Qua. 30/Abril, 21:30 - "As árvores também dançam", de Selène e Endymion
A leitura dos textos do Lápis Desafiado nr. 1 e a amálgama de músicas
que nos inspiraram deu origem a uns objectos sonoros que decidimos
emitir na Rádio CasaViva: os Lápis Desafinados.
A haver coerência, será apenas na cabeça de quem montou os programas.
Mas é duvidoso. Como duvidoso é que se consiga apreender os textos na
sua totalidade. Do que não há dúvidas é que ninguém gostará de todas as
músicas.
Porque isto não é um programa de leitura, apesar de o podermos ouvir
de livro na mão. Nem de música, mesmo que apeteça dançar. É um objecto
novo criado a partir de objectos já existentes. Que ficou como ficou e
que podia ter ficado doutra forma fosse ele feito por outra gente.
http://radiocv.punked.us
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário
Rádio Amotinada 29 de Abril
Ter. 29/Abril, 23:59
O episódio mais violento de contestação urbana do séc XX nos EUA teve início a 29 de Abril de 1992 em Los Angeles, após o veridcto do tribunal que ilibava os agentes policias das agressões cometidas sobre Rodney King, apesar das filmagens que provavam o contrário. A reacção da comunidade negra foi imediata e rapidamente transformou-se numa revolta generalizada dos mais desfavorecidos contra a repressão policial e o sistema social e económico.
http://radiocv.punked.us
O episódio mais violento de contestação urbana do séc XX nos EUA teve início a 29 de Abril de 1992 em Los Angeles, após o veridcto do tribunal que ilibava os agentes policias das agressões cometidas sobre Rodney King, apesar das filmagens que provavam o contrário. A reacção da comunidade negra foi imediata e rapidamente transformou-se numa revolta generalizada dos mais desfavorecidos contra a repressão policial e o sistema social e económico.
They said it was for the black man
They said it was for the Mexican
And not for the white man
But if you look at the streets, it wasn't about Rodney King
In this fucked-up situation and these fucked-up police
It's about comin' up and stayin' on top
And screamin' 1-8-7 on a mother fuckin' cop
Sublime - "April 29th 1992"
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Kestamerda com retroactivos
Ter. 29/Abril, 21h00 - 22:30
Desta vez, fomos buscar algumas notícias aos jornais de 25 e 26 de Abril de 1974 para fazermos alguns comentários 40 anos depois. Com umas cervejas à mistura (para suavizar o pó dos jornais...).
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Desta vez, fomos buscar algumas notícias aos jornais de 25 e 26 de Abril de 1974 para fazermos alguns comentários 40 anos depois. Com umas cervejas à mistura (para suavizar o pó dos jornais...).
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Ciclo de cinema: Mês do auto-controlo (if you hesitate, make sure you masturbate)
Seg. 28/Abril, 21:30 - The Guide - Last Week - Last Orgasm
O mês de Abril será um mês orgasmico e por sua vez o mês do auto-controlo. A Casa Viva apresenta:
Extra:
O mês de Abril será um mês orgasmico e por sua vez o mês do auto-controlo. A Casa Viva apresenta:
- The Female Matrix - Sex, Orgasm, and Vitality
- Guide to Masturbation for Girls and Women
- Orgasms & Female Sexual Dysfunction
- Are we in control of our decisions
Extra:
- Hablemos Blanco
- Sex in Hotel
Poesia na casa
3ª, 22 Abril 21h30 entrada livre
Mário Viegas inspirou-se em Almada Negreiros para escrever o Manifesto anti-Cavaco, vamos seguir-lhe as pisadas e continuar com a poesia de escárnio e maldizer. Tragam poemas para ler, ouvir e partilhar que outros vos esperam, Pim!
Se não puderes aparecer, ouve na Rádio CasaViva (radiocv . punked . us)
“Uma geração que consente deixar-se representar por um Professor Aníbal Cavaco Silva é uma geração que nunca o foi. É um coio d´indigentes, d´indignos e de cegos! É uma resma de charlatães alaranjados e de vendidos, e só pode votar e parir abaixo de zero!”.
Mário Viegas inspirou-se em Almada Negreiros para escrever o Manifesto anti-Cavaco, vamos seguir-lhe as pisadas e continuar com a poesia de escárnio e maldizer. Tragam poemas para ler, ouvir e partilhar que outros vos esperam, Pim!
Se não puderes aparecer, ouve na Rádio CasaViva (radiocv . punked . us)
Jantar e Conversa: Repressão e Resistência na cidade de Hamburgo
5a feira, 17 de Abril, 20.30
A Casa Viva irá receber gentes de Hamburgo para uma conversa sobre Repressão e Resistência nesta cidade alemã.
Haverá jantar com menu exclusivo CV apresentado na hora, oportunidade para se discutir o que se quer fazer (ou não) desse grande antro que é a cidade enquanto se dá ao dente. Até lá!
A grande cidade sempre foi simultaneamente sonho e pesadelo. O sonho: se consegues fazer lá irás conseguir fazê-lo em qualquer parte. O pesadelo: se não és bem sucedido, é a “penúria”, tal como George Orwell descreveu de forma tocante no seu romance com o mesmo nome de 1933 Ainda assim, para milhões de moradores das cidades o pesadelo assombra cada vez mais à medida que uma série de tendências tornam as cidades insustentáveis em todos os sentidos – socialmente, economicamente e ambientalmente. Agora, pela primeira vez na história , mais de metade da população vive em cidades. Em 2050, segundo uma previsão das NU, cerca de 70 por cento dela irá passar a sua vida em aglomerações urbanas. A que tipo de vidas isto levará se as coisas assentarem numa repetição dos padrões do passado?
Repressão & Resistência na cidade de Hamburgo
Hamburgo é uma das cidades mais ricas da Alemanha. Mas Hamburgo também é uma das cidades onde as classes mais desfavorecidas economicamente, mais sofrem, com frequentes ataques e tensões sociais.
Actualmente, estão a agravar-se vários conflitos, nomeadamente relacionados com a questão do direito à cidade vs desenvolvimento capitalista de cidade e política xenófoba do regime europeu de migração.
Estes conflitos são:
1) A situação legal do Rote Flora (http://florableibt.blogsport.
autónomos mais antigos da Europa, que está ainda hoje em estado de ocupação.
2) O acelerado processo de gentrificação (ou enobrecimento) de toda a cidade, processo que levou à expulsão de uma grande fatia da população pobre dos antigos bairros operários no centro da cidade, como St. Pauli, (onde se situa o Rote Flora), mas também a Reeperbahn (zona de bares,
discotecas e da prostituição legal).
3) A miséria de um grupo de imigrantes africanos (à semelhança de milhões que lidam com este regime em toda a Europa) que, vindo da Líbia, chegaram à união europeia (UE), passando pela ilha Lampedusa.
(http://www.lampedusa-in-
Public declaration march 2014:http://lampedusa-hamburg.
http://wiki.rechtaufstadt.net/
Festa Benefit pr'a Banca
sábado, 19 abril 16h00 entrada livre
O sistema financeiro está em "crise" (dizem eles na TV). Por isso fazemos este benefit para ajudar os coitados dos banqueiros.
Agentx do Khaus ( punk degredo de espinho)
www.facebook.com/agentxdo.khaus.7
Erro Crasso (mais punk degredo)
www.facebook.com/ErroCrasso
O gringo sou eu
(musica tipo hip hop interventiva do Rio de Janeiro 'tá ligado?)
www.facebook.com/franklin234
Queens n'Aces ( heavy metal rock n'roll ala Sons of Anarchy)
www.facebook.com/QueensNAces
Misantropia (e mais punk degredo)
www.facebook.com/MisantropiaGrind
Riot Samba (samba sambinha das favelas do Porto)
+ CONFIRMAÇÕES EM BREVE
+ KARAOKE XUNGA E DEGREGO até ao dia seguinte.
+ SURPRESAS pela noite dentro.
e trás um amigo também...
O sistema financeiro está em "crise" (dizem eles na TV). Por isso fazemos este benefit para ajudar os coitados dos banqueiros.
Agentx do Khaus ( punk degredo de espinho)
www.facebook.com/agentxdo.khaus.7
Erro Crasso (mais punk degredo)
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O gringo sou eu
(musica tipo hip hop interventiva do Rio de Janeiro 'tá ligado?)
www.facebook.com/franklin234
Queens n'Aces ( heavy metal rock n'roll ala Sons of Anarchy)
www.facebook.com/QueensNAces
Misantropia (e mais punk degredo)
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Riot Samba (samba sambinha das favelas do Porto)
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+ KARAOKE XUNGA E DEGREGO até ao dia seguinte.
+ SURPRESAS pela noite dentro.
e trás um amigo também...
Sábados com anarquia
6ª, 18 abril 20h00 entrada livre
Com jantar às 20h e apresentação do texto A contínua atracção do
nacionalismo de Fredy Perlman.
Para espicaçar a leitura do texto e dar um cheirinho do que o mesmo aborda, aqui vai um pequenino excerto:
"Os esquerdistas ou revolucionários nacionalistas insistem que o seu nacionalismo não tem nada em comum com o nacionalismo dos fascistas e dos nacional-socialistas, que o seu é um nacionalismo dos oprimidos que oferece uma libertação pessoal e também cultural. As reivindicações dos nacionalistas revolucionários têm sido difundidas pelo mundo pelas duas
instituições hierárquicas mais antigas que sobreviveram até ao nosso tempo: o estado chinês e, mais recentemente, a Igreja Católica.
Actualmente, o nacionalismo tem sido apontado como estratégia, ciência e teologia de libertação, como realização do ditado iluminista de que o conhecimento é poder, como resposta comprovada à pergunta: "Que fazer?" Para desafiar essas reivindicações e vê-las em contexto, necessito questionar o que é o nacionalismo – não apenas o novo nacionalismo
revolucionário, mas também o antigo nacionalismo conservador. Não posso começar por definir o termo, porque nacionalismo não é uma palavra com uma definição estática: é um termo que cobre uma sequência de diferentes experiências históricas."
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