The Cummies
banda italiana, último show da tour
myspace.com/thecummiessuck

Eskizofrénicos
Porto
www.myspace.com/eskizofrenicosband
Alkaoticos
Famalicão
Mais uma queda
Porto, primeiro show
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário

5ª, 31 janeiro, 19h00 entrada livre

Marvin
Formados em 2003 por Frédéric Conte, Emilie Rougier e Grégoire Bredel, os Marvin produzem uma sonoridade electrorock que cruza o Krautrock, um certo som de Chicago, pós punk e errrr um electro sujo. Depois de três anos a tocar um pouco por todo o território francês, o trio de Montpellier editou o primeiro álbum em Março de 2007.
www.myspace.com/marvinband
Goodbye Diana
A música dos Goodbye Diana remete-nos para a celebração do pós-rock. Numa altura que o género se tornou quase receita-chave para algumas bandas desesperadas, os franceses fazem-nos lembrar e procuram nos anos 70 a inspiração para a música que fazem. Para apreciadores de Don Caballero, June of 44, Honey for petzi e Dianogah.
www.myspace.com/goodbyediana
organização:
Lovers & Lollypops
www.loversandlollypops.com
www.myspace.com/loversandlollypops
loverslollypops@gmail.com
Vamos preparar uma manifestação para o dia 9 de Fevereiro, onde se lute pela alteração da Lei da Imigração, que protege de facto as redes mafiosas de tráfico de migrantes, onde se denuncie a brutalidade da actuação do governo português no caso concreto da recente expulsão de imigrantes marroquinos “sem-papéis”, e se pugne pelo direito fundamental que é o da livre circulação de seres humanos.
Porque ninguém é ilegal

sáb, 19 janeiro, 18h00 entrada livre
Motornoise
www.myspace.com/motornoise
Eskizofrénicos
www.myspace.com/eskizofrenicosband
Bloody Disgrace
www.myspace.com/thebloodydisgrace
Enzímico
www.myspace.com/enzimic
4ª, 16 janeiro, 21h00 entrada livre
Reunião para preparação de iniciativa sobre a situação dos imigrantes marroquinos detidos no Centro de Instalação Temporária, no Porto.
Organização: Rede Que Alternativas?
Objectivo: denunciar e chamar a atenção para os problemas das políticas de repressão à imigração que favorecem e alimentam as redes criminosas de tráfico humano e de auxílio às acções da imigração ilegal e que estão a ser aplicadas em Portugal e na Europa. Esta foi também uma preocupação recentemente manifestada pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados.
O caso recente dos imigrantes marroquinos que desembarcaram no ilhéu da Culatra, em Olhão, e que se encontram detidos no centro de instalação dos SEF no Porto, como de criminosos se tratassem, veio colocar em evidência a situação dramática em que se encontram centenas de imigrantes que foram vitimas de tráfico humano e que devem ser protegidos. É nosso dever apoiá-los.
Ao contrário do que tem sido a prática das autoridades, existem Directivas Comunitárias, Convenções Internacionais instrumentos legais portugueses que obrigam à garantia de protecção destes imigrantes. A sua expulsão é praticamente condená-los à morte, pois a maior parte destes imigrantes estão dispostos a arriscar novamente a perder a vida através da travessia oceânica, como aconteceu com milhares de homens, mulheres e crianças que, durante o ano de 2007, perderam a vida ao tentaram a sua sorte na falta de outras condições.
A Rede Que Alternativas? nasceu a partir da organização da iniciativa "África-Europa: que Alternativas?", paralela à cimeira oficial, que decorreu nos dias 7, 8 e 9 de Dezembro em Lisboa. Esta iniciativa contou com a participação de diversas associações e movimentos sociais europeus e africanos, quer como convidados quer como organizadores.
A Rede, então formada, congrega membros de diversas associações e visa dar continuidade, em Portugal com muitos outros actores sociais que queiram juntar-se a ela, aos debates e movimentos de luta que germinaram do referido encontro.
Hoje, na Europa, a imigração é uma das questões mais emergentes ao nível da acção e debate. O caso dos imigrantes marroquinos que actualmente estão presos no centro de detenção de imigrantes no Porto é emblemático da gravidade da situação de violação dos Direitos Humanos.
As políticas de repressão na UE, de externalização das fronteiras vão no sentido contrário dos Direitos Humanos e do apoio às pessoas vítimas de tráfico de seres humanos e favorecem a exploração desumana de homens e mulheres indocumentados.
A ideia é juntar activistas de todo o país para organizarmos esta acção junto do CIT do Porto em conjunto com a Rede Que Alternativas?
Mas para possa ser levada a bom porto, precisamos dos vossos contributos, propostas e ideias. Estamos convictos de que esta iniciativa poderia ser um ponto de partida para iniciar um trabalho conjunto, reforçar posições e parcerias imprescindíveis para a defesa dos mais excluídos e necessitados.
Contactos da Rede Que Alternativas?
que.alternativas@gmail.com
Camila Lamarão : 914 194 013
Timoteo Macedo : 914 948 558
Benoît Guichard : 964 921 446