literária pela Autodertimanação dos Povos.
O foco principal da publicação é o conflito dessa pequena república situada na região a norte das montanhas do Cáucaso que reclama a independência. Por essa causa, Cristina Dunaeva e Fernando Bonfim (Brasil) estão em Portugal. Em Aljustrel, no Centro de Cultura Anarquista Gonçalves Correia (www.goncalvescorreia.blogspot.com), dia 23 de Fevereiro, data da deportação de Tchetchenos e outros povos em 1944 (que corresponde a um dia de acções em países da Europa), e no Porto, na CasaViva167, no dia seguinte, sábado, 24, a partir das 18h00. Sobre a causa, trazem o livro que publicaram, fruto de dois anos de trabalho, fotografias e DVDs.
programa
18h00 – “Prisioneiro das Montanhas”, de Serguei Bodrov 1996
(legendas em castelhano)
Em 1994, logo após a desintegração da URSS, a Rússia invade a Tchecténia. Dois soldados russos são presos e levados para uma vila tchetchena no meio das montanhas, onde convivem com os moradores. Adaptação contemporânea de um conto de Liev Tolstoi (115’).
20h00 – jantar vegetariano (para ser grátis, traz comida para partilhar)
21h30 – Conversa com Cristina Dunaeva e Fernando Bonfim sobre O Terrorismo de Estado na Rússia e a guerra na Tchetchénia, num cenário de meia centena de fotografias.
23h30 – “A Casa dos Loucos”, de Andrei Kontchalovski 2003
(legendas em inglês)
Em 1995, durante as primeiras operações militares na guerra da Tchetchénia, um manicómio é abandonado pelos médicos e enfermeiros. Os pacientes – agora livres, em casa – passam a conviver com os rebeldes tchetchenos e o exército russo. (104’)
Há dois séculos que os tchetchenos são considerados terroristas, ora pelos czares do Império Russo, ora pelos dirigentes do Partido Comunista da URSS, ora pelos chefes da Federação Russa. Mas quem é terrorista nesta história?
Cristina Dunaeva e Fernando Bonfim procuraram a resposta e registaram a pesquisa no livro “O Terrorismo de Estado na Rússia: a guerra na Tchetchénia nos descaminhos da indústria da violência” (ed. Achiamé, Rio de Janeiro), assinando pela Ação Literária pela Autodertimanação dos Povos.
O foco principal da publicação é o conflito dessa pequena república situada na região a norte das montanhas do Cáucaso que reclama a independência. Por essa causa, Cristina Dunaeva e Fernando Bonfim (Brasil) estão em Portugal. Em Aljustrel, no Centro de Cultura Anarquista Gonçalves Correia (www.goncalvescorreia.blogspot.com), dia 23 de Fevereiro, data da deportação de Tchetchenos e outros povos em 1944 (que corresponde a um dia de acções em países da Europa), e no Porto, na CasaViva167, no dia seguinte, sábado, 24, a partir das 18h00. Sobre a causa, trazem o livro que publicaram, fruto de dois anos de trabalho, fotografias e DVDs.
programa
18h00 – “Prisioneiro das Montanhas”, de Serguei Bodrov 1996
(legendas em castelhano)
Em 1994, logo após a desintegração da URSS, a Rússia invade a Tchecténia. Dois soldados russos são presos e levados para uma vila tchetchena no meio das montanhas, onde convivem com os moradores. Adaptação contemporânea de um conto de Liev Tolstoi (115’).
20h00 – jantar vegetariano (para ser grátis, traz comida para partilhar)
21h30 – Conversa com Cristina Dunaeva e Fernando Bonfim sobre O Terrorismo de Estado na Rússia e a guerra na Tchetchénia, num cenário de meia centena de fotografias.
23h30 – “A Casa dos Loucos”, de Andrei Kontchalovski 2003
(legendas em inglês)
Em 1995, durante as primeiras operações militares na guerra da Tchetchénia, um manicómio é abandonado pelos médicos e enfermeiros. Os pacientes – agora livres, em casa – passam a conviver com os rebeldes tchetchenos e o exército russo. (104’)
noite de carnaval
2ªfeira, 19 fevereiro, a partir das 22h00 entrada livre
exposição de fotografia
"máscaras" (2006)
Na busca da herança cultural da máscara portuguesa, Clara Campos Costa parte de cenários com referências e elementos rurais, fazendo uma analogia ao "lugar" das tradições. Apresenta máscaras construídas com base nas tradicionais portuguesas usando elementos como os chocalhos, os cornos e a língua e materiais como o pneu, a serapilheira, o metal e os farrapos, que são uma síntese dos materiais não só utilizado nas máscaras mas também nos trajes e disfarces que se utilizam originalmente.
cinema
"Audition", de Takashi Miike (115’) 2001
"O Bordel do Lago", de Kim Ki-Duk (88’) 2000
"Ikarie XB 1", de Jindrich Polak (84’) 1963
"Perfect Blue", de Satoshi Kon (81’) 1997
música pela noite
exposição de fotografia
"máscaras" (2006)
Na busca da herança cultural da máscara portuguesa, Clara Campos Costa parte de cenários com referências e elementos rurais, fazendo uma analogia ao "lugar" das tradições. Apresenta máscaras construídas com base nas tradicionais portuguesas usando elementos como os chocalhos, os cornos e a língua e materiais como o pneu, a serapilheira, o metal e os farrapos, que são uma síntese dos materiais não só utilizado nas máscaras mas também nos trajes e disfarces que se utilizam originalmente.
cinema
"Audition", de Takashi Miike (115’) 2001
"O Bordel do Lago", de Kim Ki-Duk (88’) 2000
"Ikarie XB 1", de Jindrich Polak (84’) 1963
"Perfect Blue", de Satoshi Kon (81’) 1997
música pela noite
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