Terça 13 de maio às 21:30
Tradução colectiva (a partir do francẽs) do texto
"Heterotopias" de Michel
Foucault.
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das
palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel.
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário
Ciclo Histórias e Estórias de cinema - 1 (Repetição)
Seg. 12/Maio - às 21:30: História do Cinema - Sair Das Fábricas
Repetição da sessão anterior, que foi interrompida devido a problemas técnicos.
Repetição da sessão anterior, que foi interrompida devido a problemas técnicos.
De Maio a Junho, a Casa Viva vai ver Histórias
e partilhar
Estórias de cinema.
História, histórias e Estórias de cinema entre
«A História
do Cinema. Uma odisseia» (2011) de Mark Cousins e «História(s) do
cinema» (2007) de Jean-Luc Godard com, aqui e acolá, adendas
de imagens em palavras cegas partilhadas na Casa Viva. Traz as
tuas histórias!
Esta Segunda 12/05 às 21:30: O Nascimento do Cinema (1895-1920) + O Sonho de
Hollywood (anos 20).
- O Nascimento do Cinema (1895-1920) as primeiras paixões alimentadas pelas descobertas das possibilidades do cinema. Desde o registo do real até às primeiras histórias de ficção.
- O Sonho de Hollywood (anos 20) de Chaplin e Keaton a Dreyer passando por Flaherty e Von Stroheim.
Queres mais? Próximas sessões:
- 19/05 Expressionismo, Impressionismo, Surrealismo (anos 20) + O aparecimento do som (anos 30).
- 26/05 Cinema do Pós-Guerra (anos 40) + Sexo e Melodrama (anos 50).
- 02/06 Nova Vaga Europeia (anos 60) + Novos Realizadores, Novas Formas (anos 60).
- 09/06 Cinema Americano dos anos 70 + Filmes para mudar o mundo (anos 70).
- 16/06 O aparecimento dos multiplex e o mainstream asiático (anos 70) + Luta contra o Poder: O Protesto no cinema (anos 80).
- 23/06 Novas fronteiras: Cinema do mundo na África, Ásia e América Latina (anos 90) + Independentes Americanos e Revolução Digital (anos 90).
- 30/06 O Cinema Hoje e o Futuro (anos 2000) + Todas das Histórias (JL. Godard, 2007)
- [data a confirmar] Uma história só + Só o cinema + Fatal beleza - Prolongamento: com A moeda do absoluto+ Uma vaga nova + O controlo do universo + Os signos entre nós
SER ESCRAVA PARA SOBREVIVER, IDE-VOS FODER!
Comunicado
A Casa Viva, como sempre tem vindo a fazer de variadíssimas formas, assinalou o 1º de Maio (Dia Internacional do Trabalhador) com a sua posição política sobre a questão laboral, neste mundo dominado pelo Estado e pelo Capital.
Na noite de 30/04 para 1/05, às 00:00 horas uma faixa, com uma mensagem clara e directa, foi colocada na sua fachada. A mensagem era e continua a ser a seguinte: «SER ESCRAVA PARA SOBREVIVER, IDE-VOS FODER».
No dia 02/05 às 14:30, cerca de 38 horas depois,no dia 02/05, às 14:30, chegou o ataque da censura sem sobreaviso, nem notificações, nem explicações.
Depois de expostos estes factos, imaginem a nossa surpresa quando chegámos à Casa e verificámos que a faixa (pano, fios, madeiras) tinham desaparecido e que um vidro da janela do 1º andar estava partido. É legítimo perguntar: O que se passou aqui? Quem nos roubou a faixa? Quem partiu o vidro? Soubemos pela voz da população no local que os culpados deste ataque tinham sido a PSP, Polícia Municipal e Sapadores do Porto.
Ficámos na dúvida, pois todas as palavras escritas na faixa têm entrada nos mais prestigiados dicionários!
Terá sido o «IDE-VOS FODER»? Certamente que não, pois em reconhecidíssimos dicionários [desde o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (2001:1778), da Academia das Ciências de Lisboa e Fundação Calouste Gulbenkian, passando pelo Novo Dicionário da Língua Portuguesa conforme o acordo ortográfico (2007:759), até ao Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (2008-2013)], a palavra «foder» não aparece nem com a definição nem com a categoria de «obscenidade».
Portanto, não terá sido esta a palavra obscena. Terá sido «ESCRAVA»? Terá sido «SOBREVIVER»? Apesar de nem «escrava» nem «sobreviver» virem referenciadas como tal, a escravidão laboral e a sobrevivência são um facto! Daí a serem palavras censuradas por iniciativa de um poder e autoridade policial por «obscenidade», já passa a ser fascismo!
Deixai-nos utilizar a palavra «obscenidade», como algo indecente, desonesto e torpe! Obscenidade é uma entidade projectar a sua própria representação numa palavra e decidir censurar uma faixa. Obscenidade é as esquadras não disporem de um dicionário à mão! Obscenidade é a poluição visual do poder do capital publicitado pela cidade inteira à custa dos nossos olhares, a benefício das eleitas barrigas capitalistas.
Obscenidade é o espaço público nos ter sido roubado! Obscenidade é a censura!
Perguntamos: quem tem o direito de avaliar, censurar, agir, roubar e partir impunemente? Será que vão assumir o prejuízo do vidro? do pano? das tintas? das cordas?
Apelamos a que todas as casas exerçam o seu direito de fachada, já muito bem pago pelos impostos (IMI) no direito de habitar!
Apelamos a doações de panos, tintas e pincéis!
A Casa Viva, como sempre tem vindo a fazer de variadíssimas formas, assinalou o 1º de Maio (Dia Internacional do Trabalhador) com a sua posição política sobre a questão laboral, neste mundo dominado pelo Estado e pelo Capital.
Na noite de 30/04 para 1/05, às 00:00 horas uma faixa, com uma mensagem clara e directa, foi colocada na sua fachada. A mensagem era e continua a ser a seguinte: «SER ESCRAVA PARA SOBREVIVER, IDE-VOS FODER».
No dia 02/05 às 14:30, cerca de 38 horas depois,no dia 02/05, às 14:30, chegou o ataque da censura sem sobreaviso, nem notificações, nem explicações.
Depois de expostos estes factos, imaginem a nossa surpresa quando chegámos à Casa e verificámos que a faixa (pano, fios, madeiras) tinham desaparecido e que um vidro da janela do 1º andar estava partido. É legítimo perguntar: O que se passou aqui? Quem nos roubou a faixa? Quem partiu o vidro? Soubemos pela voz da população no local que os culpados deste ataque tinham sido a PSP, Polícia Municipal e Sapadores do Porto.
Ficámos na dúvida, pois todas as palavras escritas na faixa têm entrada nos mais prestigiados dicionários!
Terá sido o «IDE-VOS FODER»? Certamente que não, pois em reconhecidíssimos dicionários [desde o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (2001:1778), da Academia das Ciências de Lisboa e Fundação Calouste Gulbenkian, passando pelo Novo Dicionário da Língua Portuguesa conforme o acordo ortográfico (2007:759), até ao Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (2008-2013)], a palavra «foder» não aparece nem com a definição nem com a categoria de «obscenidade».
Portanto, não terá sido esta a palavra obscena. Terá sido «ESCRAVA»? Terá sido «SOBREVIVER»? Apesar de nem «escrava» nem «sobreviver» virem referenciadas como tal, a escravidão laboral e a sobrevivência são um facto! Daí a serem palavras censuradas por iniciativa de um poder e autoridade policial por «obscenidade», já passa a ser fascismo!
Deixai-nos utilizar a palavra «obscenidade», como algo indecente, desonesto e torpe! Obscenidade é uma entidade projectar a sua própria representação numa palavra e decidir censurar uma faixa. Obscenidade é as esquadras não disporem de um dicionário à mão! Obscenidade é a poluição visual do poder do capital publicitado pela cidade inteira à custa dos nossos olhares, a benefício das eleitas barrigas capitalistas.
Obscenidade é o espaço público nos ter sido roubado! Obscenidade é a censura!
Perguntamos: quem tem o direito de avaliar, censurar, agir, roubar e partir impunemente? Será que vão assumir o prejuízo do vidro? do pano? das tintas? das cordas?
Apelamos a que todas as casas exerçam o seu direito de fachada, já muito bem pago pelos impostos (IMI) no direito de habitar!
Apelamos a doações de panos, tintas e pincéis!
Bandalismo #001
Sáb. 10/Mai - 20:00
As bacoradas do costume, num formato mais perfomado. Para ouvir bem alto na tua rádio favorita...
As bacoradas do costume, num formato mais perfomado. Para ouvir bem alto na tua rádio favorita...
Como contar a história da Palestina?
Sexta-feira 9 de Maio às 21:30
Como contar a história da Palestina pela voz e com imagens de Carlos de Urabá.
Carlos de Urabá é um Colombiano, que tem andado, e anda, por terras do Médio Oriente testemunhando dores e sofrimentos, e que veio até ao Porto - Casa Viva para partilhar estas histórias.
http://youtu.be/JG2DzrLcQ40
http://youtu.be/FXotGxFgens
http://barcelona.indymedia.org/newswire/display_any/479891
http://barcelona.indymedia.org/newswire/display_any/481178
Como contar a história da Palestina pela voz e com imagens de Carlos de Urabá.
Carlos de Urabá é um Colombiano, que tem andado, e anda, por terras do Médio Oriente testemunhando dores e sofrimentos, e que veio até ao Porto - Casa Viva para partilhar estas histórias.
http://youtu.be/JG2DzrLcQ40
http://youtu.be/FXotGxFgens
http://barcelona.indymedia.org/newswire/display_any/479891
http://barcelona.indymedia.org/newswire/display_any/481178
Radio Amotinada
8 de Maio, 5ª feira a partir das 23h00
As instalações da rádio casa viva vão ser invadidas pela ânsia de provocar faísca nas ruas.
Vamos tomar conta do microfone e fazer um programa dedicado a tudo que é motim, rebelião, distúrbio e insurreição.
Será uma emissão em directo e imprevisível, por isso prepara o teu cocktail molotov e mantém o isqueiro por perto.
Que nenhum contentor do lixo escape e nenhuma instalação bancária esteja a salvo.
Podes ouvir aqui: http://radiocv.punked.us/
As instalações da rádio casa viva vão ser invadidas pela ânsia de provocar faísca nas ruas.
Vamos tomar conta do microfone e fazer um programa dedicado a tudo que é motim, rebelião, distúrbio e insurreição.
Será uma emissão em directo e imprevisível, por isso prepara o teu cocktail molotov e mantém o isqueiro por perto.
Que nenhum contentor do lixo escape e nenhuma instalação bancária esteja a salvo.
Podes ouvir aqui: http://radiocv.punked.us/
Ciclo Histórias e Estórias de cinema - 1
Seg. 05/Maio - às 21:30: História do Cinema - Sair Das Fábricas
De Maio a Junho, a Casa Viva vai ver Histórias
e partilhar
Estórias de cinema.
História, histórias e Estórias de cinema entre
«A História
do Cinema. Uma odisseia» (2011) de Mark Cousins e «História(s) do
cinema» (2007) de Jean-Luc Godard com, aqui e acolá, adendas
de imagens em palavras cegas partilhadas na Casa Viva. Traz as
tuas histórias!
Esta Segunda
5/05 às 21:30: O Nascimento do Cinema (1895-1920) + O Sonho de
Hollywood (anos 20).
- O Nascimento do Cinema (1895-1920) as primeiras paixões alimentadas pelas descobertas das possibilidades do cinema. Desde o registo do real até às primeiras histórias de ficção.
- O Sonho de Hollywood (anos 20) de Chaplin e Keaton a Dreyer passando por Flaherty e Von Stroheim.
Queres mais? Próximas sessões:
- 12/05 Expressionismo, Impressionismo, Surrealismo (anos 20) + O aparecimento do som (anos 30).
- 19/05 Cinema do Pós-Guerra (anos 40) + Sexo e Melodrama (anos 50).
- 26/05 Nova Vaga Europeia (anos 60) + Novos Realizadores, Novas Formas (anos 60).
- 2/06 Cinema Americano dos anos 70 + Filmes para mudar o mundo (anos 70).
- 9/06 O aparecimento dos multiplex e o mainstream asiático (anos 70) + Luta contra o Poder: O Protesto no cinema (anos 80).
- 16/06 Novas fronteiras: Cinema do mundo na África, Ásia e América Latina (anos 90) + Independentes Americanos e Revolução Digital (anos 90).
- 23/06 O Cinema Hoje e o Futuro (anos 2000) + Todas das Histórias (JL. Godard, 2007)
- 30/06 Uma história só + Só o cinema + Fatal beleza - Prolongamento: com A moeda do absoluto+ Uma vaga nova + O controlo do universo + Os signos entre nós
Sábados com Anarquia
Dom. 4/Maio, 17:00 - F.I.E.S.
Neste 3º encontro convidámos duas mães de presos sob o regime F.I.E.S. (
Ficheros de Internos de Especial Seguimiento) a virem falar sobre este
regime e sobre a repressão que as mesmas e outros, por denunciarem as
torturas dentro das prisões e se oporem às mesmas, estão a sofrer.
Desta vez ao domingo!
Apareçam!
Mais Informações:
Neste 3º encontro convidámos duas mães de presos sob o regime F.I.E.S. (
Ficheros de Internos de Especial Seguimiento) a virem falar sobre este
regime e sobre a repressão que as mesmas e outros, por denunciarem as
torturas dentro das prisões e se oporem às mesmas, estão a sofrer.
Desta vez ao domingo!
Apareçam!
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