Poesia na Casa

Quinta, 25 Setembro, 21:00 - Entrada Livre


De regresso à poesia, vamos dar voz às palavras das canções. Porque a cantiga é uma arma, vamos usá-la e cantar sem notas o que nos apetece dizer. 


Tragam letras de músicas, de preferência em português, e vamos ler, que o silêncio já cansa. Nas palavras do Ary : 
Levanta-te meu povo, não é tarde/Agora é que o mar canta é que o sol arde/Pois quando o povo acorda é sempre cedo.

We like churrasco – cinemorfes com brasas e brasis mas sem brasões

Quarta, 24 Setembro, 19:00 - Entrada Livre


Se o microclima se mantiber com 30% de humidade e 25ºC no horto bibense, há churasco das frutas e legumes da época: maçã, batata, curgete, pimento, tomate. Com molho berde e molho bermelho. Sobre o negro do carbão para trabar qualquer beleidade patriótica.

 

Caso contrário haberá janta com fruta e legumes da época: Alho Francês à Brás e sobremesa de compota de maçã ou maçã fresca cortada serbida com limão e hortelã.
Faça sol ou faça lua, o digestibo será o documentário We Don't Like Samba, do colectibo alemão CIS/Berlin


19h00 – Abertura dos frigoríficos e horinha de chegares se quiseres dar uma mão a preparar o tacho
20h30 – Jantar
21h30 -  We Don't Like Samba (2014), 41m, leg. Inglês
Brasil. Depois de uma década de crescimento económico, as tensões sociais começaram a aumentar. Muitas pessoas já não acreditam num futuro melhor à boleia do grande boom económico baseado em consumo de massa e endividamento. As tensões, que foram catalisadas ainda mais pelas preparações do país para os megaeventos Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016, estouraram em 2013. As jornadas de junho levaram massas populares nunca antes vistas para as ruas em todos os cantos dos país. Desde então muitas lutas ganharam intensidade, como também a repressão. “Não somos dançarinos, somos rebeldes”, consta um gari do Rio de Janeiro no final do filme. Ele e outr@s rebeldes contam suas histórias no documentário produzido pelo grupo CIS de Berlim: “Não gostamos de samba!” – “We don’t like samba!” (*)

(*) Sinopse sacada daqui.

Concerto - Canções entre os prédios

Sábado, 20 Setembro, 21:00 - Entrada Livre


Stéphane Blok - voz, guitarra
Gergely Suto - ipad, clarinete

"Canções entre os prédios", de Stéphane Blok, na interpretação de Stéphane Blok e Gergely Suto.

O simpático professor Eugénio Kovaç convida o famoso cançoneiro francófono Stéphane Blok para uma interpretação lúdica e indisciplinada do seu cíclo "Canções entre os prédios" numa versão a duo. Guitarra fretless e noise generator, vozes e clarinete afogados na reverb sintética. Letras que fazem sentido para quem compreende.


Concerto puxado no horizonte.

Ciclocinema da Ciclocozinha do Marquês

Sexta, 19 de Setembro, 20:00 - Entrada Livre



Traz a tua bicicleta, vem afinar os travões ou olear a corrente em mais uma tarde de Ciclocozinha.

Vai haver jantar (chega cedo para ajudar :D) e logo a seguir a primeira sessão de Ciclo-cinema.

O Ciclo-cinema pretende ser aberto à participação dos espectadores, o tema é “a Bicicleta“. O gênero pode ser distinto, do documentario à ficção, da comédia ao terror. Durante a semana faz as tuas propostas e no próprio dia decidimos o filme a ver (ou sorteamos, se a escolha for dificil).

O Mapa das Punkekas

Quarta, 17 de Setembro, 19:00 - Entrada Livre



A Casa não tem quartos, mas as quartas têm Casa. Hoje, com os elementos contra noites ao ar livre, voltamos ao interior para nos deliciarmos com panquecas e darmos uma vista de olhos colectiva ao mais recente número do Jornal Mapa.

A partir das 19h00 - Mãos na Massa
A partir das 20h00 - Mapas, blá blá blás e Bye Bye Barcelona (documentário) - para se pensar no que acontece(u) por lá e perceber o que, se deixarmos, acontece(rá) por cá.

Mal estejam prontas - Degustação de panquecas e outras iguarias.

Tradução colectiva

Terça, 16 de Setembro pelas 21:30


Na melhor tasca do marquês, com frescas e amendoins, as palavras francesas descascam-se e trincam-se em português para acabar de traduzir "O Corpo Utópico" de Michel Foucault e escolher outro texto para as próximas sessões de tradução colectiva da Casaviva.

Reunião Grupo de Trabalho BDS Norte

Segunda, 15/09, 21:30, entrada livre




Oficina de Stencil

Sábado, 13/09, 14:30, entrada livre




Traz uma t-shirt branca, x-acto, marcador, papelão, k-line, radiografia velha, tinta em spray...

Concerto - Sunflowers + El Coyote + 800 Gondomar

Sexta, 12 Set., 20:00 - Entrada Livre




A Casaviva vai ser palco para 3 bandas bonitas que fazem música bonita. A entrada é livre.

http://thesunflowersmusic.bandcamp.com/album/s-t-ep

Orlando no espeto

Quarta, 10 Set, 19:00



19h00 – Abertura dos frigoríficos, com frescas e mais frescas

20h00
– Começam a sair as espetadas.

21h30 – Cinema ao ar livre - Orlando - Sally Potter, 1992, 1 hr 32 min (92 min)

Orlando é um filme baseado na obra de Virginia Woolf "Orlando", protagonizado por Tilda Swinton como Orlando, Billy Zane como Marmaduke Bonthrop Shelmerdine e Quentin Crisp como Rainha Isabel I. Aproveitando o facto de Orlando ter sido condenado pela Rainha a permanecer eternamente jovem, o livro (e o filme) atravessa os séculos, com o/a protagonista a experimentar e a problematizar vidas, parceiros, sentimentos e mudanças de paradigma civilizacional e de género.

Tradução colectiva

Terça, 9 de Set, 21:30




Na melhor tasca do marquês, com frescas e amendoins, as palavras francesas descascam-se e trincam-se em português para traduzir "
O Corpo Utópico" de Michel Foucault.

Reabertura sem condições, Espetadas sem bichos, Cinema sem sala

Qua, 03 Set, 19:00



19h00 – Reabertura dos frigoríficos, com frescas e mais frescas

20h00
– Começam a sair as espetadas.

21h30 – Cinema ao ar livre - Rosencrantz and Guildenstern are dead (Eles morreram)
Tom Stoppard, 1990, 1 hr 57 min (117 min)

Um filme que reconta a tragédia de Hamlet pelo olhar de dois personagens secundários. Perdidos sem saberem bem quem são, a darem conta das suas vidas pré-definidas e incapazes de se desviarem delas. Dois elisabetanos isabelinos que matam o tempo num lugar sem qualquer personalidade perceptível. Um filme que analisa o destino e que pretende saber se as respostas são tão importantes como as perguntas.

Poesia na Casa

Quarta, 30 Jul. - 21:00 - entrada livre




Este mês a Poesia na Casa apresenta... tcham tcham tcham tcham Poesia inédita. Claro que têm de a trazer! É só juntar umas palavras e já está. Vamos também ler autores menos consagrados como o António Gedeão e o Alberto Pimenta, mas os vossos poemas é que vão brilhar. 


Então até já.

Livro (apresentação) - SOLO EL ME LLAMA MARINA DI BEIRUT

Sábado, 26 Julho - 22:00
Segunda,  28 Julho, 20:00

A apresentação do livro de Elena López foi adiadada para segunda, 28 Julho às 20:00.




"Tengo que confesar que yo soy una ladrona; no, mejor dicho soy una cleptómana, que bajo un aire iocente y distraído roba las palabras, puntos, frases, comas y suspiros de los demás..."

Concertada

Sábado, 26 Julho - 18:00


AGENTX DO KHAUS - hardcore punk // espinho, portugal
Facebook: https://www.facebook.com/AgentxDoKhaus


ERRO CRASSO - crust grind apolitico // porto, portugal
Facebook: https://www.facebook.com/ErroCrasso
Video: http://www.youtube.com/watch?v=W6rItGCXuZs


BLOODSTAINS - hardcore punk // aachen, alemanha
Homepage: www.bloodstainshardcore.blogspot.de
Facebook: www.facebook.com/justleavebloodstains
Video: www.youtube.com/watch?v=9kpb61CobG4


BABY LOU - punk + everything else // saarbrücken, alemanha
Homepage: www.baby-lou.org
Facebook: www.facebook.com/babyloutheband
Video: https://www.youtube.com/watch?v=oxI4nuUH5RU


Ciclo de Cinema - O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante dela

Segunda, 21 Julho - 18:00


O ciclo deste mês leva-nos a um tema que diz respeito a toda a gente: A comida.

A comida como prazer. O prazer de cozinhar. O acto de cozinhar como algo que todos podemos fazer. A comida que não devia existir. Os crimes que se podem cometer pela comida. A comida que simplesmente está lá, sempre presente. A comida como quotidiano. A comida porque sim. A comida, porque não?

E como a cozinha da Casa Viva está sempre pronta, este mês o cinema começa com um belo jantar que não só podes degustar, como ajudar a confeccionar.


  • Cozinhar - 18h
  • Jantar - 20h
  • Filme - 21h e 30m
  • Menu da Semana - Risoto de Cogumelos e Algas aromatizado com Manjericão e Mel

O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante dela

Realizador - Peter Greenaway
Duração - 110m

Peter Greenaway é artista plástico, escritor, cineasta e grande estudioso das artes nas suas mais diversas formas. Os seus filmes são marcados por um certo preciosismo na composição cénica. Talvez por ser um exímio pintor, Greenaway demonstre, nas suas obras para o cinema, grande habilidade no uso de cores, contrastes e iluminação.

Os filmes de Peter Greenaway geralmente passam longe do circuito comercial e costumam ser classificados como “filmes de arte”. Controverso e assumidamente pretensioso, o cinema de Greenaway explora os limites da linguagem cinematográfica e instaura um diálogo fascinante entre o cinema, outras manifestações artísticas e diversas áreas do conhecimento humano.

O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante é uma das grandes obras-primas de Greenaway e o filme de maior sucesso do realizador. Trata-se de uma sátira brilhante e excêntrica, carregada de humor negro, sobre o exagero, o mau-gosto e a maldade humana.

Filmado de maneira exuberante, excessivamente gráfica e luxuriosa, O Cozinheiro… passa-se quase inteiramente num sofisticado restaurante francês, chamado Le Hollandais. Richard (Richard Bohringer), o chefe, é um génio da cozinha, um verdadeiro artista gastronómico. Já o proprietário do restaurante, Albert Spica (Michael Gambon), é um grande homem do crime, que frequenta todas as noites o Le Hollandais, na companhia da sua bela mulher Georgina (Helen Mirren) e uma corja de bajuladores. Enquanto faz seus discursos ácidos e impagáveis, Albert descuida-se da esposa que acaba por se interessar por um dos clientes do lugar, o intelectual e ávido leitor Michael (Alan Howard). Rapidamente, eles iniciam um tórrido caso de amor.

No filme, Greenaway focaliza algumas das pulsões primárias do ser humano: o desejo sexual, a gula e a violência. O exagero e o grotesco fazem parte da suculenta sátira social realizada pelo cineasta e tais características são personalizadas em Albert, um personagem hiperbólico, monstruoso e desprezível. Na pele desse personagem cruel temos o actor irlandês Michael Gambon numa performance inesquecível. Certamente, Albert é uma das maiores encarnações do mal já vistas no cinema. Mas não é apenas Gambon que se destaca no filme. Helen Mirren, surge belíssima em O Cozinheiro… e esbanja sensualidade ao encarnar a esposa infiel de Albert. A atriz inglesa brilha, sobretudo, por mostrar a transformação da sua personagem, cujo final é apoteótico.

Greenaway trata dos assuntos mais feios imagináveis, da forma mais bela possível. De facto, o filme poderia ser descrito como um verdadeiro “banquete visual”. Nesse banquete, Greenaway contou com a belíssima fotografia de Sacha Vierny, o primoroso trabalho de Ben Van Os e Jan Roelfs na direcção de arte e figurinos assinados por  Jean-Paul Gautier.

Greenaway abusa das cores fortes e das texturas. Cada cenário tem sua cor característica: o vermelho do salão, o branco da casa de de banho, o verde da cozinha. A variedade de cores é também visível nos figurinos dos personagens, que mudam magicamente quando eles trocam de cenários. Tudo é extremamente estilizado, barroco, rebuscado.

A maioria dos filmes de Greenaway caracteriza-se por certo distanciamento emocional. O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante dela, é, no entanto, uma obra visceral.

Alguns críticos e estudiosos viram na longa-metragem uma forte dimensão alegórica. O filme seria, assim, um protesto semivelado, uma parábola sobre a situação político-social do Reino Unido de Margaret Thatcher. Uma das interpretações propostas para o filme vê cada uma das quatro personagens principais como representações de entidades e segmentos distintos da sociedade britânica: o cozinheiro simbolizaria os funcionários públicos e os cidadãos obedientes; o ladrão, a arrogância, o autoritarismo e o poder de Margaret Thatcher; o amante, a oposição composta por intelectuais e esquerdistas; e a esposa, a própria pátria.

A obra-prima de Greenaway, no entanto, não se reduz a um único contexto político e oferece-nos uma reflexão atemporal sobre as relações de poder, sobre a exploração do homem sobre o homem e sobre o lugar que a violência e a cultura ocupam na nossa sociedade. O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante é um filme provocador, inteligente e tragicamente divertido.

O que esconde o Tratado Comercial Transatlântico (TTIP) entre os EUA e a UE?

Sábado, 19 JUl - 15:00


Dada a importância e urgência de se encarar o modelo de existência humana que tem vindo a ser imposto, antevemos a premência da construção de uma estratégia coerente, que, seguindo diversas vertentes, represente uma tomada de posição da sociedade civil.

Perante a propalação de uma nova proposta para a criação de um paradigma de comércio internacional assente nos pilares da corporatocracia, observa-se que os meios de comunicação social têm recorrido a uma perspectiva de análise restrita da Parceria Transatlântica (TTIP), veiculando assim de forma exclusiva o ponto de vista do sector empresarial, esquecendo-se, ou, fazendo por esquecer por completo, todos os outros elementos e factores que confluem nesta proposta.

Lembramos que a história de resistência contra este tipo de propostas já é longa, e de sucesso, pelo que o processo de divulgação e consciencialização deste tema, apesar de ainda apresentar uma expressão diminuta, tem vindo a crescer de forma considerável.

Estando previsto para breve o lançamento de uma Iniciativa de Cidadania Europeia com o objectivo de travar o TTIP, e, estando a ser planeada uma acção europeia contra o TTIP para a segunda semana de Outubro, é este o momento para encarar a questão de frente e iniciar o processo de campanha em Portugal, em coordenação com os restantes povos da Europa e América do Norte.

Esta reunião, terá pois o intento de desconstruir o TTIP, congregando mentes e vontades num círculo de debate e planeamento de acções que possam contribuir para a construção de alternativas.

Sendo um ser social, o humano, não só é responsável pela direcção da sua vida íntima como também pela sociedade em que se encontra inserido.
Para mais informação podem consultar:

Tertúlias Punk - Brasil

Quinta, 17 Jul - 19:00


Convencidos pelo Punkito, voltamos às Tertúlias Punk, onde as frescas são 20% menos caras e se espera falar duma coisa ou outra que interesse a quem perde o seu tempo a aparecer.

Desta vez, achamos fixe ver que o Brasil não é só futebol. E falar um bocado do punk que por lá se fez e se faz, a partir dum vídeo que vamos passar à hora da janta e de algum destaque dado aos Cólera.

A partir das 19h00 vai andar gente pela casa, a ver se comemos e vemos o filme entre as 20h00 e as 20h30 e, depois, falamos um bocadito.

Concerto Thorvus

Sábado 19/Jul - 21:00



Death Metal melódico do Porto.

https://soundcloud.com/thorvus-1
https://www.facebook.com/Thorvus
https://twitter.com/ThorvusOfficial
http://www.reverbnation.com/thorvus

Apresentação da Escola DNS Tvind (Dinamarca)

Quarta 16/Jul - 21:30



Parece-nos boa ideia convidar Cidad@s do Mundo a saírem das suas zonas de conforto. 


Consideramos perigosas essas ditas zonas de conforto, onde nada de novo acontece e pouco se evolui.

Queremos apresentar-vos o nosso Movimento e, quiçá, propor-vos algo...

http://dns-tvind.dk/