Caros Casavivenses

(todos aqueles que já cá estiveram e todos os outros que por qualquer motivo ainda por cá não passaram)

A CasaViva encontra-se na recta final da 1ª fase de construção. Em Agosto, fecho temporariamente para umas merecidas férias.

Como todos já saberão, o projecto CasaViva pretende romper radicalmente com a forma de pensar e criar projectos ditos de cidadania.

Considero-me uma associação mas não pretendo institucionalizar-me como tal. Por várias razões, sendo que a mais importante será, porventura, pretender uma forma de associativismo livre no sentido de que não são necessários estatutos, nem cargos directivos nem tão pouco associados quotizados para que um projecto deste tipo possa vingar. Além desta razão pretendo colocar-me fora das possibilidades de, enquanto associação, me candidatar a qualquer tipo de subsídio institucional, mantendo-me, assim, livre de qualquer tipo de dependência, possibilitando uma forma de agir autónoma e colectiva.

Em função desta postura, a única forma de sustentabilidade do projecto passa pelo voluntarismo de pessoas e grupos que por cá já passaram e continuam a passar, bem como pelo apoio financeiro de, pelo menos, uma dezena destas pessoas.

Certamente perceberão que, não existindo outro tipo de apoio para além do referido, se torna, por vezes, bastante difícil a manutenção do projecto CasaViva. Difícil mas não impossível quando a vontade de agir em cidadania é superior à concentração de conformismo que carregamos.

Tudo isto para vos fazer um pedido. A CasaViva precisa urgentemente de um FRIGORÍFICO ou ARCA CONGELADORA. Pode ser amarelo, às pintas, alto ou baixo, com ou sem prateleiras... só precisa de funcionar!

Abraços
casaviva@gmail.com

concerto

sábado, 7 julho, 22h00 entrada livre

DILITANTDIGITRASHPOPCRUSTTECHNOSKAMETALPUNKDISCOCORE

Barulho divertido, por KNÖTARÖT, dois perversianos
http://www.myspace.com/knoetaroet

festa de angariação de fundos

6ª, 6 julho, 22h00 entrada livre













A recolha de material escolar para a Escola Primária da Ilha De Roume, na Guiné Conakry, ultrapassou as expectativas. Faltam agora alguns euros para a encomenda chegar ao destino. De Conakry irá para a Ilha de Roume pelas mãos de Abdoulaye Camara, mestre e amigo dos elementos do movimento Wontanara, o que dá a certeza de que a encomenda chegará a todas as crianças da escola, sendo distribuída com todo o carinho e igualdade.

A festa de angariação de fundos para enviar a encomenda do material recolhido pelo movimento Wontanara, que às quintas-feiras tem tocado e dançado África na CasaViva, inclui:

dança e percussão africana, movimento Wontanara
exposição de fotografia, tocando África
mostra de video, Tutu Buti na Guiné
música reggae, Selectah Gadelhah e Upfull Soundsystem
concerto hip hop, Barrako27

tocando áfrica

5ª, 5 julho, 19h-22h entrada livre

Encontro de dança e percussão tradicional da costa Oeste africana, sob orientação do movimento WONTANARA.
Tocando e dançando África, às quintas-feiras, na CasaViva.

Traz djambés ou outro instrumento de percussão, roupa confortável e muita energia! Traz também cadernos, lápis, material escolar para enviar para a Escola Primária da Ilha De Roume, na Guiné Conakry, para ajudar crianças a aprenderem a ler, escrever, desenhar e fazer contas.

rir da guerra

3ª, 3 julho, 22h00 entrada livre

Sketch sobre a guerra in “O Sentido da Vida”, dos Monty Python
(versão inglesa leg. português)

“A Bomba”, de Peter Watkins (48’)
(versão inglesa leg. francês)













Nesta sessão, dois filmes ingleses: um excerto dum filme realizado em 1983 pelos Monty Python, na altura estrelas do humor na BBC, e um telefilme realizado por Peter Watkins em 1965 para a mesma BBC e imediatamente proibido de difusão.

“A Bomba” é ainda hoje um filme clandestino, apesar do fim(?) da guerra "fria". É também um extraordinário exemplo do trabalho de Watkins sobre as formas do cinema, uma ficção sobre a queda da bomba atómica na região do Kent, filmada como se de uma reportagem se tratasse. Neste filme a forma inovadora é também indispensável, permitindo um olhar irónico, sem o qual o retrato da humanidade nele construído se tornaria insuportável. www.mnsi.net/~pwatkins

ciclo RIR DA GUERRA
projecções-conversa

3ª, 10 julho
“Os Carabineiros”, de Jean-Luc Godard
(Francês leg. Inglês)

3ª, 17 julho
Curta in “11 Perspectivas”, de Samira Makhmalbaf
(Iraniano leg. português)

“Kandahar”, de Mohsen Makhmalbaf
(Iraniano leg. português)

fim-de-semana punk solidário com António Ferreira






























































































Tintura d'Ódio, concerto adiado por razões alheias às nossas vontades.

le partisan




fim-de-semana militante


concertos e perfomance
solidários com António Ferreira






António Ferreira, presentemente recluso em Pinheiro da Cruz, concelho de Grândola, encontra-se numa situação injusta e irregular dentro da prisão, até mesmo segundo as leis pelas quais é julgado.

O tratamento que tem recebido ao longo destes últimos 13 anos é muito diferente do tratamento dado à maioria das pessoas presas. Além de recentemente não lhe serem concedidas saídas precárias (apenas alguns dias fora do estabelecimento prisional), as suas reivindicações nunca são atendidas ou demoram anos a sê-lo.

As situações mais gritantes são talvez a não aplicação de cúmulo jurídico (acumulação de penas para que, no total, uma sentença de prisão não ultrapasse a pena máxima prevista na lei), prática comum dos tribunais portugueses, e a recusa em colocar o António em liberdade condicional. Coisa que já se poderia verificar há mais de 4 anos!

Estranhamente, não está a ser dado um tratamento "comum" a este caso, o que nos leva a concluir que o António se trata de um preso político.

Dia 24 de Julho está marcada uma audiência para análise do pedido de liberdade condicional. Apesar de já há muito tempo ter direito a tal, ainda há seis meses foi-lhe negado o pedido sem qualquer justificação plausível.

Para mais informação sobre este caso, aparece dia 30 de Junho na CasaViva ou contacta
cosanossa@gmail.com

+ info http://libertemferreira.no.sapo.pt/antonio.htm

sáb. 30 junho entrada livre

18h30 intervenção de A Dasilva O
Leitura encenada de UX, um original estupidamente dramático onde o autor-leitor se imagina em férias hospedado num quarto do hotel Obersalzberg, outrora lugar onde o núcleo duro nazi se reunia, mais conhecido por ninho das águias.

22h00 concertos
Disgraça
Banda crust punk diy com forte influência libertária. Com alguns ex-integrantes de Tempos de Revolta. A banda nasceu em Ferreira do Alentejo em 2005.

Disastro Sapiens
Neste momento estamos a braços com uma questão metafísica fundamental: não estamos certos se existimos realmente (se a resposta for positiva é um absurdo que não conseguimos compreender). Como tal, não faria sentido uma biografia duma existência não demonstrada.

dom. 1 julho entrada livre

22h00 concertos
Tintura d'Ódio
Crust com crosta dos esgotos sadinos.

Focolitus
Uma das bandas mais criativas da cena punk portuguesa, porque vai mais longe na busca de inspirações para o mundo do punk ska.

música de expressão portuguesa

6ª, 29 junho, 22h30 entrada livre
le partisan












A banda nasceu em Dezembro de 2002, fundada por Blandino. Várias formações volvidas, é hoje constituída por três elementos: o mentor e compositor – voz, guitarra acústica, bandolim, guitarra eléctrica, chocalho e bombos; Sara Luz – voz, percussões (miudezas) e kazoo; e Nuno Mendes – baixo eléctrico.

Le Partisan tem como regra tocar com convidados e um manifesto que termina assim: “…e tudo num sofá preguiçoso toda a estória ilógica fantasiar a vida é penar pela realidade vivê-la é bem mais simples quando da nossa boca sai mais do que "MÉÉ" viver aos pulinhos aos bocadinhos coitadinhos já caminhei na sombra de fazer algo mais as palavras enganadas trocadas de ironias disfarçadas”.

+ info:
maquisards.blogspot.com/2005/07/manifesto-maquis.html
www.myspace.com/lepartisan
maquisards.blogspot.com/
homepage.oniduo.pt/lepartisan/