Sexta, 12 Set., 20:00 - Entrada Livre
A Casaviva vai ser palco para 3 bandas bonitas que fazem música bonita. A entrada é livre.
http://thesunflowersmusic.bandcamp.com/album/s-t-ep
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário
Orlando no espeto
Quarta, 10 Set, 19:00
19h00 – Abertura dos frigoríficos, com frescas e mais frescas
20h00 – Começam a sair as espetadas.
21h30 – Cinema ao ar livre - Orlando - Sally Potter, 1992, 1 hr 32 min (92 min)
Orlando é um filme baseado na obra de Virginia Woolf "Orlando", protagonizado por Tilda Swinton como Orlando, Billy Zane como Marmaduke Bonthrop Shelmerdine e Quentin Crisp como Rainha Isabel I. Aproveitando o facto de Orlando ter sido condenado pela Rainha a permanecer eternamente jovem, o livro (e o filme) atravessa os séculos, com o/a protagonista a experimentar e a problematizar vidas, parceiros, sentimentos e mudanças de paradigma civilizacional e de género.
19h00 – Abertura dos frigoríficos, com frescas e mais frescas
20h00 – Começam a sair as espetadas.
21h30 – Cinema ao ar livre - Orlando - Sally Potter, 1992, 1 hr 32 min (92 min)
Orlando é um filme baseado na obra de Virginia Woolf "Orlando", protagonizado por Tilda Swinton como Orlando, Billy Zane como Marmaduke Bonthrop Shelmerdine e Quentin Crisp como Rainha Isabel I. Aproveitando o facto de Orlando ter sido condenado pela Rainha a permanecer eternamente jovem, o livro (e o filme) atravessa os séculos, com o/a protagonista a experimentar e a problematizar vidas, parceiros, sentimentos e mudanças de paradigma civilizacional e de género.
Labels:
ar livre
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cervejas frescas
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Cinema
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espetadas
Local:
Santo Ildefonso, Portugal
Tradução colectiva
Terça, 9 de Set, 21:30
Na melhor tasca do marquês, com frescas e amendoins, as palavras francesas descascam-se e trincam-se em português para traduzir "O Corpo Utópico" de Michel Foucault.
Na melhor tasca do marquês, com frescas e amendoins, as palavras francesas descascam-se e trincam-se em português para traduzir "O Corpo Utópico" de Michel Foucault.
Reabertura sem condições, Espetadas sem bichos, Cinema sem sala
Qua, 03 Set, 19:00
19h00 – Reabertura dos frigoríficos, com frescas e mais frescas
20h00 – Começam a sair as espetadas.
21h30 – Cinema ao ar livre - Rosencrantz and Guildenstern are dead (Eles morreram)
20h00 – Começam a sair as espetadas.
21h30 – Cinema ao ar livre - Rosencrantz and Guildenstern are dead (Eles morreram)
Tom Stoppard, 1990, 1 hr 57 min (117 min)
Um filme que reconta a tragédia de Hamlet pelo olhar de dois personagens secundários. Perdidos sem saberem bem quem são, a darem conta das suas vidas pré-definidas e incapazes de se desviarem delas. Doiselisabetanos isabelinos que matam o tempo num lugar sem qualquer personalidade perceptível. Um filme que analisa o destino e que pretende saber se as respostas são tão importantes como as perguntas.
Um filme que reconta a tragédia de Hamlet pelo olhar de dois personagens secundários. Perdidos sem saberem bem quem são, a darem conta das suas vidas pré-definidas e incapazes de se desviarem delas. Dois
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espetadas
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jardim
Poesia na Casa
Quarta, 30 Jul. - 21:00 - entrada livre
Este mês a Poesia na Casa apresenta... tcham tcham tcham tcham Poesia inédita. Claro que têm de a trazer! É só juntar umas palavras e já está. Vamos também ler autores menos consagrados como o António Gedeão e o Alberto Pimenta, mas os vossos poemas é que vão brilhar.
Então até já.
Este mês a Poesia na Casa apresenta... tcham tcham tcham tcham Poesia inédita. Claro que têm de a trazer! É só juntar umas palavras e já está. Vamos também ler autores menos consagrados como o António Gedeão e o Alberto Pimenta, mas os vossos poemas é que vão brilhar.
Então até já.
Livro (apresentação) - SOLO EL ME LLAMA MARINA DI BEIRUT
Segunda, 28 Julho, 20:00
"Tengo que confesar que yo soy una ladrona; no, mejor dicho soy una cleptómana, que bajo un aire iocente y distraído roba las palabras, puntos, frases, comas y suspiros de los demás..."
Concertada
Sábado, 26 Julho - 18:00
AGENTX DO KHAUS - hardcore punk // espinho, portugal
Facebook: https://www.facebook.com/ AgentxDoKhaus
ERRO CRASSO - crust grind apolitico // porto, portugal
Facebook: https://www.facebook.com/ ErroCrasso
Video: http://www.youtube.com/ watch?v=W6rItGCXuZs
BLOODSTAINS - hardcore punk // aachen, alemanha
Homepage: www.bloodstainshardcore.bl ogspot.de
Facebook: www.facebook.com/ justleavebloodstains
Video: www.youtube.com/ watch?v=9kpb61CobG4
BABY LOU - punk + everything else // saarbrücken, alemanha
Homepage: www.baby-lou.org
Facebook: www.facebook.com/ babyloutheband
Video: https://www.youtube.com/ watch?v=oxI4nuUH5RU
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Ciclo de Cinema - O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante dela
Segunda, 21 Julho - 18:00
O ciclo deste mês leva-nos a um tema que diz respeito a toda a gente: A comida.
A comida como prazer. O prazer de cozinhar. O acto de cozinhar como algo que todos podemos fazer. A comida que não devia existir. Os crimes que se podem cometer pela comida. A comida que simplesmente está lá, sempre presente. A comida como quotidiano. A comida porque sim. A comida, porque não?
E como a cozinha da Casa Viva está sempre pronta, este mês o cinema começa com um belo jantar que não só podes degustar, como ajudar a confeccionar.
O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante dela
Realizador - Peter Greenaway
Duração - 110m
Peter Greenaway é artista plástico, escritor, cineasta e grande estudioso das artes nas suas mais diversas formas. Os seus filmes são marcados por um certo preciosismo na composição cénica. Talvez por ser um exímio pintor, Greenaway demonstre, nas suas obras para o cinema, grande habilidade no uso de cores, contrastes e iluminação.
Os filmes de Peter Greenaway geralmente passam longe do circuito comercial e costumam ser classificados como “filmes de arte”. Controverso e assumidamente pretensioso, o cinema de Greenaway explora os limites da linguagem cinematográfica e instaura um diálogo fascinante entre o cinema, outras manifestações artísticas e diversas áreas do conhecimento humano.
O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante é uma das grandes obras-primas de Greenaway e o filme de maior sucesso do realizador. Trata-se de uma sátira brilhante e excêntrica, carregada de humor negro, sobre o exagero, o mau-gosto e a maldade humana.
Filmado de maneira exuberante, excessivamente gráfica e luxuriosa, O Cozinheiro… passa-se quase inteiramente num sofisticado restaurante francês, chamado Le Hollandais. Richard (Richard Bohringer), o chefe, é um génio da cozinha, um verdadeiro artista gastronómico. Já o proprietário do restaurante, Albert Spica (Michael Gambon), é um grande homem do crime, que frequenta todas as noites o Le Hollandais, na companhia da sua bela mulher Georgina (Helen Mirren) e uma corja de bajuladores. Enquanto faz seus discursos ácidos e impagáveis, Albert descuida-se da esposa que acaba por se interessar por um dos clientes do lugar, o intelectual e ávido leitor Michael (Alan Howard). Rapidamente, eles iniciam um tórrido caso de amor.
No filme, Greenaway focaliza algumas das pulsões primárias do ser humano: o desejo sexual, a gula e a violência. O exagero e o grotesco fazem parte da suculenta sátira social realizada pelo cineasta e tais características são personalizadas em Albert, um personagem hiperbólico, monstruoso e desprezível. Na pele desse personagem cruel temos o actor irlandês Michael Gambon numa performance inesquecível. Certamente, Albert é uma das maiores encarnações do mal já vistas no cinema. Mas não é apenas Gambon que se destaca no filme. Helen Mirren, surge belíssima em O Cozinheiro… e esbanja sensualidade ao encarnar a esposa infiel de Albert. A atriz inglesa brilha, sobretudo, por mostrar a transformação da sua personagem, cujo final é apoteótico.
Greenaway trata dos assuntos mais feios imagináveis, da forma mais bela possível. De facto, o filme poderia ser descrito como um verdadeiro “banquete visual”. Nesse banquete, Greenaway contou com a belíssima fotografia de Sacha Vierny, o primoroso trabalho de Ben Van Os e Jan Roelfs na direcção de arte e figurinos assinados por Jean-Paul Gautier.
Greenaway abusa das cores fortes e das texturas. Cada cenário tem sua cor característica: o vermelho do salão, o branco da casa de de banho, o verde da cozinha. A variedade de cores é também visível nos figurinos dos personagens, que mudam magicamente quando eles trocam de cenários. Tudo é extremamente estilizado, barroco, rebuscado.
A maioria dos filmes de Greenaway caracteriza-se por certo distanciamento emocional. O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante dela, é, no entanto, uma obra visceral.
Alguns críticos e estudiosos viram na longa-metragem uma forte dimensão alegórica. O filme seria, assim, um protesto semivelado, uma parábola sobre a situação político-social do Reino Unido de Margaret Thatcher. Uma das interpretações propostas para o filme vê cada uma das quatro personagens principais como representações de entidades e segmentos distintos da sociedade britânica: o cozinheiro simbolizaria os funcionários públicos e os cidadãos obedientes; o ladrão, a arrogância, o autoritarismo e o poder de Margaret Thatcher; o amante, a oposição composta por intelectuais e esquerdistas; e a esposa, a própria pátria.
A obra-prima de Greenaway, no entanto, não se reduz a um único contexto político e oferece-nos uma reflexão atemporal sobre as relações de poder, sobre a exploração do homem sobre o homem e sobre o lugar que a violência e a cultura ocupam na nossa sociedade. O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante é um filme provocador, inteligente e tragicamente divertido.
O ciclo deste mês leva-nos a um tema que diz respeito a toda a gente: A comida.
A comida como prazer. O prazer de cozinhar. O acto de cozinhar como algo que todos podemos fazer. A comida que não devia existir. Os crimes que se podem cometer pela comida. A comida que simplesmente está lá, sempre presente. A comida como quotidiano. A comida porque sim. A comida, porque não?
E como a cozinha da Casa Viva está sempre pronta, este mês o cinema começa com um belo jantar que não só podes degustar, como ajudar a confeccionar.
- Cozinhar - 18h
- Jantar - 20h
- Filme - 21h e 30m
- Menu da Semana - Risoto de Cogumelos e Algas aromatizado com Manjericão e Mel
O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante dela
Realizador - Peter Greenaway
Duração - 110m
Peter Greenaway é artista plástico, escritor, cineasta e grande estudioso das artes nas suas mais diversas formas. Os seus filmes são marcados por um certo preciosismo na composição cénica. Talvez por ser um exímio pintor, Greenaway demonstre, nas suas obras para o cinema, grande habilidade no uso de cores, contrastes e iluminação.
Os filmes de Peter Greenaway geralmente passam longe do circuito comercial e costumam ser classificados como “filmes de arte”. Controverso e assumidamente pretensioso, o cinema de Greenaway explora os limites da linguagem cinematográfica e instaura um diálogo fascinante entre o cinema, outras manifestações artísticas e diversas áreas do conhecimento humano.
O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante é uma das grandes obras-primas de Greenaway e o filme de maior sucesso do realizador. Trata-se de uma sátira brilhante e excêntrica, carregada de humor negro, sobre o exagero, o mau-gosto e a maldade humana.
Filmado de maneira exuberante, excessivamente gráfica e luxuriosa, O Cozinheiro… passa-se quase inteiramente num sofisticado restaurante francês, chamado Le Hollandais. Richard (Richard Bohringer), o chefe, é um génio da cozinha, um verdadeiro artista gastronómico. Já o proprietário do restaurante, Albert Spica (Michael Gambon), é um grande homem do crime, que frequenta todas as noites o Le Hollandais, na companhia da sua bela mulher Georgina (Helen Mirren) e uma corja de bajuladores. Enquanto faz seus discursos ácidos e impagáveis, Albert descuida-se da esposa que acaba por se interessar por um dos clientes do lugar, o intelectual e ávido leitor Michael (Alan Howard). Rapidamente, eles iniciam um tórrido caso de amor.
No filme, Greenaway focaliza algumas das pulsões primárias do ser humano: o desejo sexual, a gula e a violência. O exagero e o grotesco fazem parte da suculenta sátira social realizada pelo cineasta e tais características são personalizadas em Albert, um personagem hiperbólico, monstruoso e desprezível. Na pele desse personagem cruel temos o actor irlandês Michael Gambon numa performance inesquecível. Certamente, Albert é uma das maiores encarnações do mal já vistas no cinema. Mas não é apenas Gambon que se destaca no filme. Helen Mirren, surge belíssima em O Cozinheiro… e esbanja sensualidade ao encarnar a esposa infiel de Albert. A atriz inglesa brilha, sobretudo, por mostrar a transformação da sua personagem, cujo final é apoteótico.
Greenaway trata dos assuntos mais feios imagináveis, da forma mais bela possível. De facto, o filme poderia ser descrito como um verdadeiro “banquete visual”. Nesse banquete, Greenaway contou com a belíssima fotografia de Sacha Vierny, o primoroso trabalho de Ben Van Os e Jan Roelfs na direcção de arte e figurinos assinados por Jean-Paul Gautier.
Greenaway abusa das cores fortes e das texturas. Cada cenário tem sua cor característica: o vermelho do salão, o branco da casa de de banho, o verde da cozinha. A variedade de cores é também visível nos figurinos dos personagens, que mudam magicamente quando eles trocam de cenários. Tudo é extremamente estilizado, barroco, rebuscado.
A maioria dos filmes de Greenaway caracteriza-se por certo distanciamento emocional. O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante dela, é, no entanto, uma obra visceral.
Alguns críticos e estudiosos viram na longa-metragem uma forte dimensão alegórica. O filme seria, assim, um protesto semivelado, uma parábola sobre a situação político-social do Reino Unido de Margaret Thatcher. Uma das interpretações propostas para o filme vê cada uma das quatro personagens principais como representações de entidades e segmentos distintos da sociedade britânica: o cozinheiro simbolizaria os funcionários públicos e os cidadãos obedientes; o ladrão, a arrogância, o autoritarismo e o poder de Margaret Thatcher; o amante, a oposição composta por intelectuais e esquerdistas; e a esposa, a própria pátria.
A obra-prima de Greenaway, no entanto, não se reduz a um único contexto político e oferece-nos uma reflexão atemporal sobre as relações de poder, sobre a exploração do homem sobre o homem e sobre o lugar que a violência e a cultura ocupam na nossa sociedade. O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante é um filme provocador, inteligente e tragicamente divertido.
O que esconde o Tratado Comercial Transatlântico (TTIP) entre os EUA e a UE?
Sábado, 19 JUl - 15:00
Dada a importância e urgência de se encarar o modelo de existência humana que tem vindo a ser imposto, antevemos a premência da construção de uma estratégia coerente, que, seguindo diversas vertentes, represente uma tomada de posição da sociedade civil.
Perante a propalação de uma nova proposta para a criação de um paradigma de comércio internacional assente nos pilares da corporatocracia, observa-se que os meios de comunicação social têm recorrido a uma perspectiva de análise restrita da Parceria Transatlântica (TTIP), veiculando assim de forma exclusiva o ponto de vista do sector empresarial, esquecendo-se, ou, fazendo por esquecer por completo, todos os outros elementos e factores que confluem nesta proposta.
Lembramos que a história de resistência contra este tipo de propostas já é longa, e de sucesso, pelo que o processo de divulgação e consciencialização deste tema, apesar de ainda apresentar uma expressão diminuta, tem vindo a crescer de forma considerável.
Estando previsto para breve o lançamento de uma Iniciativa de Cidadania Europeia com o objectivo de travar o TTIP, e, estando a ser planeada uma acção europeia contra o TTIP para a segunda semana de Outubro, é este o momento para encarar a questão de frente e iniciar o processo de campanha em Portugal, em coordenação com os restantes povos da Europa e América do Norte.
Esta reunião, terá pois o intento de desconstruir o TTIP, congregando mentes e vontades num círculo de debate e planeamento de acções que possam contribuir para a construção de alternativas.
Sendo um ser social, o humano, não só é responsável pela direcção da sua vida íntima como também pela sociedade em que se encontra inserido.
Para mais informação podem consultar:
Dada a importância e urgência de se encarar o modelo de existência humana que tem vindo a ser imposto, antevemos a premência da construção de uma estratégia coerente, que, seguindo diversas vertentes, represente uma tomada de posição da sociedade civil.
Perante a propalação de uma nova proposta para a criação de um paradigma de comércio internacional assente nos pilares da corporatocracia, observa-se que os meios de comunicação social têm recorrido a uma perspectiva de análise restrita da Parceria Transatlântica (TTIP), veiculando assim de forma exclusiva o ponto de vista do sector empresarial, esquecendo-se, ou, fazendo por esquecer por completo, todos os outros elementos e factores que confluem nesta proposta.
Lembramos que a história de resistência contra este tipo de propostas já é longa, e de sucesso, pelo que o processo de divulgação e consciencialização deste tema, apesar de ainda apresentar uma expressão diminuta, tem vindo a crescer de forma considerável.
Estando previsto para breve o lançamento de uma Iniciativa de Cidadania Europeia com o objectivo de travar o TTIP, e, estando a ser planeada uma acção europeia contra o TTIP para a segunda semana de Outubro, é este o momento para encarar a questão de frente e iniciar o processo de campanha em Portugal, em coordenação com os restantes povos da Europa e América do Norte.
Esta reunião, terá pois o intento de desconstruir o TTIP, congregando mentes e vontades num círculo de debate e planeamento de acções que possam contribuir para a construção de alternativas.
Sendo um ser social, o humano, não só é responsável pela direcção da sua vida íntima como também pela sociedade em que se encontra inserido.
Para mais informação podem consultar:
- Site: http://parceriatransatlantica.wordpress.com/
- Vídeo introdutório: https://www.youtube.com/watch?v=Y4OQeekSD6s&feature=youtu.be
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