Acidente é o nome dos assassinatos nos bairros pobres
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário
bernays propaganda e la casa fantom
2ª, 8 abril 20h00 entrada livre


bernays propaganda (macedónia)
junkcola.blogspot.com
la casa fantom (noruega)
www. lacasafantom.com


bernays propaganda (macedónia)
junkcola.blogspot.com
la casa fantom (noruega)
www.
DIY heavy punk rap suíço
domingo, 7 abril 19h00 entrada livre
The Labrats Bugband
www.soundcloud.com/bugrats
www.youtube.com/watch?v=dEgYehqr9xc
The Labrats Bugband
www.soundcloud.com/bugrats
www.youtube.com/watch?v=dEgYehqr9xc
música contra a autoridade
6ª, 5 abril 19h00 num computador ligado à internet
Hoje... a Rádio CasaBiba dá a banda sonora para as cerimónias de denúncia pública das mortes-sempre-acidentais em operações policiais.
Nas suas próprias palavras: "A Rádio CasaBiba associa-se à conversa à volta do Mapa da sua casa mãe e presenteia-nos com três horas e meia das mais belas melodias que, digamos, não tratam os agentes de imposição da ordem da forma mais cordial."
A emissão pode ser acompanhada em casa - ou noutro local com computador ligado à net -, mas também poderá ser ouvida pela Praça do Marquês, nomeadamente durante o cerimonial que antecede uma conversa à volta do MAPA (http://casa-viva.blogspot.pt/ 2013/04/apresentacao-do-mapa- 1.html)
Para ouvir: em http://radiocasaviva.blogspot. pt/
espreitar a coluna do lado direito, onde diz "Como faço para ouvir?"
Hoje... a Rádio CasaBiba dá a banda sonora para as cerimónias de denúncia pública das mortes-sempre-acidentais em operações policiais.
Nas suas próprias palavras: "A Rádio CasaBiba associa-se à conversa à volta do Mapa da sua casa mãe e presenteia-nos com três horas e meia das mais belas melodias que, digamos, não tratam os agentes de imposição da ordem da forma mais cordial."
A emissão pode ser acompanhada em casa - ou noutro local com computador ligado à net -, mas também poderá ser ouvida pela Praça do Marquês, nomeadamente durante o cerimonial que antecede uma conversa à volta do MAPA (http://casa-viva.blogspot.pt/
Para ouvir: em http://radiocasaviva.blogspot.
espreitar a coluna do lado direito, onde diz "Como faço para ouvir?"
Apresentação do MAPA #1
6ª, 5 abril 19h00 entrada livre
A violência de excepção torna-se a regra do dia-a-dia
Apresentação do nº.1 do jornal MAPA, acabadinho de sair do forno.
Traz um eurito e levas um MAPAzito
A violência de excepção torna-se a regra do dia-a-dia
Apresentação do nº.1 do jornal MAPA, acabadinho de sair do forno.
Mais do que conhecer o projecto, como aconteceu na apresentação do número 0, interessa-nos discutir o tema do seu caderno central, a “violência quotidiana que o capitalismo e, concretamente, o Estado português impõe nas nossas vidas”, num dia em que a CasaViva decide também denunciar publicamente as mortes-sempre-acidentais em operações policiais, com banda sonora da Rádio CasaBiba (www.facebook.com).
19h00 Cerimónia oficial de denúncia pública das mortes-sempre-acidentais em operações policiais
20h00 Janta
21h00 Conversa à volta do MAPA
Traz um eurito e levas um MAPAzito
Cinema América Latina #3
6ª, 29 março 21h30 entrada livre
ZAPATISTA
www.bignoisefilms.com/ films/features/90-zapatista
ZAPATISTA
1 de janeiro de 1994: o dia em que entra em vigor o Tratado de Livre Comércio. Minutos após a meia noite, no sudeste mexicano milhares de soldados indígenas tomam posse de metade do estado de Chiapas, declarando a guerra pela humanidade contra o poder global corporativo. Chamam-se Exército Zapatista de Libertação Nacional.
Documentário que retrata este momento da História, dxs zapatistas que inspiraram o movimento antiglobalização. A seguir conversa sobre a actualidade do México e dos movimentos revolucionários.
Idioma: Inglês/Castelhanowww.bignoisefilms.com/
Último de três documentários que mostram resistências ao poder do império na América Latina.
Perceber este continente é perceber de que forma o que resta do conforto europeu é consequência da continuidade do colonialismo, de onde vem tanta mão de obra barata, tanta repressão, tantos produtos baratos para o nosso consumo. São testemunhos que nos mostram o horror e a dignidade, a repressão e as cabeças levantadas pela sobrevivência de um povo que se nega a baixar os braços e resiste a uma conquista que dura mais de 500 anos.
São documentários e conversas para alargar horizontes e perceber as lutas das nossas irmãs noutros lugares do planeta que partilhamos.
Perceber este continente é perceber de que forma o que resta do conforto europeu é consequência da continuidade do colonialismo, de onde vem tanta mão de obra barata, tanta repressão, tantos produtos baratos para o nosso consumo. São testemunhos que nos mostram o horror e a dignidade, a repressão e as cabeças levantadas pela sobrevivência de um povo que se nega a baixar os braços e resiste a uma conquista que dura mais de 500 anos.
São documentários e conversas para alargar horizontes e perceber as lutas das nossas irmãs noutros lugares do planeta que partilhamos.
leituras partilhadas na biblioteca
4ª, 27 março 21h00 entrada livre
Leituras partilhadas de:
Os princípios da Novilíngua, de George Orwell
Temos assistido gradualmente a uma espécie de «limpeza» lexical que participa na re-escrita da História do nosso mundo. Os exemplos estão à vista no longo, tortuoso e genocida percurso da humanidade. No contexto português, basta lembrar os momentos mais horrendos da História e mais recentemente as reformulações feitas no campo das denominações laborais, basta ouvirmos as batalhas entre puristas conservadores e puristas criadores da língua, basta estarmos atentos aos vocábulos utilizados nos media, nos discursos dos dirigentes dos estados, basta ver o empobrecimento geral e programado a nível das políticas educativas da língua que falamos e partilhamos.
A língua pertence aos falantes de uma língua. Ela cresce e re-cria-se no acto da fala. Utilizá-la e conhecê-la é a melhor maneira de a actualizar com vocábulos antigos ou neologismo que descrevem o nosso pensar. É um trabalho individual para partilhar com palavras.
Inebriemo-nos de palavras!
O texto de Palavras ao Alto, Os princípios da Novilíngua, foi escrito em anexo a uma narrativa de ficção distópica e de certo modo visionária, intitulada 1984 por George Orwell, pseudónimo de Eric Arthur Blair (1903-1950), escritor e jornalista inglês. O romance 1984 foi escrito em 1948 (daí o título com os 2 últimos dígitos invertidos) e publicado em Londres em 1949. Conta a história de Winston Smith que trabalha no ministério da verdade, onde participa na re-escrita da história e da língua. Mas, W. Smith apaixona-se por Julia e vai questionar o mundo onde vive...
Neste breve texto Os princípios da Novilíngua G. Orwell explica como é que esta nova língua funciona e qual o seu objectivo. «A novilíngua foi concebida não para aumentar, mas para restringir o campo do pensamento, propósito indirectamente servido pela redução ao mínimo da gama das palavras.»
Leituras partilhadas de:
Os princípios da Novilíngua, de George Orwell
Todo o pensamento está intimamente ligado às palavras, quando o verbalizamos (quer pela fala, quer pela escrita) estamos a dar passos de gigantes para o seu crescimento. Assim, a língua deve ser sempre tomada de assalto para evitar que nos toldem o pensamento!
Temos assistido gradualmente a uma espécie de «limpeza» lexical que participa na re-escrita da História do nosso mundo. Os exemplos estão à vista no longo, tortuoso e genocida percurso da humanidade. No contexto português, basta lembrar os momentos mais horrendos da História e mais recentemente as reformulações feitas no campo das denominações laborais, basta ouvirmos as batalhas entre puristas conservadores e puristas criadores da língua, basta estarmos atentos aos vocábulos utilizados nos media, nos discursos dos dirigentes dos estados, basta ver o empobrecimento geral e programado a nível das políticas educativas da língua que falamos e partilhamos.
A língua pertence aos falantes de uma língua. Ela cresce e re-cria-se no acto da fala. Utilizá-la e conhecê-la é a melhor maneira de a actualizar com vocábulos antigos ou neologismo que descrevem o nosso pensar. É um trabalho individual para partilhar com palavras.
Inebriemo-nos de palavras!
O texto de Palavras ao Alto, Os princípios da Novilíngua, foi escrito em anexo a uma narrativa de ficção distópica e de certo modo visionária, intitulada 1984 por George Orwell, pseudónimo de Eric Arthur Blair (1903-1950), escritor e jornalista inglês. O romance 1984 foi escrito em 1948 (daí o título com os 2 últimos dígitos invertidos) e publicado em Londres em 1949. Conta a história de Winston Smith que trabalha no ministério da verdade, onde participa na re-escrita da história e da língua. Mas, W. Smith apaixona-se por Julia e vai questionar o mundo onde vive...
1984 denuncia o totalitarismo com base nos dois «ingredientes» fundadores das sociedades: a história e a linguagem. A sociedade totalitária descrita em 1984 põe em cena Big Brother, o chefe supremo do partido SOCING, presente em toda a parte através das múltiplas «teletelas» que observam e controlam todos os habitantes de Londres (que neste romance é uma região da Oceânia).
Os lemas que regem este mundo são os
seguintes: A guerra é a paz, A liberdade é a escravatura, A ignorância é a força. Nesta
sociedade promove-se a delação, o ódio e desaconselha-se a amizade e o amor. O partido supremo trabalha na formulação de uma nova língua (daí Novilíngua) para erradicar o «crime pelo pensamento», procedendo à eliminação das palavras que possam permitir um pensamento contrário, portanto há palavras banidas, eliminadas do vocabulário
para dar lugar a outras palavras mais adequadas para manter a população sobre controlo.
Neste breve texto Os princípios da Novilíngua G. Orwell explica como é que esta nova língua funciona e qual o seu objectivo. «A novilíngua foi concebida não para aumentar, mas para restringir o campo do pensamento, propósito indirectamente servido pela redução ao mínimo da gama das palavras.»
O coro vai ao Musas
3ª, 26 março 18h00 entrada livre
Aparece e vai treinando:
A Semana Sangrenta
e/ou
Encontrei um banqueiro
música de "Les Archers du Roi",
(canção de Albert Santoni et A. Pontin, 1961)
letra do coro da Achada,
(para a Greve Geral de Novembro de 2011)
Encontrei um banqueiro
que acumulava dinheiro
e mandava toda a gente trabalhar
Emprestava dinheiro
e roubava o mundo inteiro
deu-me um tostão mas estava preso ao alcatrão
Estamos fartos de senhores
Pelos cabelos com estupores
Não me peçam para engolir isto
De mudar a vida não desisto
Não, não não me peças pá
Que lamba as botas do marajá
O coro quer movimentar-se pelos
principais espaços alternativos do Porto, de forma a anagariar vozes e
também para dinamizar e conhecer os outros espaços. Desta vez será no
Musas, Rua do Bonjardim, nº998.
Aparece e vai treinando:
A Semana Sangrenta
e/ou
Encontrei um banqueiro
música de "Les Archers du Roi",
(canção de Albert Santoni et A. Pontin, 1961)
letra do coro da Achada,
(para a Greve Geral de Novembro de 2011)
Encontrei um banqueiro
que acumulava dinheiro
e mandava toda a gente trabalhar
Emprestava dinheiro
e roubava o mundo inteiro
deu-me um tostão mas estava preso ao alcatrão
Estamos fartos de senhores
Pelos cabelos com estupores
Não me peçam para engolir isto
De mudar a vida não desisto
Não, não não me peças pá
Que lamba as botas do marajá
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