Segunda, 13 de Outubro, 19:30, entrada livre
O GT-BDS-Norte junta-se para os últimos preparativos da performance checkpoint e a preparação dos últimos detalhes: folhetos, balões, tinta, caixas de papelão...mas como todo o activismo artístico-político requer estarmos bem alimentados, haverá preparação de uma janta colectiva às 19:30.
Se tiveres com fome aparece para descascar legumes, senão traz marcadores, balões, tinta, etc. vem para escolheres o teu papel!
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário
Oficina de balões
Labels:
Activismo
,
BDS
,
Jantar
,
Palestina
,
Performances
Local:
Santo Ildefonso, Portugal
Cinemorfes - Best in Show
4ª feira, 8 de Outubro, 19h00 - Entrada Livre
Será um documentário ficcionado capaz de retratar com precisão o absurdo da vida humana? Poderá um falso realismo fazer-nos chegar ao incómodo da verdade? Bem, cada pessoa terá a sua opinião e não temos nada a ver com isso. Nós apenas exibimos o filme Best in Show e tratamos do tacho. Haverá sátira, legumes para cortar, momentos rídiculos, cerveja, conversas à mesa e sofás confortáveis.
Best in Show (2000), de Cristhopher Guest [90´], leg. Português
Best in Show é um “mockumentary” sobre o mundo das exposições caninas em que os seres humanos exibem ao mesmo tempo as suas vaidades e fragilidades. Sob os efeitos do absurdo e do improviso, o filme simula aspectos da natureza humana, demonstrando que, afinal, quem passeia de forma ostensiva animais com trelas transforma-se no principal objecto da avaliação.
Será um documentário ficcionado capaz de retratar com precisão o absurdo da vida humana? Poderá um falso realismo fazer-nos chegar ao incómodo da verdade? Bem, cada pessoa terá a sua opinião e não temos nada a ver com isso. Nós apenas exibimos o filme Best in Show e tratamos do tacho. Haverá sátira, legumes para cortar, momentos rídiculos, cerveja, conversas à mesa e sofás confortáveis.
Best in Show (2000), de Cristhopher Guest [90´], leg. Português
Best in Show é um “mockumentary” sobre o mundo das exposições caninas em que os seres humanos exibem ao mesmo tempo as suas vaidades e fragilidades. Sob os efeitos do absurdo e do improviso, o filme simula aspectos da natureza humana, demonstrando que, afinal, quem passeia de forma ostensiva animais com trelas transforma-se no principal objecto da avaliação.
Cinemorfes - Los lunes al sol
Quarta, 1 Outubro, 19:00 - Entrada Livre
Com a bolha de bem estar do capitalismo fofinho ainda estável, Fernando León, com este filme, antecipou-se em vários anos àquilo que hoje é recorrente e que veio a agravar com uma tal de "crise" finaceira.
Los lunes al sol (2002)
Comédia/Drama
113 minutos
Espanhol, leg. português ou inglês
Uma cidade costeira no norte de Espanha que há muito virou costas ao campo e rodeou-se de indústrias que a fizeram crescer desproporcionada, aos solavancos, alimentando-a de imigrantes e trabalhadores e desenhando-lhe um horizonte de chaminés, arestas e esperanças, de futuros desenraizados.
Um grupo de homens percorre dia-a-dia as suas ruas íngremes, em busca de saídas de emergência para a vida. Trapezistas de fim de mês e de início de mês também, trapezistas sem rede e sem público, sem aplausos no final que atravessam diariamente a corda bamba do trabalho precário, que aparam a existência com andaimes de esperança e fazem das suas poucas alegrias trincheira, conversa, rotina, como se não fosse seu o naufrágio com que cada dia se debatem.
Tudo isto enquanto falam da suas coisas e se riem, de tudo e de nada em especial, esperançosos, tranquilos, numa manhã de Segunda-feira ao sol...
Com a bolha de bem estar do capitalismo fofinho ainda estável, Fernando León, com este filme, antecipou-se em vários anos àquilo que hoje é recorrente e que veio a agravar com uma tal de "crise" finaceira.
Los lunes al sol (2002)
Comédia/Drama
113 minutos
Espanhol, leg. português ou inglês
Uma cidade costeira no norte de Espanha que há muito virou costas ao campo e rodeou-se de indústrias que a fizeram crescer desproporcionada, aos solavancos, alimentando-a de imigrantes e trabalhadores e desenhando-lhe um horizonte de chaminés, arestas e esperanças, de futuros desenraizados.
Um grupo de homens percorre dia-a-dia as suas ruas íngremes, em busca de saídas de emergência para a vida. Trapezistas de fim de mês e de início de mês também, trapezistas sem rede e sem público, sem aplausos no final que atravessam diariamente a corda bamba do trabalho precário, que aparam a existência com andaimes de esperança e fazem das suas poucas alegrias trincheira, conversa, rotina, como se não fosse seu o naufrágio com que cada dia se debatem.
Tudo isto enquanto falam da suas coisas e se riem, de tudo e de nada em especial, esperançosos, tranquilos, numa manhã de Segunda-feira ao sol...
Labels:
cervejas frescas
,
Cinema
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cinemorfes
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Conversas
,
Jantar
Local:
Santo Ildefonso, Portugal
Poesia na Casa
Quinta, 25 Setembro, 21:00 - Entrada Livre
De regresso à poesia, vamos dar voz às palavras das canções. Porque a cantiga é uma arma, vamos usá-la e cantar sem notas o que nos apetece dizer.
Tragam letras de músicas, de preferência em português, e vamos ler, que o silêncio já cansa. Nas palavras do Ary :
De regresso à poesia, vamos dar voz às palavras das canções. Porque a cantiga é uma arma, vamos usá-la e cantar sem notas o que nos apetece dizer.
Tragam letras de músicas, de preferência em português, e vamos ler, que o silêncio já cansa. Nas palavras do Ary :
Levanta-te meu povo, não é tarde/Agora é que o mar canta é que o sol arde/Pois quando o povo acorda é sempre cedo.
We like churrasco – cinemorfes com brasas e brasis mas sem brasões
Quarta, 24 Setembro, 19:00 - Entrada Livre
Se o microclima se mantiber com 30% de humidade e 25ºC no horto bibense, há churasco das frutas e legumes da época: maçã, batata, curgete, pimento, tomate. Com molho berde e molho bermelho. Sobre o negro do carbão para trabar qualquer beleidade patriótica.
Caso contrário haberá janta com fruta e legumes da época: Alho Francês à Brás e sobremesa de compota de maçã ou maçã fresca cortada serbida com limão e hortelã.
Faça sol ou faça lua, o digestibo será o documentário We Don't Like Samba, do colectibo alemão CIS/Berlin
19h00 – Abertura dos frigoríficos e horinha de chegares se quiseres dar uma mão a preparar o tacho
20h30 – Jantar
21h30 - We Don't Like Samba (2014), 41m, leg. Inglês
(*) Sinopse sacada daqui.
Se o microclima se mantiber com 30% de humidade e 25ºC no horto bibense, há churasco das frutas e legumes da época: maçã, batata, curgete, pimento, tomate. Com molho berde e molho bermelho. Sobre o negro do carbão para trabar qualquer beleidade patriótica.
Caso contrário haberá janta com fruta e legumes da época: Alho Francês à Brás e sobremesa de compota de maçã ou maçã fresca cortada serbida com limão e hortelã.
Faça sol ou faça lua, o digestibo será o documentário We Don't Like Samba, do colectibo alemão CIS/Berlin
19h00 – Abertura dos frigoríficos e horinha de chegares se quiseres dar uma mão a preparar o tacho
20h30 – Jantar
21h30 - We Don't Like Samba (2014), 41m, leg. Inglês
Brasil. Depois de uma década de crescimento económico, as tensões sociais começaram a aumentar. Muitas pessoas já não acreditam num futuro melhor à boleia do grande boom económico baseado em consumo de massa e endividamento. As tensões, que foram catalisadas ainda mais pelas preparações do país para os megaeventos Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016, estouraram em 2013. As jornadas de junho levaram massas populares nunca antes vistas para as ruas em todos os cantos dos país. Desde então muitas lutas ganharam intensidade, como também a repressão. “Não somos dançarinos, somos rebeldes”, consta um gari do Rio de Janeiro no final do filme. Ele e outr@s rebeldes contam suas histórias no documentário produzido pelo grupo CIS de Berlim: “Não gostamos de samba!” – “We don’t like samba!” (*)
(*) Sinopse sacada daqui.
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Activismo
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cervejas frescas
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Cinema
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documentário
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Jantar
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jardim
Local:
Santo Ildefonso, Portugal
Concerto - Canções entre os prédios
Sábado, 20 Setembro, 21:00 - Entrada Livre
Stéphane Blok - voz, guitarra
Gergely Suto - ipad, clarinete
"Canções entre os prédios", de Stéphane Blok, na interpretação de Stéphane Blok e Gergely Suto.
O simpático professor Eugénio Kovaç convida o famoso cançoneiro francófono Stéphane Blok para uma interpretação lúdica e indisciplinada do seu cíclo "Canções entre os prédios" numa versão a duo. Guitarra fretless e noise generator, vozes e clarinete afogados na reverb sintética. Letras que fazem sentido para quem compreende.
Concerto puxado no horizonte.
Stéphane Blok - voz, guitarra
Gergely Suto - ipad, clarinete
"Canções entre os prédios", de Stéphane Blok, na interpretação de Stéphane Blok e Gergely Suto.
O simpático professor Eugénio Kovaç convida o famoso cançoneiro francófono Stéphane Blok para uma interpretação lúdica e indisciplinada do seu cíclo "Canções entre os prédios" numa versão a duo. Guitarra fretless e noise generator, vozes e clarinete afogados na reverb sintética. Letras que fazem sentido para quem compreende.
Concerto puxado no horizonte.
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