Sábado, 8 Nov, 15:00, Entrada Livre
No próximo sábado às 15h00, na CasaViva, terá lugar uma apresentação do livro ‘O comunismo nunca existiu – A guerra civil europeia (1917-1945)’, publicado pelas Edições Antipáticas e com presença de autores.
Com textos de João Valente Aguiar, António Louçã, Victor Serge, Miguel Pérez, Ricardo Noronha e João Bernardo.
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Da introdução ao livro:
«Não estando apostados no resgate de um qualquer "verdadeiro marxismo", interessa-nos sobretudo a discussão contemporânea acerca dos usos e possibilidades do comunismo, enquanto palavra que designa um horizonte igualitário e emancipatório, mas também uma prática subversiva específica, inseparável da crítica intransigente de tudo aquilo que existe.
Não têm sido poucas as vezes em que essa palavra surgiu para traçar um terreno de demarcação face às diversas variantes de liberalismo que estruturam o espaço público e falam ininterruptamente de cidadania e pleno emprego, de soberania e crescimento.
O comunismo é para nós o movimento real que supera esse estado de coisas, que desnaturaliza as relações sociais vigentes, que interrompe o curso habitual da história para desenhar com um gesto livre a possibilidade de uma vida outra, de um mundo para lá do Estado e do trabalho assalariado, assente na partilha e na produção comum, pelo qual nos possamos libertar do reino da necessidade.
É a essa luz que lemos a teoria e a história do movimento operário, que nos procuramos apropriar de ferramentas e conceitos de crítica tanto da economia política como das formas de poder, que nos empenhamos nos combates do nosso tempo e que insistimos em disputar uma palavra que continua a significar para nós exactamente o contrário daquilo que veio a representar durante grande parte do século XX.»
Edições Antipáticas
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*apartidário
Workshop de Linux
Quinta, 6 Nov, 21:00, Entrada Livre
# Este curso vai ter vários módulos.
# Não necessáriamente um por semana.
Mod 0:
Pré-requesitos (x,y)
# Um portátil é o ideal.
# Se é recente e tem 3GB de RAM melhor, mas até o portátil que tem 250MB de RAM serve..
# - O objectivo é dar utilidade aos computadores antigos e garantir saber gerir o "ambiente de trabalho".
# - Se o caso é de um computador antigo, não o tragas nas primeiras sessões :)
Mod 1:
Introdução (mais ou menos rápida)
- o que sei
- o que não sei e posso saber mais...
- porquê usar a consola?
- porquê usar linux?
Mod 2:
Hardware (noções)
- reconhecer peças/modulos
- noções das funções de funcionamento
- ler mais...
Mod 3:
# Instalar sistema operativo?
Mod 4:
- estrutura de ficheiros e pastas em linux
- comandos básicos (manipulação de ficheiros ou pastas)
- comandos avançados (monitorização do sistema)
- instalação de software adicional (alternativas)
Mod 5:
- modo servidor
Mod 6:
- segurança
Mod 7:
- check up (projectos)
# Este curso vai ter vários módulos.
# Não necessáriamente um por semana.
Mod 0:
Pré-requesitos (x,y)
# Um portátil é o ideal.
# Se é recente e tem 3GB de RAM melhor, mas até o portátil que tem 250MB de RAM serve..
# - O objectivo é dar utilidade aos computadores antigos e garantir saber gerir o "ambiente de trabalho".
# - Se o caso é de um computador antigo, não o tragas nas primeiras sessões :)
Mod 1:
Introdução (mais ou menos rápida)
- o que sei
- o que não sei e posso saber mais...
- porquê usar a consola?
- porquê usar linux?
Mod 2:
Hardware (noções)
- reconhecer peças/modulos
- noções das funções de funcionamento
- ler mais...
Mod 3:
# Instalar sistema operativo?
Mod 4:
- estrutura de ficheiros e pastas em linux
- comandos básicos (manipulação de ficheiros ou pastas)
- comandos avançados (monitorização do sistema)
- instalação de software adicional (alternativas)
Mod 5:
- modo servidor
Mod 6:
- segurança
Mod 7:
- check up (projectos)
Play Fest or Die #4
Quarta + Quinta, 4 e 5 Nov 2014, 18:00, Entrada Livre
Depois de 2 edições a Six Pack Bookings, em parceria com a Dirty Pig Bookings vai oferecer-vos o Play Fest or Die, este vai decorrer na Casa Viva e a entrada vai ser gratuita.
No entanto, agradecia que levassem uns trocos, o valor que acharem justo, que é para contribuir para as bandas de fora que estão presentes neste cartaz e estão em Tour pela Europa e precisam de toda ajuda possivel de maneira a cobrar as deslocações.
Esta edição vai decorrer nos dias 5 e 6 de Novembro.
No 1º dia vamos contar com o Powerviolence/Hardcore Punk dos Holandeses Landverraad e com os locais Street System e The Long Roads. O 2º dia vai contar com os Franceses Foolish, o regresso dos Ingleses DEAD NECK e os locais Discórdia.
DIA 5 :
LANDVERRAAD (HOLANDA):
http:// landverraad.bandcamp.com/
http:// landverraad.wordpress.com/
STREET SYSTEM:
https://www.facebook.com/ StreetSystem
http:// streetsystembanda.bandcamp. com/album/hoje-prometido
THE LONG ROADS:
https://www.facebook.com/ thelongroadsband
http://www.youtube.com/ user/thelongroadstv
DIA 6:
FOOLISH (FRANÇA):
https://www.facebook.com/ FoolishOfficial
http:// foolish.bandcamp.com/
DEAD NECK (UK)
https://www.facebook.com/ deadneckhc
https://soundcloud.com/ deadneckhc
DISCÓRDIA
https://www.facebook.com/ discordiapunkpt
Depois de 2 edições a Six Pack Bookings, em parceria com a Dirty Pig Bookings vai oferecer-vos o Play Fest or Die, este vai decorrer na Casa Viva e a entrada vai ser gratuita.
No entanto, agradecia que levassem uns trocos, o valor que acharem justo, que é para contribuir para as bandas de fora que estão presentes neste cartaz e estão em Tour pela Europa e precisam de toda ajuda possivel de maneira a cobrar as deslocações.
Esta edição vai decorrer nos dias 5 e 6 de Novembro.
No 1º dia vamos contar com o Powerviolence/Hardcore Punk dos Holandeses Landverraad e com os locais Street System e The Long Roads. O 2º dia vai contar com os Franceses Foolish, o regresso dos Ingleses DEAD NECK e os locais Discórdia.
DIA 5 :
LANDVERRAAD (HOLANDA):
http://
http://
STREET SYSTEM:
https://www.facebook.com/
http://
THE LONG ROADS:
https://www.facebook.com/
http://www.youtube.com/
DIA 6:
FOOLISH (FRANÇA):
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http://
DEAD NECK (UK)
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DISCÓRDIA
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Labels:
cervejas frescas
,
Concertos
,
Crust
,
Punk
Local:
Santo Ildefonso, Portugal
TROPICAUSTICA!!
«Para que a música seja a utopia que nos faz dançar.»
São demasiadas as conversas e os desejos por lugares de lazer e prazer que surjam de espaços livres. A maioria dos bares da cidade do Porto não o são. Estão sujeitos a lógicas de exploração onde cada passo de dança que é dado alimenta uma injustiça. Licenças abusivas para passar música pagas a quem? Aos donos da música? Preços de bebidas inflacionadas para pagar impostos e leis, mas não para pagar o esforço de quem faz da noite um lugar possível. Pessoas, próximas ou não, mas pessoas demais para não pensarmos nelas, com uma condição laboral precária, muitas vezes sem contrato e com valores por hora que igualam o preço de uma cerveja que demora 30 segundos a tirar. Tudo sob o olhar vigilante da polícia que nos oprime diariamente em nossas lutas, mas que é a convidada oficial dos donos da festa.
E lá estamos nós, almas insaciáveis à procura da festa, dos ritmos, das outras almas por saciar nas horas mágicas da noite. Mas cada vez menos a noite tem magia.
Está mais do que na hora de criarmos e alimentarmos, no espaço da festa, os nossos desejos e buscas por um mundo novo, também aqui se desenham lutas e desejos, esperanças e alternativas.
Este espaço, como todos os outros, é também um espaço de rebeldia e insubmissão, que deve ser também criado nos espaços de rebeldia e insubmissão. Por isso, os ritmos tropicais e rebeldes mudam de ares, procuram outros lugares onde se respire mais justiça e igualdade, onde quem dança, dança com prazer e liberdade, com a noção de que está a alimentar lugares onde se criam novos mundos.
Serão estes novos mundos, mundos onde a diversidade cultural não soa só na música, mas também nas pessoas que enchem os espaços, mundos onde a música respira respeito, onde as letras não sejam ofensivas nem ofensivos os olhares em busca de corpos e prazeres, novos mundos onde a nossa contribuição financeira sirva para alimentar projectos solidários e não lucros individuais. É para lá que quero ir e para onde peço companhia, porque sabemos bem que estes mundos não se constroem sozinhos!
- - - - - -
20h JANTAR
22h DEBATE «Que noite queremos?» – Por uma agenda cultural que nos represente.
depois: FESTA TROPICÁUSTICA!
com RUB A LINHO & Dj Marsias
São demasiadas as conversas e os desejos por lugares de lazer e prazer que surjam de espaços livres. A maioria dos bares da cidade do Porto não o são. Estão sujeitos a lógicas de exploração onde cada passo de dança que é dado alimenta uma injustiça. Licenças abusivas para passar música pagas a quem? Aos donos da música? Preços de bebidas inflacionadas para pagar impostos e leis, mas não para pagar o esforço de quem faz da noite um lugar possível. Pessoas, próximas ou não, mas pessoas demais para não pensarmos nelas, com uma condição laboral precária, muitas vezes sem contrato e com valores por hora que igualam o preço de uma cerveja que demora 30 segundos a tirar. Tudo sob o olhar vigilante da polícia que nos oprime diariamente em nossas lutas, mas que é a convidada oficial dos donos da festa.
E lá estamos nós, almas insaciáveis à procura da festa, dos ritmos, das outras almas por saciar nas horas mágicas da noite. Mas cada vez menos a noite tem magia.
Está mais do que na hora de criarmos e alimentarmos, no espaço da festa, os nossos desejos e buscas por um mundo novo, também aqui se desenham lutas e desejos, esperanças e alternativas.
Este espaço, como todos os outros, é também um espaço de rebeldia e insubmissão, que deve ser também criado nos espaços de rebeldia e insubmissão. Por isso, os ritmos tropicais e rebeldes mudam de ares, procuram outros lugares onde se respire mais justiça e igualdade, onde quem dança, dança com prazer e liberdade, com a noção de que está a alimentar lugares onde se criam novos mundos.
Serão estes novos mundos, mundos onde a diversidade cultural não soa só na música, mas também nas pessoas que enchem os espaços, mundos onde a música respira respeito, onde as letras não sejam ofensivas nem ofensivos os olhares em busca de corpos e prazeres, novos mundos onde a nossa contribuição financeira sirva para alimentar projectos solidários e não lucros individuais. É para lá que quero ir e para onde peço companhia, porque sabemos bem que estes mundos não se constroem sozinhos!
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20h JANTAR
22h DEBATE «Que noite queremos?» – Por uma agenda cultural que nos represente.
depois: FESTA TROPICÁUSTICA!
com RUB A LINHO & Dj Marsias
Poesia na casa
Quinta, 30 Outubro, 21:00, entrada livre
"Neste momento com a violência de novo no palco iluminado do mundo, para poder ser gozada ao vivo, que sentido tem ainda esse fazer obscuro, enigmático, ao mesmo tempo inútil e sublime, que nós continuamos a chamar poesia?
Porventura a violência e o mal onde enraiza são tão racionais como Kant o pensava e a poesia com que tentamos exorcizá-los a mais absurda e quixotesca actividade humana.
Contudo, esse é o preço que devemos pagar se queremos converter a inumanidade de onde imergimos na única luz que dele nos redime. Mais densa é a noite que nos cerca mais necessário e irrepresível o canto com que recusamos.
A poesia é apenas o homem resistindo à tentação de se deixar silenciar pelo que o nega e se sobrepõe à sua voz. Uma só rosa no meio do inferno é o paraíso inteiro. Mas só os poetas podem inventar a mais inexistente das rosas, a da esperança, quando mundo e vida se desesperam.
Vencidos os soldados de Siracusa sobreviviam recitando versos de Homero. Como nós."
Eduardo Lourenço.
"Neste momento com a violência de novo no palco iluminado do mundo, para poder ser gozada ao vivo, que sentido tem ainda esse fazer obscuro, enigmático, ao mesmo tempo inútil e sublime, que nós continuamos a chamar poesia?
Porventura a violência e o mal onde enraiza são tão racionais como Kant o pensava e a poesia com que tentamos exorcizá-los a mais absurda e quixotesca actividade humana.
Contudo, esse é o preço que devemos pagar se queremos converter a inumanidade de onde imergimos na única luz que dele nos redime. Mais densa é a noite que nos cerca mais necessário e irrepresível o canto com que recusamos.
A poesia é apenas o homem resistindo à tentação de se deixar silenciar pelo que o nega e se sobrepõe à sua voz. Uma só rosa no meio do inferno é o paraíso inteiro. Mas só os poetas podem inventar a mais inexistente das rosas, a da esperança, quando mundo e vida se desesperam.
Vencidos os soldados de Siracusa sobreviviam recitando versos de Homero. Como nós."
Eduardo Lourenço.
Cinemorfes - A Suprema felicidade
Quarta, 29 Outubro, 19:00, entrada livre
Rio de Janeiro, 1945. O garoto Paulo, de 8 anos, assiste ao lado dos pais, Marco (Dan Stulbach) e Sofia (Mariana Lima), os festejos pelo fim da 2ª Guerra Mundial. Seu melhor amigo é Cabeção, com quem compartilha a rua e o colégio jesuíta em que estuda.
Já na juventude, Paulo precisa lidar com a frustração do pai por não ter conseguido realizar o sonho de pilotar um jato. Ele se aproxima de Noel (Marco Nanini), seu avô, um funcionário público boêmio que o inicia na vida noturna carioca.
Logo se apaixona por Deise, uma jovem misteriosa que possui um ar existencialista. O caso entre eles não dá certo e Paulo passa a frequentar, com cada vez mais assiduidade, a área de prostituição local.
Um dia, no cabaré Eldorado, Paulo reencontra o pai, triste e solitário. Eles passam a dividir a admiração pela jovem Marilyn, de apenas 16 anos, obrigada pela mãe a tirar a roupa para os clientes.
É quando a reaproximação de Paulo com o pai e uma repentina história de amor provocam uma grande reviravolta na vida de ambos.
https://www.youtube.com/watch?v=m44Gyh8BMcQ
Rio de Janeiro, 1945. O garoto Paulo, de 8 anos, assiste ao lado dos pais, Marco (Dan Stulbach) e Sofia (Mariana Lima), os festejos pelo fim da 2ª Guerra Mundial. Seu melhor amigo é Cabeção, com quem compartilha a rua e o colégio jesuíta em que estuda.
Já na juventude, Paulo precisa lidar com a frustração do pai por não ter conseguido realizar o sonho de pilotar um jato. Ele se aproxima de Noel (Marco Nanini), seu avô, um funcionário público boêmio que o inicia na vida noturna carioca.
Logo se apaixona por Deise, uma jovem misteriosa que possui um ar existencialista. O caso entre eles não dá certo e Paulo passa a frequentar, com cada vez mais assiduidade, a área de prostituição local.
Um dia, no cabaré Eldorado, Paulo reencontra o pai, triste e solitário. Eles passam a dividir a admiração pela jovem Marilyn, de apenas 16 anos, obrigada pela mãe a tirar a roupa para os clientes.
É quando a reaproximação de Paulo com o pai e uma repentina história de amor provocam uma grande reviravolta na vida de ambos.
https://www.youtube.com/watch?v=m44Gyh8BMcQ
Desobesistir: do manual ao automático
Terça, 28 Outubro, 21:00, entrada livre
Segunda sessão de leitura do Manual de Desobediência Civil, livro de Pedro Bravo, publicado este ano, pela Letra Livre.
Pelo meio, discussões baseadas em conceitos e situações concretas, para análise dos nossos direitos e do comportamento habitual das forças de imposição da ordem.
Ler e conversar até que a consciência do que podemos e não podemos nos liberte da submissão com que, normalmente, encaramos a polícia, automatizando respostas e comportamentos.
Segunda sessão de leitura do Manual de Desobediência Civil, livro de Pedro Bravo, publicado este ano, pela Letra Livre.
Pelo meio, discussões baseadas em conceitos e situações concretas, para análise dos nossos direitos e do comportamento habitual das forças de imposição da ordem.
Ler e conversar até que a consciência do que podemos e não podemos nos liberte da submissão com que, normalmente, encaramos a polícia, automatizando respostas e comportamentos.
Cinemorfes
Quarta, 22 Outubro, 19:00, Entrada Livre
Wrong (USA/ FR, 2012)
de Quentin Dupieux (Mr. Oizo)
94 min.
inglês, leg. português
Neste filme a telepatia entre cães e pessoas, tempestades de chuva em interiores e uma tecnologia que visualiza a recordacão do cócó são realidades.
Paul, o cão do protagonista Dolph, desaparece. Uma palmeira que se converte num pinheiro. Um jardineiro francês. Uma rapariga no serviço de pizza.
E em geral, quem é este enigmático Mr. Chang? Apenas algo parece que está errado.
Wrong (USA/ FR, 2012)
de Quentin Dupieux (Mr. Oizo)
94 min.
inglês, leg. português
Neste filme a telepatia entre cães e pessoas, tempestades de chuva em interiores e uma tecnologia que visualiza a recordacão do cócó são realidades.
Paul, o cão do protagonista Dolph, desaparece. Uma palmeira que se converte num pinheiro. Um jardineiro francês. Uma rapariga no serviço de pizza.
E em geral, quem é este enigmático Mr. Chang? Apenas algo parece que está errado.
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