histórias cantadas

6ª, 20 julho, 21h00 entrada livre


















erro!
Com o disco "isto é o quê, mãe?" lançado pela editora Cobra em 2006, o projecto
erro! é apresentado ao vivo pelo seu mentor, João Palma, num formato alternativo em que loops minimalistas e guitarras dão fundo às histórias cantadas.

http://www.myspace.com/erromusic

tocando áfrica

5ª, 19 julho, 19h-22h entrada livre


















Encontro de dança e percussão tradicional da costa Oeste africana, sob orientação do movimento Wontanara.

Traz djambés ou outro instrumento de percussão, roupa confortável e muita energia! Traz também cadernos, lápis, material escolar para enviar para a Escola Primária da Ilha De Roume, na Guiné Conakry, para ajudar crianças a aprenderem a ler, escrever, desenhar e fazer contas.


rir da guerra

3ª, 17 julho, 22h00 entrada livre

"Deus, Construção e Destruição", de Samira Makhmalbaf (11’)
(Iraniano leg. português)

Kandahar”, de Mohsen Makhmalbaf (85’)
(Iraniano leg. português)














Chega ao fim o ciclo Rir da Guerra com um filme de Mohsen Makhmalbaf, antecedido por uma curta-metragem de Samira Makhmalbaf, sua filha, ambos realizadores iranianos, ambos artistas num país onde a guerra é pano de fundo e prato de resistência há décadas. Num país hoje tornado alvo principal das futuras aventuras guerreiras americanas (e portanto europeias), suposto ninho e lar do terrorismo que nos ameaça e ataca supostamente a todo o instante.

Pareceu-nos indispensável sair do Ocidente (como fizemos com Kanzo Sensei, um filme japonês), por um lado, mas também chegar no fim do ciclo à actualidade, ou pelo menos aos conflitos que hoje dividem o mundo, e neste caso, nos colocam supostamente do outro lado da barreira em relação a estes filmes...O filme de Mohsen Makhmalbaf estreia imediatamente a seguir ao 11 de Setembro 2001 (e é, portanto "anterior"), enquanto que o de Samira Makhmalbaf é uma das 11 curtas do projecto 11 perspectivas (sobre o 11.09) e reflecte já a questão do "antes e depois".

Parece-nos interessante ainda, após uma primeira abordagem ao trabalho de documentário-ficção de Peter Watkins, debruçar-nos sobre o trabalho de Makhmalbaf que explora também a fronteira entre os géneros, ainda que de uma forma totalmente diversa.

tocando áfrica

5ª, 12 julho, 19h-22h entrada livre

Encontro de dança e percussão tradicional da costa Oeste africana, sob orientação do movimento Wontanara. Tocando e dançando África, às quintas-feiras, na CasaViva.

Traz djambés ou outro instrumento de percussão, roupa confortável e muita energia! Traz também cadernos, lápis, material escolar para enviar para a Escola Primária da Ilha De Roume, na Guiné Conakry, para ajudar crianças a aprenderem a ler, escrever, desenhar e fazer contas.

knötaröt, dois perversianos













angariação de fundos para escola em áfrica














A angariação de fundos para enviar o material escolar para a Ilha De Roume, na Guiné Conakry, recolhido pelo movimento Wontanara, continua para além da festa de 6 de Julho. A exposição de fotografias também.

Apareçam e dêem o vosso contributo. E, se puderem, tragam marcadores e lápis de cor, que é o que mais falta no caixote a enviar.







assembleia da plataforma artigo 65

3ª, 10 julho, 21h00 entrada livre

A plataforma artigo 65 – Habitação para tod@s é uma rede de associações e cidadãos que visa o respeito e a defesa do direito à habitação conforme expressa o artigo 65º da Constituição. E cuja actuação tem como base os seguintes princípios:

1. Todos têm direito, para si e para as suas famílias, a uma habitação condigna.
2. Ninguém pode ter a sua casa demolida sem ter acesso a uma alternativa de habitação.
3. As carências quantitativas e qualitativas de habitação em Portugal atingem centenas de milhares de famílias e não podem continuar a ser ignoradas.
4. O Governo português tem o dever de definir uma política pública da habitação.
5. O Estado e as câmaras municipais têm que promover um conjunto de medidas de emergência para fazer frente a carências gritantes de habitação.

A plataforma é uma rede informal de âmbito nacional mas que tem vindo a ter mais actividade na área de Lisboa. Contudo, como a problemática da habitação atinge todo o país, várias pessoas e associações sentiram a necessidade de dinamizar a plataforma no Porto.

O núcleo do Porto da plataforma artigo 65 realiza na CasaViva, dia 10 de Julho, pelas 21h00, uma assembleia aberta a todos quantos queiram participar.

Contactos:
Sylvia Almeida 965829606
Ricardo Gomes 918265300

http://www.plataformaartigo65.org/

rir da guerra

3ª, 10 julho, 22h00 entrada livre

Os Carabineiros”, de Jean-Luc Godard (95’)
(Francês leg. Inglês)






















Apesar dos seus nomes sonantes e semi-heróicos (Ulisses e Miguel-Ângelo), os soldadinhos de Godard não passam de uns pobres parolos para quem a guerra é uma boa maneira de viajar, pilhar, destruir e violar umas raparigas pelo caminho... Filme de 1963.

ciclo RIR DA GUERRA
projecções-conversa


3ª, 17 julho
Curta in “11 Perspectivas”, de Samira Makhmalbaf
(Iraniano leg. português)


Kandahar”, de Mohsen Makhmalbaf
(Iraniano leg. português)

Caros Casavivenses

(todos aqueles que já cá estiveram e todos os outros que por qualquer motivo ainda por cá não passaram)

A CasaViva encontra-se na recta final da 1ª fase de construção. Em Agosto, fecho temporariamente para umas merecidas férias.

Como todos já saberão, o projecto CasaViva pretende romper radicalmente com a forma de pensar e criar projectos ditos de cidadania.

Considero-me uma associação mas não pretendo institucionalizar-me como tal. Por várias razões, sendo que a mais importante será, porventura, pretender uma forma de associativismo livre no sentido de que não são necessários estatutos, nem cargos directivos nem tão pouco associados quotizados para que um projecto deste tipo possa vingar. Além desta razão pretendo colocar-me fora das possibilidades de, enquanto associação, me candidatar a qualquer tipo de subsídio institucional, mantendo-me, assim, livre de qualquer tipo de dependência, possibilitando uma forma de agir autónoma e colectiva.

Em função desta postura, a única forma de sustentabilidade do projecto passa pelo voluntarismo de pessoas e grupos que por cá já passaram e continuam a passar, bem como pelo apoio financeiro de, pelo menos, uma dezena destas pessoas.

Certamente perceberão que, não existindo outro tipo de apoio para além do referido, se torna, por vezes, bastante difícil a manutenção do projecto CasaViva. Difícil mas não impossível quando a vontade de agir em cidadania é superior à concentração de conformismo que carregamos.

Tudo isto para vos fazer um pedido. A CasaViva precisa urgentemente de um FRIGORÍFICO ou ARCA CONGELADORA. Pode ser amarelo, às pintas, alto ou baixo, com ou sem prateleiras... só precisa de funcionar!

Abraços
casaviva@gmail.com