Mostrar mensagens com a etiqueta Solidariedade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Solidariedade. Mostrar todas as mensagens

#‎YoTambienSoyAnarquista

Hoje, dia 16 de Dezembro, pelas cinco e um quarto da manhã, cumprindo ordens da Audiência Nacional Espanhola, um dispositivo formado por centenas de polícias de intervenção foi mobilizado para levar a cabo uma operação contra o movimento libertário. O enfoque foi em Barcelona, mas há relatos de actuação semelhante noutras zonas da Catalunha e também em Madrid.

Na capital catalã, um dos locais atacado foi a Kasa de la Muntanya, histórica casa ocupada de Barcelona, prestes a cumprir 25 anos de actividade.

Sabemos que, para além das improváveis alegações da autoridade, o que está em jogo é um ataque a todo o movimento social de oposição ao capitalismo e à sua encarnação democrática, uma continuação lógica da recém criada lei da mordaça que coloca sob mira as alas mais radicalmente inconformadas.

Um ataque contra uma é um ataque contra todas. Na ausência de possibilidade de apoio local, a CasaViva, em solidariedade, junta-se às vozes que exigem a libertação imediata e sem acusações de todas as pessoas detidas e declara que #‎YoTambienSoyAnarquista‬.


















Mais info em: 
pt.indymedia.org/conteudo/newswire/29339 
pt.indymedia.org/conteudo/newswire/29340

BOESG benefit

sábado, 17 de Maio 21h30 entrada livre

SER ESCRAVA PARA SOBREVIVER, IDE-VOS FODER!

Comunicado



 
A Casa Viva, como sempre tem vindo a fazer de variadíssimas formas, assinalou o 1º de Maio (Dia Internacional do Trabalhador) com a sua posição política sobre a questão laboral, neste mundo dominado pelo Estado e pelo Capital. 

Na noite de 30/04 para 1/05, às 00:00 horas uma faixa, com uma mensagem clara e directa, foi colocada na sua fachada. A mensagem era e continua a ser a seguinte: «SER ESCRAVA PARA SOBREVIVER, IDE-VOS FODER». 

No dia 02/05 às 14:30, cerca de 38 horas depois,no dia 02/05, às 14:30, chegou o ataque da censura sem sobreaviso, nem notificações, nem explicações.

Depois de expostos estes factos, imaginem a nossa surpresa quando chegámos à Casa e verificámos que a faixa (pano, fios, madeiras) tinham desaparecido e que um vidro da janela do 1º andar estava partido. É legítimo perguntar: O que se passou aqui? Quem nos roubou a faixa? Quem partiu o vidro? Soubemos pela voz da população no local que os culpados deste ataque tinham sido a PSP, Polícia Municipal e Sapadores do Porto.

Ficámos na dúvida, pois todas as palavras escritas na faixa têm entrada nos mais prestigiados dicionários! 

Terá sido o «IDE-VOS FODER»? Certamente que não, pois em reconhecidíssimos dicionários [desde o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (2001:1778), da Academia das Ciências de Lisboa e Fundação Calouste Gulbenkian, passando pelo Novo Dicionário da Língua Portuguesa conforme o acordo ortográfico (2007:759), até ao Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (2008-2013)], a palavra «foder» não aparece nem com a definição nem com a categoria de «obscenidade». 

Portanto, não terá sido esta a palavra obscena. Terá sido «ESCRAVA»? Terá sido «SOBREVIVER»? Apesar de nem «escrava» nem «sobreviver» virem referenciadas como tal, a escravidão laboral e a sobrevivência são um facto! Daí a serem palavras censuradas por iniciativa de um poder e autoridade policial por «obscenidade», já passa a ser fascismo!

Deixai-nos utilizar a palavra «obscenidade», como algo indecente, desonesto e torpe! Obscenidade é uma entidade projectar a sua própria representação numa palavra e decidir censurar uma faixa. Obscenidade é as esquadras não disporem de um dicionário à mão! Obscenidade é a poluição visual do poder do capital publicitado pela cidade inteira à custa dos nossos olhares, a benefício das eleitas barrigas capitalistas.

Obscenidade é o espaço público nos ter sido roubado! Obscenidade é a censura!


Perguntamos: quem tem o direito de avaliar, censurar, agir, roubar e partir impunemente? Será que vão assumir o prejuízo do vidro? do pano? das tintas? das cordas?

Apelamos a que todas as casas exerçam o seu direito de fachada, já muito bem pago pelos impostos (IMI) no direito de habitar! 

Apelamos a doações de panos, tintas e pincéis!

Sábados com Anarquia

Dom. 4/Maio, 17:00 - F.I.E.S.



Neste 3º encontro convidámos duas mães de presos sob o regime F.I.E.S. (
Ficheros de Internos de Especial Seguimiento) a virem falar sobre este
regime e sobre a repressão que as mesmas e outros, por denunciarem as
torturas dentro das prisões e se oporem às mesmas, estão a sofrer.

Desta vez ao domingo!

Apareçam!


Mais Informações:

Festival Chupanabanana

Qui. 1/Maio, 15:00/23:00



Há amigos, que nem a puta da morte consegue esvaziar-nos da sua presença. 

Um deles, em particular, mantém o vozeirão sempre presente nos mais caóticos concertos desta tasca!...”palminhas, muitas palminhas”, “ó meio-saco, faz esse”, “ui, que musiquinha agradável”, “chupa na banana”…

Vai daí, decidimos homenagear essa amizade com um festival tipicamente caótico onde todas as vozes se misturam para recriar o som contagioso do companheiro Licínio Moreira.

As bandas amigas são: 

    Solidariedade com os 4 detidos do movimento anti-TAV

    A CasaViva solidariza-se e apela à solidariedade com os quatro detidos do movimento de desobediência ao TAV Mugitu!

    A 27 de Outubro de 2011, três pessoas do movimento de desobediência ao TAV Mugitu lançaram tartes sobre Yolanda Barcina, a principal responsável pela imposição do TAV (comboio de alta velocidade) em Euskal Herria (País Basco).

    A acção decorreu em Toulouse (França) e, na altura, os activistas foram expulsos da reunião. De regresso a Navarra (País Basco), os três activistas foram detidos, assim como um quarto activista, e acusados de «atentado à autoridade».

    O julgamento será no próximo dia 18 de Novembro e as quatro pessoas podem ser condenadas a penas entre os 5 a 9 anos de prisão.

    Além do projecto do TAV ser devastador tanto a nível ambiental como económico e humano e ter provocado uma crescente oposição por parte das pessoas, o governo espanhol mantém uma postura prepotente para com os seus opositores e enganosa sobre a própria natureza do projecto.

    Denunciamos a criminalização sistemática das oposições populares.
    Denunciamos a ilegalidade destas detenções. Denunciamos os termos da acusação.
    Denunciamos a desproporção das penas a que incorrem os quatro activistas.

    Apelamos à divulgação, apoio solidário e denúncia destas detenções ilegais.

    *Mais informações:
    *www.tavtazo.org <http://www.tavtazo.org/> [1]
    http://mugitu.blogspot.com [2]
    <http://mugitu.blogspot.com/> [3]

    *Contactos*: mugituaht@gmail.com 

    Tel: (0034)654480589

    *Subscrever o manifesto*: enviar um mail com o nome (pessoa ou/e colectivo) para mugituaht@gmail.com mugituaht@gmail.com>

    *Convocatórias para mobilizações: *

    12 de Novembro: jornadas descentralizadas de acções e concentrações solidárias

    16 de Novembro: manifestação contra o TAV e de apoio aos 4 detidos em Iruñea (Pamplona)

    18 de Novembro: concentração na Audiência Nacional (sala de São Fernando de Henares, Madrid).

    *Doações solidárias*: 3035.0068.08.0680058591 (Laboral Kutxa)

    *Campanhas solidárias:*
    -Participar nas acções
    -Organizar actividades solidárias__
    -Divulgar o manifesto__