Segunda 02/06 às 21.30:
Nova Vaga Europeia (anos 60) + Novos Realizadores, Novas Formas (anos 60).
De Maio a Junho, a Casa Viva vai ver Histórias e partilhar Estórias de cinema.
História, histórias e Estórias de cinema entre «A História do Cinema. Uma odisseia» (2011) de Mark Cousins e «História(s) do cinema» (2007) de Jean-Luc Godard com, aqui e acolá, adendas de imagens em palavras cegas partilhadas na Casa Viva. Traz as tuas histórias!
Queres mais? Próximas sessões:
09/06 Cinema Americano dos anos 70 + Filmes para mudar o mundo (anos 70).
16/06 O aparecimento dos multiplex e o mainstream asiático (anos 70) + Luta contra o Poder: O Protesto no cinema (anos 80).
23/06 Novas fronteiras: Cinema do mundo na África, Ásia e América Latina (anos 90) + Independentes Americanos e Revolução Digital (anos 90).
30/06 O Cinema Hoje e o Futuro (anos 2000) + Todas das Histórias (JL. Godard, 2007)
[data a confirmar] Uma história só + Só o cinema + Fatal beleza - Prolongamento: com A moeda do absoluto+ Uma vaga nova + O controlo do universo + Os signos entre nós nova + O controlo do universo + Os signos entre nós
+ info:
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário
Mais Baco Que Nine
Bakunine was a Punk Rocker
Rádio CasaBiba, Sexta, 30 Maio, 23h
Uma vez, um moço disse que “a liberdade é indivisível: não se lhe pode cortar uma parte sem a matar inteiramente. Essa pequena parte, que cortais, é a própria essência da minha liberdade, é o todo. Por um movimento natural, necessário e irresistível, toda a minha liberdade se concentra precisamente na parte, por muito pequena que seja, que dela cortais”.
Ora, esse moço faria 200 anos no dia 30 de Maio e, como calha a uma sexta-feira, aproveitamos para o lembrar noite dentro, numa emissão especial da Rádio CasaBiba.
A emissão começa às 23h00, com muita música anti-autoritária e umas informações e textos de Bakunine, o tal moço que, ainda antes da experiência soviética, já sabia que uma ditadura, mesmo do proletariado, é, antes de tudo, uma ditadura. Se o microfone nos permitir, ainda haverá conversas à volta de.
Mais tarde, sabe-se lá bem quando, esta espécie de comemoração descambará num resto de noite mais Baco que Nine, com músicas e palavreado a condizer.
Assim, lá está, nos ajude o micro.
Podes ouvir aqui: http://radiocv.punked.us
Rádio CasaBiba, Sexta, 30 Maio, 23h
Uma vez, um moço disse que “a liberdade é indivisível: não se lhe pode cortar uma parte sem a matar inteiramente. Essa pequena parte, que cortais, é a própria essência da minha liberdade, é o todo. Por um movimento natural, necessário e irresistível, toda a minha liberdade se concentra precisamente na parte, por muito pequena que seja, que dela cortais”.
Ora, esse moço faria 200 anos no dia 30 de Maio e, como calha a uma sexta-feira, aproveitamos para o lembrar noite dentro, numa emissão especial da Rádio CasaBiba.
A emissão começa às 23h00, com muita música anti-autoritária e umas informações e textos de Bakunine, o tal moço que, ainda antes da experiência soviética, já sabia que uma ditadura, mesmo do proletariado, é, antes de tudo, uma ditadura. Se o microfone nos permitir, ainda haverá conversas à volta de.
Mais tarde, sabe-se lá bem quando, esta espécie de comemoração descambará num resto de noite mais Baco que Nine, com músicas e palavreado a condizer.
Assim, lá está, nos ajude o micro.
Podes ouvir aqui: http://radiocv.punked.us
Tradução Colectiva das Heterotopias (Foucault) - 4
Quarta, 28 de Maio, 22:00
Continuação da tradução colectiva (a partir do francês) do texto "Heterotopias" de Michel Foucault.
Já só faltam dois princípios para acabar a tradução!
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel.
Continuação da tradução colectiva (a partir do francês) do texto "Heterotopias" de Michel Foucault.
Já só faltam dois princípios para acabar a tradução!
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel.
Ciclo Histórias e Estórias de cinema - 3
Segunda 26/05 às 21:30: Cinema do Pós-Guerra (anos 40)
+ Sexo e Melodrama
(anos 50).
Breve descrição:
Durante a 2ª Guerra Mundial, de forma geral, surgiu um cinema de «evasão». Nesta altura, a produção cinematográfica foi submetida a vários tipos de censura, desde a censura para protecção de informação até à censura religiosa, política, ideológica, como foi o caso na França ocupada ou nas ditaduras alemãs, italianas, espanholas e portuguesas, onde o cinema de propaganda se esbanjou em glorificações nacionalistas.
Contudo, o «cinema sob a Ocupação» deu-nos algumas obras perenes como por exemplo Citizen Kane (1941) de Orson Welles, Aniki Bóbó (1942) de Manoel de Oliveira, Les Enfants du Paradis (1945) de Carné, entre outros. Depois da Guerra, o cinema mostra-se mais comprometido.
Mas, se os anos 50 são vistos mundialmente como anos de sexo e melodrama participando na criação de ídolos, também foram anos de censuras.
Nos EUA, a perseguição contra os comunistas teve consequências em toda a produção artística.
Em Portugal, a criação cinematográfica continuou conformista, enquanto as imposições de um regime fascista favoreceu a auto-censura e eliminou um «cinema de resistência» (Areal, 2011: 17) de que Manuel Guimarães constituiu o exemplo mais doloroso.
Info:
Queres mais? Próximas sessões:
- 02/06 Nova Vaga Europeia (anos 60) + Novos Realizadores, Novas Formas (anos 60).
- 09/06 Cinema Americano dos anos 70 + Filmes para mudar o mundo (anos 70).
- 16/06 O aparecimento dos multiplex e o mainstream asiático (anos 70) + Luta contra o Poder: O Protesto no cinema (anos 80).
- 23/06 Novas fronteiras: Cinema do mundo na África, Ásia e América Latina (anos 90) + Independentes Americanos e Revolução Digital (anos 90).
- 30/06 O Cinema Hoje e o Futuro (anos 2000) + Todas das Histórias (JL. Godard, 2007)
- [data a confirmar] Uma história só + Só o cinema + Fatal beleza - Prolongamento: com A moeda do absoluto+ Uma vaga nova + O controlo do universo + Os signos entre nós
Poesia na Casa
Quinta-feira, dia 22 às 21h00
Ler, dizer, gritar versos é o que se faz nestas noites na casa.
As
palavras podem ser as que quiserem, tudo menos, por favor, poemas
lamechas de amor.
Tragam poemas, tragam livros, palavras que cortam que espicaçam, ouvidos para ouvir e línguas para falar.
Tragam poemas, tragam livros, palavras que cortam que espicaçam, ouvidos para ouvir e línguas para falar.
E deixo já uma frase que talvez vos
inspire:
”Precisamos de merda, Sr. Soisa, e nunca precisámos d’outra coisa!”
Tradução colectiva das Heterotopias (Foucault) - 3
Terça-feira 20 de Maio às 21:30
Continuação da tradução colectiva (a partir do francês) do texto "Heterotopias" de Michel Foucault.
Ficámos no final do segundo princípio, ainda faltam quatro!
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel
Continuação da tradução colectiva (a partir do francês) do texto "Heterotopias" de Michel Foucault.
Ficámos no final do segundo princípio, ainda faltam quatro!
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel
Ciclo Histórias e Estórias de cinema - 2
Segunda 19/05 às 21:30: Expressionismo, Impressionismo, Surrealismo
(anos 20) + O aparecimento do som (anos 30).
De Maio a Junho, a Casa Viva vai ver Histórias e partilhar Estórias de cinema.
Nestes dois capítulos iremos visitar o expressionismo, o impressionismo e surrealismo passando por Paris, Berlim, Moscovo, Xangai e Tóquio, já que se diz que os anos 20 foram a idade de Ouro do cinema e podemos associar grandes nomes a este período: Lang, Pabst, Gance, L'herbier, Feyder, Vertoff, Eisentein, Poudowkine, etc.
Com o aparecimento do som, a indústria do cinema sofre uma revolução que vai impulsionar a criatividade e o surgimento de uma série géneros.
História, histórias e Estórias de cinema entre «A História do Cinema. Uma odisseia» (2011) de Mark Cousins e «História(s) do cinema» (2007) de Jean-Luc Godard com, aqui e acolá, adendas de imagens em palavras cegas partilhadas na Casa Viva.
Traz as tuas histórias de cinema!
De Maio a Junho, a Casa Viva vai ver Histórias e partilhar Estórias de cinema.
Nestes dois capítulos iremos visitar o expressionismo, o impressionismo e surrealismo passando por Paris, Berlim, Moscovo, Xangai e Tóquio, já que se diz que os anos 20 foram a idade de Ouro do cinema e podemos associar grandes nomes a este período: Lang, Pabst, Gance, L'herbier, Feyder, Vertoff, Eisentein, Poudowkine, etc.
Com o aparecimento do som, a indústria do cinema sofre uma revolução que vai impulsionar a criatividade e o surgimento de uma série géneros.
História, histórias e Estórias de cinema entre «A História do Cinema. Uma odisseia» (2011) de Mark Cousins e «História(s) do cinema» (2007) de Jean-Luc Godard com, aqui e acolá, adendas de imagens em palavras cegas partilhadas na Casa Viva.
Traz as tuas histórias de cinema!
Queres mais? Próximas sessões:
- 26/05 Cinema do Pós-Guerra (anos 40) + Sexo e Melodrama (anos 50).
- 02/06 Nova Vaga Europeia (anos 60) + Novos Realizadores, Novas Formas (anos 60).
- 09/06 Cinema Americano dos anos 70 + Filmes para mudar o mundo (anos 70).
- 16/06 O aparecimento dos multiplex e o mainstream asiático (anos 70) + Luta contra o Poder: O Protesto no cinema (anos 80).
- 23/06 Novas fronteiras: Cinema do mundo na África, Ásia e América Latina (anos 90) + Independentes Americanos e Revolução Digital (anos 90).
- 30/06 O Cinema Hoje e o Futuro (anos 2000) + Todas das Histórias (JL. Godard, 2007)
- [data a confirmar] Uma história só + Só o cinema + Fatal beleza - Prolongamento: com A moeda do absoluto+ Uma vaga nova + O controlo do universo + Os signos entre nós
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Continuação da tradução Colectiva das Heterotopias (Foucault)
Sexta 16 de maio às 21:30
Tradução colectiva (a partir do francês) do texto "Heterotopias" de Michel Foucault.
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel
Tradução colectiva (a partir do francês) do texto "Heterotopias" de Michel Foucault.
Várias cabeças a pensar na melhor forma de passar cada uma das palavras para tuga e um par de mãos a escrever as conclusões.
Para futura emissão rádio e edição em papel
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