Riot de Janeiro: professores em luta

sábado, 18 janeiro 20h00 entrada livre














2013 foi um ano diferente para o Brasil, e principalmente para o Rio de Janeiro, apelidado carinhosamente de Riot de Janeiro. Muitos movimentos se consolidaram, cresceram, e a ação direta tornou-se ordem do dia. 

Entre estes movimentos, a Greve dos professores do Estado e Município do Rio de Janeiro teve um destaque especial. O movimento de base, assembleias com 20.000 professores, ocupações e muitas outras atividades sacudiram a vida dos cariocas e fizeram história. A companheira Bárbara Mendonça, participante da greve fará então uma apresentação para nós, aqui na CasaViva, no sentido de contar-nos, de dentro, como tudo isso aconteceu.

Jantar com o livro do mês

, 17 janeiro 20h00 entrada livre
















O indivíduo na sociedade

"A regeneração da humanidade não se alcançará sem a aspiração, a força energética de um ideal. Este ideal, para mim, é a anarquia, que não tem evidentemente nada a ver com a interpretação errónea que os adoradores do Estado e da autoridade têm aptidão para espalhar. Esta filosofia lança as bases de uma ordem social nova, fundada sobre as energias libertadas do indivíduo e a associação voluntária dos indivíduos libertadores."  
Emma Goldman

Info sobre o livro do mês de janeiro aqui

Preparação da Oficina Activa III

, 17 janeiro 19h00 entrada livre
























Faz-Tu-Mesmo! Na procura da autonomia o Do-It-Yourself é a nossa forma de recuperar os saberes e o conhecimento. O fazer as coisas por nós próprios e a liberdade e gratificação que ganhamos ao não cair na obrigação do consumo imediato de um produto acabado ou na dependência da vontade e acções de outros é mais um passo para nos libertar de uma sociedade e de um sistema que nos faz pensar que sem o seu modelo de produção massiva ou os seus modelos políticos de representação nada resta.

Porque sabemos que próximo de nós temos muitos amigos com muita coisa para ensinar e seguindo o espírito das Oficinas Activas que se realizaram há uns anos no Porto (http://oficinaactiva.weebly.com), vai acontecer na CasaViva dias 31 de Janeiro, 1 e 2 de Fevereiro um encontro DIY onde em conjunto vamos aprender e ensinar a agir e fazer por nós mesmos. No encontro, de acesso totalmente livre e onde não há nem vendedores, nem consumidores, professores ou alunos, vamos ter: oficinas, jams de música abertas, animações e, esperamos nós, acções.

Se quiseres ajudar a organizar o evento ou propor uma oficina, da qual serás responsável, aparece esta sexta-feira, pelas 19h00.

Jantar com o Mapa nº4 e a fractura hidráulica

, 16 janeiro 20h00 entrada livre

 






















O Mapa nº4 (www.jornalmapa.pt) saiu à rua com um longo artigo sobre a fractura hidráulica, que requer uma leitura atenta, uma conversa alimentada e visionamento do documentário de Josh Fox, intitulado Gasland (2010).

Um útero é do tamanho de um punho

, 15 janeiro 21h30 entrada livre


















Leitura partilhada na Biblioteca, em directo na Rádio CasaViva.

Cinema e mulheres: Louise Michel

, 13 janeiro 21h30 entrada livre
 
Das actividades que decorrem em Janeiro na CasaViva, as segundas-feiras estão reservadas a um ciclo de cinema sobre mulheres, em que nos reencontramos com Virginia Woolf, Louise Michel, Hannah Arendt, mas também com Mrs Dalloway, Louise (aka Jean-Pierre) e Michel (aka Cathy), ou heroínas de contos infantis.



Louise Michel [90']
De Gustave de Kervem e Benoît Delépine
2008 Francês com legendas em Português


«Agora que sabemos
Que os ricos são gatunos
Se o nosso pai, a nossa mãe
Não conseguiram varrê-los da terra
Nós, quando crescermos,
Faremos deles carne picada.»

Quando a fábrica vai à falência, as trabalhadoras decidem que a mísera indemnização servirá para matar o patrão. Louise (aka Jean-Pierre) fica encarregue de procurar um profissional. Encontra Michel (aka Cathy), mas será que conseguirão descobrir quem é o patrão?


Uma pérola de humor negro, evocando a anarquista da comuna de Paris (1871) Louise Michel, onde o desespero da miséria se revela por pinceladas surrealistas, chavões da teoria da conspiração e uma reflexão sobre as questões de género.

Excerto: www.vodkaster.com/Films/Louise-Michel/21777


Próximas sessões:
20/01- HANNAH ARENDT
27/01- BRANCA DE NEVE + FABULÁRIO (curta-metragem) 

Abertura da Ciclocozinha do Marques

, 10 janeiro 17h00-20h00 entrada livre

 


A Ciclocozinha abre portas esta sexta-feira.  
Aparece, entre as 17h00 e as 20h00, para aprender a arranjar a tua bicicleta, beber um chá ou uma cerveja e sujar as mãos com óleo. 

Se tiveres por casa partes de bicicletas ou ferramentas que já não usas ou estás a pensar colectivizar, aproveita para as trazer.

Kesta Merda?! Tertúlias sobre a actualidade

, 8 janeiro 21h30 entrada livre



















Quase todos os dias somos brindados com pérolas informativas que nos fazem soltar um grande "Kesta Merda!", seguido de uma vontade voraz de debatê-las e dissecá-las até às entranhas. Aqui entra a CasaViva, onde todos os temas são importantes e qualquer assunto pode ser desmontado.

Basicamente de duas em duas semanas, entre copos e petiscos (se alguém chegar com eles), cada um traz as actualidades que mais o tocaram, intrigaram e pasmaram, para conversar sobre elas com quem estiver por lá. Porque pensar em conjunto abre sempre mais portas.

Se não puderes vir, sintoniza a Rádio CasaViva.  

Cinema e Mulheres #1

, 6 janeiro 21h30 entrada livre

O mês de Janeiro na Casa Viva será pontuado por uma série de actividades. Entre elas, um ciclo de cinema sobre mulheres em que poderemos nos reencontrar com Virginia Woolf, Louise Michel, Hannah Arendt, mas também com Mrs Dalloway, Louise (aka Jean-Pierre) e Michel (aka Cathy), ou heroínas de contos infantis.

"As Horas" (2002), de Stephen Daldry, 1h50, drama, inglês com legendas em português. Uma longa metragem anglo-americana com base no livro homónimo de Michael Cunningham, constituindo uma homenagem ao livro de Virginia Woolf, cujo título inicial era precisamente «as horas», mas que ficou para a história da literatura como "Mrs Dalloway".


Em 1941 Virginia Woolf sai de casa, enche os bolsos de pedras e entra no rio. Assim é introduzida a história orquestrada em três tempos, três espaços e três mulheres vinculadas a um livro. Em 1923, Virginia Woolf, em Inglaterra, escreve "Mrs. Dalloway". Nos anos 50, Laura Brown, em Los Angeles, lê "Mrs Dalloway". No final do século XX, em Nova Iorque, Clarissa Vaughn, tal como Mrs Dalloway, sai de casa para comprar flores.


PRÓXIMAS SESSÕES

13/01- LOUISE MICHEL
20/01- HANNAH ARENDT
27/01- BRANCA DE NEVE + FABULÁRIO (curta-metragem)