
www.deadsinger.net
www.myspace.com/tootitantofall
www.myspace.com/mmiyagifastcore
www.myspace.com/afganistanyeyes
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário

20h00 tocando África
Percussão tradicional da costa Oeste africana, sob orientação do movimento Wontanara, a pensar nas crianças da Ilha De Roume, na Guiné Conakry. Traz djambés ou outro instrumento de percussão. Se não tiveres, aparece na mesma.
21h00 tertúlia a propósito da cimeira UE-África
O SOS Racismo – Porto promove uma tertúlia sobre a cimeira Europa-África, que decorre este fim-de-semana em Lisboa.

5ª, 6 dezembro, 21h00 entrada livre
Chriss Sutherland e Micah Blue Smaldone
Chriss Sutherland, cantor, guitarrista, autor, ex-membro da banda de culto Cerebrus Shoal e grande especialista em tradições xamanísticas de todo o mundo, está de regresso. Desta vez, as suas canções serão antecedidas pela actuação de Micah Blue Smaldone, também ele herdeiro da tradição folk-blues rural americana.
www.myspace.com/chrisssutherland
www.myspace.com/micahbluesmaldone
Tocando África regressou na 6ª feira.
Nesse dia, não se concretizou o anunciado concerto dos Numb Skull, adiado porque um dos elementos da banda teve um acidente.
No sábado, abriu a exposição colectiva de BD, Ilustração e Cartoon, organizada pelo Espaço Musas. Para visitar até 22 de Dezembro, na sala do primeiro andar.
Sem se fazer anunciar, chegou o Pica Miolos de Dezembro: 32 páginas com uma dedicatória especial ao querido líder Rui Rio.
Como habitualmente, foram editados 100 exemplares. Foram então distribuídos cerca de 30. Os restantes aguardam leitores interessados.
A edição on line estará disponível brevemente.


Há várias maneiras de classificar a música de Rinus van Alebeek, segundo o próprio: ”Chamem-lhe música concreta, porque uso fita magnética; chamem-lhe noise, porque por vezes é ruidosa; chamem-lhe dark ambient, porque é um termo de que as pessoas gostam; chamem-lhe industrial, porque ocasionalmente há alguns drones. Chamem-lhe poética, porque querem afastar-se das definições habituais, ou chamem-lhe paisagens sonoras, porque leram um livro sobre isso. Eu chamo-lhe pop, e sei que já somos em número suficiente em todo o Mundo para que esta definição se justifique."O Pica Miolos não apareceu. Mas tudo o resto correu como programado, ainda que num horário diferente.
...e a conversa com José Nuno Matos a encerrar a noite.
O Estado é o primeiro interessado no bom funcionamento dos sindicatos, que cada vez mais se assemelham a partidos políticos. E são conhecidas as organizações sindicais que se renderam ao capitalismo, partindo à conquista de associados com a contrapartida de descontos em determinadas empresas, com as quais estabeleceram protocolos. Tudo isto a propósito do estudo que o Zé Nuno escreveu: Acção Sindical e Representatividade (Lisboa, Autonomia 27, 2007).
Tema: a representatividade, ou melhor, a perca de representatividade dos sindicatos num mundo de trabalho em crise com o modelo salarial, em que os empregos já não são para toda a vida e em que precariedade aumenta à medida que decrescem os assalariados efectivos, os únicos que os sindicatos representam.
A acção do Movimento Verde Eufémia em Silves, no passado dia 17 de Agosto, trouxe a atenção para o problema do cultivo de transgénicos na agricultura portuguesa. Contudo, de uma forma geral, a comunicação social apresentou apenas uma perspectiva parcial desta acção política, classificando-a como um acto de violência e vandalismo perante um agricultor indefeso.
Dois meses passados sobre a primeira acção de desobediência civil contra os transgénicos em Portugal, um vídeo é publicado na internet, com novas imagens que mostram uma acção não-violenta e simbólica, que não afectou a subsistência do empresário agrícola José Menezes.
20h30 The Mistery Artist

22h00 Jantar e conversa em torno da obra recentemente editada Acção Sindical e Representatividade (Lisboa, Autonomia 27, 2007). Estará presente o autor, José Nuno Matos, operador da Marktest e mestre em Ciência Política pela Universidade Técnica de Lisboa.
"As actuais sociedades tendem a caracterizar-se por um nível de globalidade não só espacial, mas também sectorial, confrontando-se com processos de complexificação imprevisíveis que, directa e indirectamente, contribuem para colocar a nu o arcaísmo e inadaptação do fenómeno representativo. Perante uma crescente indefinição de papéis sociais, torna-se extremamente difícil definir padrões funcionais de comportamento, ou seja, determinar quais são as condutas que contribuem para a reprodução da ordem social. Os sindicatos, actores fundamentais na representação de interesses e logo na perpetuação do sistema social, parecem ser confrontados com este dilema. Como representar aqueles que somos incapazes de interpretar? Porquê representar quando na verdade não representam? Quais as alternativas a esta lógica?"
O Pica Miolos poderá aparecer e diz que vem cabreado com o querido líder Rui Rio.