rir da guerra

3ª, 3 julho, 22h00 entrada livre

Sketch sobre a guerra in “O Sentido da Vida”, dos Monty Python
(versão inglesa leg. português)

“A Bomba”, de Peter Watkins (48’)
(versão inglesa leg. francês)













Nesta sessão, dois filmes ingleses: um excerto dum filme realizado em 1983 pelos Monty Python, na altura estrelas do humor na BBC, e um telefilme realizado por Peter Watkins em 1965 para a mesma BBC e imediatamente proibido de difusão.

“A Bomba” é ainda hoje um filme clandestino, apesar do fim(?) da guerra "fria". É também um extraordinário exemplo do trabalho de Watkins sobre as formas do cinema, uma ficção sobre a queda da bomba atómica na região do Kent, filmada como se de uma reportagem se tratasse. Neste filme a forma inovadora é também indispensável, permitindo um olhar irónico, sem o qual o retrato da humanidade nele construído se tornaria insuportável. www.mnsi.net/~pwatkins

ciclo RIR DA GUERRA
projecções-conversa

3ª, 10 julho
“Os Carabineiros”, de Jean-Luc Godard
(Francês leg. Inglês)

3ª, 17 julho
Curta in “11 Perspectivas”, de Samira Makhmalbaf
(Iraniano leg. português)

“Kandahar”, de Mohsen Makhmalbaf
(Iraniano leg. português)

fim-de-semana punk solidário com António Ferreira






























































































Tintura d'Ódio, concerto adiado por razões alheias às nossas vontades.

le partisan




fim-de-semana militante


concertos e perfomance
solidários com António Ferreira






António Ferreira, presentemente recluso em Pinheiro da Cruz, concelho de Grândola, encontra-se numa situação injusta e irregular dentro da prisão, até mesmo segundo as leis pelas quais é julgado.

O tratamento que tem recebido ao longo destes últimos 13 anos é muito diferente do tratamento dado à maioria das pessoas presas. Além de recentemente não lhe serem concedidas saídas precárias (apenas alguns dias fora do estabelecimento prisional), as suas reivindicações nunca são atendidas ou demoram anos a sê-lo.

As situações mais gritantes são talvez a não aplicação de cúmulo jurídico (acumulação de penas para que, no total, uma sentença de prisão não ultrapasse a pena máxima prevista na lei), prática comum dos tribunais portugueses, e a recusa em colocar o António em liberdade condicional. Coisa que já se poderia verificar há mais de 4 anos!

Estranhamente, não está a ser dado um tratamento "comum" a este caso, o que nos leva a concluir que o António se trata de um preso político.

Dia 24 de Julho está marcada uma audiência para análise do pedido de liberdade condicional. Apesar de já há muito tempo ter direito a tal, ainda há seis meses foi-lhe negado o pedido sem qualquer justificação plausível.

Para mais informação sobre este caso, aparece dia 30 de Junho na CasaViva ou contacta
cosanossa@gmail.com

+ info http://libertemferreira.no.sapo.pt/antonio.htm

sáb. 30 junho entrada livre

18h30 intervenção de A Dasilva O
Leitura encenada de UX, um original estupidamente dramático onde o autor-leitor se imagina em férias hospedado num quarto do hotel Obersalzberg, outrora lugar onde o núcleo duro nazi se reunia, mais conhecido por ninho das águias.

22h00 concertos
Disgraça
Banda crust punk diy com forte influência libertária. Com alguns ex-integrantes de Tempos de Revolta. A banda nasceu em Ferreira do Alentejo em 2005.

Disastro Sapiens
Neste momento estamos a braços com uma questão metafísica fundamental: não estamos certos se existimos realmente (se a resposta for positiva é um absurdo que não conseguimos compreender). Como tal, não faria sentido uma biografia duma existência não demonstrada.

dom. 1 julho entrada livre

22h00 concertos
Tintura d'Ódio
Crust com crosta dos esgotos sadinos.

Focolitus
Uma das bandas mais criativas da cena punk portuguesa, porque vai mais longe na busca de inspirações para o mundo do punk ska.

música de expressão portuguesa

6ª, 29 junho, 22h30 entrada livre
le partisan












A banda nasceu em Dezembro de 2002, fundada por Blandino. Várias formações volvidas, é hoje constituída por três elementos: o mentor e compositor – voz, guitarra acústica, bandolim, guitarra eléctrica, chocalho e bombos; Sara Luz – voz, percussões (miudezas) e kazoo; e Nuno Mendes – baixo eléctrico.

Le Partisan tem como regra tocar com convidados e um manifesto que termina assim: “…e tudo num sofá preguiçoso toda a estória ilógica fantasiar a vida é penar pela realidade vivê-la é bem mais simples quando da nossa boca sai mais do que "MÉÉ" viver aos pulinhos aos bocadinhos coitadinhos já caminhei na sombra de fazer algo mais as palavras enganadas trocadas de ironias disfarçadas”.

+ info:
maquisards.blogspot.com/2005/07/manifesto-maquis.html
www.myspace.com/lepartisan
maquisards.blogspot.com/
homepage.oniduo.pt/lepartisan/

azevedo silva e bexar bexar




tocando áfrica

5ª, 28 junho, 19h-22h entrada livre








Encontro de dança e percussão tradicional da costa Oeste africana, sob orientação do movimento WONTANARA.
Tocando e dançando África, às quintas-feiras, na CasaViva.

Traz djambés ou outro instrumento de percussão, roupa confortável e muita energia! Traz também cadernos, lápis, material escolar para enviar para a Escola Primária da Ilha De Roume, na Guiné Conakry, para ajudar crianças a aprenderem a ler, escrever, desenhar e fazer contas.

aquaparque e território













vigília - guerrilha cultural pela américa do sul

Actividades de denúncia da IIRSA

A IIRSA (Iniciativa de Integração da Infra-estrutura Regional Sul Americana) é a tentativa de implementação dos mesmos planos e objectivos da ALCA (Acordo de Livre Comércio das Américas): o escoamento das riquezas naturais do continente para os mercados da Europa e Estados Unidos.

Para isso, estão sendo viabilizados, através dos governos de “esquerda“ sul-americanos, 337 megaprojectos de infraestrutura, principalmente gasodutos, vias de transporte e meios de telecomunicação. Os projectos estão causando novo genocídio de povos e comunidades.

Denúncia desse genocídio:
3ª, 26 junho, a partir das 19h00 entrada livre
Apresentação de trechos de documentários:
“SED – invasión gota a gota: la próxima guerra será por la água“
A geopolítica na região do Aquífero Guarani, um dos maiores reservatórios subterrâneos de água doce do mundo
“Nuestro Petróleo y otros cuentos“
Os impactos do aumento da produção de petróleo na Venezuela de Hugo Chávez e seus vínculos com as indústrias estadunidenses.

4ª, 27 junho, a partir das 19h00 entrada livre
Exibição de filmes brasileiros:
“Quanto vale ou é por quilo?“
Denúncia da indústria das ONGs e a escravidão contemporânea.
“Estamira“
História de mulher moradora área de lixo urbano no Rio de Janeiro
“Terra Estrangeira“
Imigração brasileira em Portugal após o agravamento da crise económica na década de 90.
“Ônibus 174“
História de menino de rua que sequestra um ônibus num bairro nobre do Rio de Janeiro e acaba sendo refém da sociedade do espetáculo.
“Sonho Real“
Hstória de uma ocupação urbana na cidade de Goiânia.

5ª, 28 junho, 22h00 entrada livre
Debate-denúncia sobre os impactos sócio-ambientais da IIRSA e o relato/exemplo de um caso de destruição da última comunidade piscatória no Estuário de Santos (São Paulo-Brasil), a partir da expansão do porto e construção de novos terminais para exportação de soja transgénica, carne e etanol para Europa, Estados Unidos e outros países do “Primeiro Mundo“.
(com exibição de trechos de documentários)

6ª, 29 junho, das 19h00 às 22h00 entrada livre
Resistência e lutas sociais na América do Sul
Exibição de documentários:
“Roda Grande“ e “Trukã“ (luta pela autodeterminação de povos indígenas em Pernambuco); MTST (Movimento dos trabalhadores Sem-Tecto em São Paulo); Movimento Piquetero na Argentina.

Durante as actividades será disponibilizado todo o material da vigília – guerrilha cultural:
fotos, livros, filmes, fanzines, publicações, músicas, etc. para divulgação e livre reprodução dos colectivos e pessoas interessadas em construir práticas criativas de resistência.
Sejam bem-vindos!